Projeto Político-Pedagógico
EE MENODORA FIALHO DE
FIGUEIREDO
2017
1 - Identificação
GOVERNO DO ESTADO DO MATO GROSSO
DO SUL
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
ESCOLA ESTADUAL MENODORA FIALHO DE FIGUEIREDO
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
ESCOLA ESTADUAL MENODORA FIALHO DE FIGUEIREDO
Reinaldo Azambuja Silva
Governador do Estado de Mato Grosso do Sul
Maria Cecilia Amendola da Mota
Governador do Estado de Mato Grosso do Sul
Maria Cecilia Amendola da Mota
Secretária Estadual de Educação
Rute Soares de Castro Silva
Supervisora de Gestão Escolar
Alaor Fonseca Filho
Diretor da Unidade Escolar
Carlos Manoel dos Santos Hortelan
Diretor-Adjunto da Unidade Escolar
Luciane da Silva Azambuja Nogueira
Secretária da Unidade Escolar
Rute Soares de Castro Silva
Supervisora de Gestão Escolar
Alaor Fonseca Filho
Diretor da Unidade Escolar
Carlos Manoel dos Santos Hortelan
Diretor-Adjunto da Unidade Escolar
Luciane da Silva Azambuja Nogueira
Secretária da Unidade Escolar
EQUIPE RESPONSÁVEL
PELA ELABORAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
Coordenação Geral da Equipe de Trabalho:
Diretor: Alaor Fonseca Filho
Diretor-Adjunto: Carlos Manoel dos Santos Hortelan
Responsáveis pela coleta de dados, sistematização, elaboração e acompanhamento:
Equipe Pedagógica
Marcia Ronise da Fonseca Silveira
Coordenação Geral da Equipe de Trabalho:
Diretor: Alaor Fonseca Filho
Diretor-Adjunto: Carlos Manoel dos Santos Hortelan
Responsáveis pela coleta de dados, sistematização, elaboração e acompanhamento:
Equipe Pedagógica
Marcia Ronise da Fonseca Silveira
Marlene Ribeiro dos Santos
Marli Terezinha Endres
Marley Irber de Vasconcelos
Edilce Elena B. de Oliveira
Lisiane dos Santos Borella
Responsável pela reestruturação e digitação:
Professor Gerenciador de Recursos Midiáticos: Marlon Rafael Krein Silva
Coordenadora Pedagógica: Marcia Ronise da Fonseca Silveira
Responsável pela reestruturação e digitação:
Professor Gerenciador de Recursos Midiáticos: Marlon Rafael Krein Silva
Coordenadora Pedagógica: Marcia Ronise da Fonseca Silveira
Colaboradores: Corpo docente, discente,
administrativos e pais ou responsáveis.
Escola Estadual Menodora Fialho de Figueiredo
2 - Apresentação do PPP
O Governo do Estado do Mato Grosso do
Sul, através da Secretaria de Educação, assumiu a decisão política de investir
em uma proposta educacional, que contemplasse os interesses comuns de toda a
Comunidade Escolar.
Neste contexto, o Projeto Político
Pedagógico é o documento maior da escola e norteia o trabalho pedagógico em
toda sua abrangência tendo como suporte, o exercício de participações
coletivas. Ele possibilita à escola, meios para que torne possível a realização
e a continuidade do processo de ensino e de aprendizagem para uma efetiva
prática educacional e social.
Apesar de se constituir enquanto
exigência normativa, o Projeto Político Pedagógico é antes de tudo um
instrumento ideológico, político que visa, sobretudo, a gestão dos resultados
de aprendizagem, através da projeção, da organização, e acompanhamento de todo
universo escolar.
De acordo com Betini: “O Projeto
Político Pedagógico mostra a visão macro do que a instituição escolar pretende
ou idealiza fazer, seus objetivos, metas e estratégias permanentes, tanto no
que se refere às suas atividades pedagógicas, como as funções administrativas”.
Portanto, o projeto político pedagógico faz parte do planejamento e da gestão
escolar.
A questão principal do planejamento é
então, expressar a capacidade de se transmitir o planejado para a ação. “Assim
sendo, compete ao Projeto Político Pedagógico a operacionalização do
planejamento escolar, em um movimento constante de reflexão- ação- reflexão.”
(2005, p.38).
A articulação entre o PPP, o
acompanhamento das ações, a avaliação e utilização dos resultados, com a
participação e envolvimento das pessoas, o coletivo da escola, pode levá-la a
ser eficiente e eficaz. Daí a notória ênfase pelos mecanismos legais à escola
democrática. Conforme Veiga o PPP “é também um instrumento que identifica a
escola como uma instituição social, voltada para a educação, portanto, com
objetivos específicos para esse fim.” (2002 p. 13).
Para tanto a escola como aparato social
precisa ser crítica e democrática, preocupar-se com as desigualdades sociais e
com o destino de seus estudantes, investindo numa educação de qualidade.
Logo, a Escola Estadual Menodora Fialho
de Figueiredo, propõe estar aberta e adequar-se às novas exigências de um mundo
em permanente movimento e mudança. O que nos impõe desafios a cumprir,
exigências necessárias e expectativas que ultrapassam a capacidade de
compreensão do homem.
Hoje se abrem novas perspectivas, novas
e decisivas possibilidades de se realizar e de se aperfeiçoar, trazendo a
necessidade de repensarmos os conteúdos escolares, vinculando-os aos diversos
contextos sociais e culturais. Buscamos então, dar significado ao conhecimento
escolar e incentivar o raciocínio e a capacidade de aprender, possibilitando
que as habilidades e tarefas necessárias para o aprendizado dos alunos tenham
significado, opondo-se a aprendizagens arbitrárias, memorialísticas,
superficiais ou fragmentárias.
Portanto, entendemos a construção do
conhecimento como um processo contínuo, que exige da escola a possibilidade de
integrar os alunos ao mundo contemporâneo nas dimensões fundamentais de
cidadania e do trabalho.
A qualidade da educação está
relacionada à construção de um ambiente educacional voltado para a promoção
segura da formação de seus alunos.
Uma vez que o êxito desta proposta está
no comprometimento da Direção Colegiada, professores, pais, alunos e
administrativos para superação dos problemas que emergem no cotidiano escolar,
necessitaram então de uma equipe pedagógica comprometida, onde a troca de
informações, experiências, saberes e reflexões quanto ao fazer pedagógico em
parceria com outras instituições voluntárias, seja adequada para o bom
andamento do processo educativo.
Esperamos com esse trabalho dar mais um
passo em direção à efetivação da proposta pedagógica, com a qualidade que
queremos para construção da escola pública que almejamos.
A construção do Projeto Político
Pedagógico da Escola Menodora foi vivenciada por todos os segmentos da comunidade
escolar, tendo como objetivo intensificar o desenvolvimento de ações e cooperar
para melhoria do ensino-aprendizagem. Essa participação ocorreu através de
atividades desenvolvidas pela escola, sendo impulsionada pela Secretaria
Estadual de Educação (SED). Nesta perspectiva, o diálogo, a comunicação e a
interação, foram fatores relevantes para o intercâmbio de experiências,
vivências e a integração entre os envolvidos.
Todas as atividades discutidas na
comunidade estão aqui elencadas, tendo a necessidade de um acompanhamento e
coordenação na sua implantação e concretização. Não é nada pronto e acabado,
tudo é possível de nova avaliação e redirecionamento, visando aperfeiçoar o
trabalho.
Para atingir os objetivos propostos, o
estudo das diversas áreas do conhecimento tem como significado último: criar,
refletir, construir, aprender, participar, expressar, conversar e, acima de
tudo, entender o mundo e seus problemas; a liberdade e seus limites; ser
solidário, amar e respeitar o próximo; fazer a relação destes conceitos com os
conteúdos que “ganham vida” quando o aluno coloca significado no que aprende,
ou seja, faz relação da teoria com o mundo real.
Congregando com estes propósitos, a
Escola Estadual Menodora Fialho de Figueiredo, se compromete enquanto instituição
de ensino, dentro de uma visão estratégia, cumprir o seu papel. Para tanto tem
como princípios básicos: garantir sua missão, aperfeiçoar sua visão e manter
seus valores.
3 - Missão
A Escola tem por missão colaborar na
educação de nossos alunos oferecendo um ensino de qualidade que possibilite o
desenvolvimento através do resgate de valores e construção do conhecimento,
respeitando e valorizando o ser humano em suas especificidades e tendo a
aprendizagem como processo contínuo de aquisição do saber, garantindo
oportunidades iguais a todos num ambiente criativo e inovador, contribuindo
para o desenvolvimento do meio em que vive.
4 - Visão
Ser uma escola de referencia pela
qualidade de educação e ações transformadoras da realidade, favorecendo o
desenvolvimento das potencialidades merecedoras de credibilidade pelos serviços
prestados, pela igualdade proporcionada e pelo apoio à criatividade e inovação
aos nossos alunos.
5 - Valores
Credibilidade
Prestamos aos alunos um serviço de qualidade.
Prestamos aos alunos um serviço de qualidade.
Formação do cidadão consciente do seu papel na sociedade;
Igualdade
Proporcionamos oportunidades iguais a todos.
Igualdade
Proporcionamos oportunidades iguais a todos.
Valorização do ser humano e de suas experiências;
Respeito às diferenças culturais, sociais, religiosas
Criatividade
Apoiamos a criatividade e a inovação.
Criatividade
Apoiamos a criatividade e a inovação.
6 - Diagnóstico
No cenário brasileiro verifica-se que
apesar da realidade atual ser preocupante, torna-se um desafio redirecionar o
trabalho dos educadores, tendo como ponto de partida os valores éticos, morais,
no sentido de promover a formação integral do cidadão. Vivemos hoje a era
pós-industrial na qual, nos países centrais, cerca de 70% da força de trabalho
foi deslocada para o setor terciário, tecnologicamente cada vez mais
sofisticado.
Dentro dessa ordem globalizada a economia
de Mato Grosso do Sul está firmada na produção rural, indústria, extração
mineral, turismo e prestação de serviços. Além da vocação agropecuária, a
infraestrutura econômica existente e a localização geográfica permitem ao
estado exercer o papel de centro de redistribuição de produtos oriundos dos
grandes centros consumidores para o restante do Brasil.
Dentro desse contexto globalizado,
Dourados, a segunda maior economia do MS, é também fortemente ligado ao campo,
à produção de grãos e beneficiamento de produtos pela agroindústria.
Considerada um pólo geoeconômico e social a qual apresenta um histórico
agropecuário de grande reconhecimento nacional; ganhou o titulo de cidade
educadora.
Conforme a declaração de
Barcelona 1990 “A cidade educadora é um sistema complexo em constante evolução
e pode exprimir-se de diferentes formas”, Nesta perspectiva, compreendendo
Dourados, enquanto uma cidade cosmopolita que cresceu pujante no final do séc.
XX e inicio do séc. XXI e que mantém uma perspectiva de crescimento.
Esta unidade escolar é reconhecida por
sua história e seriedade na formação dos educando que sempre assumiu atitude
pela e para responsabilidade social. Dentro de seus princípios filosóficos tem
por finalidade formar seres humanos íntegros e conscientes, num desafio à
sociedade que se apresenta. O trabalho pedagógico está baseado numa concepção
holística de homem, desenvolvendo temas sobre vida, honestidade, respeito,
gratidão, trabalho, colaboração, liberdade, igualdade, ideal, leis universais,
Deus, etc.
Neste contexto a escola compreende que
é viável para o próprio município e consequentemente para o sistema de ensino,
oferecer uma educação de qualidade que visa à formação do cidadão como sujeito
produtor do conhecimento e participante do mundo do trabalho, na ótica da
inserção do educando nas novas perspectivas socioeconômicas da região. A partir
da concepção de que vivemos num momento em que as questões sociais são globais
e que a escola faz parte dessa realidade o enfoque educacional deve ser pautado
na dinâmica do local para o global com ações conjuntas, para as quais todos os
participantes do contexto escolar devem concorrer.
É possível observar alguns problemas,
tais como: repetência, evasão, desmotivação dos alunos do noturno, alguns
problemas na estrutura física do prédio escolar, falta de formação para o pleno
exercício da cidadania; os quais, já vêm de longa data, preocupando a
comunidade escolar.
Em consequência dos objetivos gerais
estabelecidos na Proposta Pedagógica, foi efetuada uma avaliação da instituição
escolar, visando detectar aspectos qualitativos e quantitativos que venham
subsidiar um entendimento global da escola. Com esta avaliação foi possível
observar alguns problemas, tais como: repetência, evasão, desmotivação dos
alunos do noturno, problemas na estrutura física do prédio escolar, falta de
formação para o pleno exercício da cidadania, rotatividade de professores.
Elencados os fatores, e posteriormente analisando os dados com o aprofundamento
teórico, é possível deliberar por novos rumos/perspectivas/orientações em busca
da melhoria da qualidade do ensino.
6.1 - Situação socioeconômica e educacional da comunidade
A Escola Estadual Menodora Fialho de
Figueiredo, localizada a Rua Weimar Gonçalves Torres, n. 3447, Jardim Caramuru,
Dourados - MS, CEP: 798031-020, demograficamente constituída de residências e
comércio em geral está situada na quadra nº 2, com as seguintes localizações,
ao norte a Rua Major Capilé, ao Sul com a Avenida Weimar Gonçalves Torres, ao
Leste com a Rua Gaspar Alencastro, e ao Oeste com a Rua Humberto de Campos, bem
localizada, pois esta região é praticamente na área central da cidade. Funciona
desde 1970, formando cidadãos douradenses. Por ser uma escola da rede pública
estadual, tem como mantenedora a Secretaria de Estado de Educação-SED, com
recursos próprios e também recursos federais provenientes do MEC (Ministério da
Educação), FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), FUNDEB (Fundo
Nacional da Educação Básica) e também com os programas como PDDE (Programa
Dinheiro Direto na Escola); PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação); PNAE
(Programa Nacional de Alimentação Escolar); PNLD ( Programa Nacional do Livro
Didático); PNBE ( Programa Nacional Biblioteca da Escola); PROEMI(Projeto
Ensino Médio Inovador).
Oferece Ensino Fundamental Regular;
Ensino Médio Regular; Projeto EJA Conectando Saberes (Fase Intermediária e Fase
Final); Curso Técnico em Recursos Humanos; Curso Normal Médio e Sala de
Recursos Multifuncional para Deficientes Auditivos, Surdez, Deficiente
Intelectual.
As modalidades de ensino oferecidas são
para atender uma clientela oriunda de vários bairros, com grande diversidade
cultural, social e econômica bem variada. Além disso, também é composta
basicamente de adolescentes e pré-adolescentes, estes considerados de
comportamento difícil, querendo ser contra tudo e contra todos. Grande parte
dos alunos vem de classe média e baixa, onde o consumo de bebidas alcoólicas e
cigarros são muito comuns. Muitos fatores contribuem para o uso de drogas no
contexto escolar, tais como, desajuste familiar e influência de amigos que são
comuns entre a clientela da classe média; na classe baixa os fatores estão
relacionados com as dificuldades enfrentadas pelas famílias, que são o
desemprego, falta de moradia e a fome.
Um fator preocupante em nossa
comunidade é a dificuldade dos pais ou responsáveis em lidar com o adolescente,
que se sente fragilizado e busca apoio em grupos externos e fogem para o mundo
da violência e das drogas. A violência vem crescendo na sociedade nos últimos
tempos, e isto tem sido uma preocupação de todos. É um problema amplo que vem
caracterizando a sociedade atual, e a escola pública brasileira não escapa a
esta dinâmica. Encontra-se constantemente ameaçada pela insegurança, e vem
sendo alvo de frequentes atos de vandalismo.
Nos últimos meses, o noticiário em todo
o mundo trouxe manchetes mostrando a violência nas unidades de ensino,
provocando perplexidade ao revelar que os autores de crimes contra a vida de
educadores e de educandos são estudantes da própria comunidade escolar.
A violência nas escolas tem se
constituído num fenômeno que atinge a juventude de todas as classes sociais.
Uma realidade que invade os muros das escolas brasileiras, sul-mato-grossenses
e também a nossa própria escola, é que a sociedade em crise é cada vez mais
excludente, e mais consumista, mostrando ao jovem que pode mais quem tem mais.
O período crítico para a essa concepção é a pré-adolescência e a adolescência,
clientela esta que forma a população da maioria das escolas e também da nossa.
Dentre as problemáticas do cotidiano escolar, as questões de saúde, também aparecem nas mais diversas situações como a depressão, a síndrome do pânico e também as doenças psicossomáticas.
Dentre as problemáticas do cotidiano escolar, as questões de saúde, também aparecem nas mais diversas situações como a depressão, a síndrome do pânico e também as doenças psicossomáticas.
Além das dificuldades econômicas e
sociais, a de maior preocupação para a escola é a da evasão e repetência,
levando ao declínio nas médias das avaliações de larga escala. A equipe
pedagógica tem somado esforços para reverter essa queda, conseguindo estancar a
queda e começar a melhorar os índices na última avaliação.
Embora, o contexto socioeconômico e
cultural da clientela da escola seja bem heterogênea, considerando as
dificuldades encontradas em todos os níveis e modalidades de ensino, a
administração escolar, assim compreendida (Colegiado Escolar, Direção,
Coordenação Pedagógica e Secretaria), em suas funções busca a integração no
planejamento e execução de tal forma, que as linhas de atuação político -
administrativas sejam possíveis de realização, por meio do exercício de
participações coletivas, com o comprometimento dos professores, pais, alunos e
administrativos para a solução dos problemas do cotidiano escolar.
Faz parte do processo educativo escolar
estabelecer regras de convivência, limites claros e estimular o processo
participativo. Processo este que ajude os alunos a construir um ambiente onde a
disciplina pessoal e comunitária seja assumida na liberdade, como geradora de
equilíbrio pessoal, convivência construtiva e comportamentos compatíveis com a
cidadania.
A Escola tem como meta dar significado
ao conhecimento escolar, incentivar o raciocínio e a capacidade de aprender,
através de um processo contínuo que possibilite a integração do aluno/escola e
comunidade ao mundo contemporâneo nas dimensões fundamentais de cidadania e
prevenção aos riscos que essa sociedade proporciona.
O modelo pedagógico aplicado na escola
consiste fundamentalmente no desenvolvimento do aluno através da reflexão sobre
tudo que se relacione consigo e com a vida, instrumentalizando-a cientificamente
como sujeito do seu conhecimento.
6.2 - Histórico da escola
De Centro Educacional
de Dourados à Escola Estadual Menodora Fialho de Figueiredo.
A Escola Estadual Menodora Fialho de
Figueiredo foi criada em Dourados em 1970, inicialmente como Escola Normal 2º
Ciclo de Dourados. Em 1971 passa a ser Centro Educacional “Menodora Fialho de
Figueiredo”, tendo a Escola Normal de Dourados, como instituição anexa. Sendo
esta a primeira instituição pública de ensino a oferecer o Curso de Magistério
na rede pública. A instalação desta escola representou uma nova fase para a
história da educação no município de Dourados e região, uma vez que com a
criação da Escola Normal de Dourados, anexa ao Centro Educacional “Menodora
Fialho de Figueiredo”, chegou à cidade o primeiro Curso Normal público.
De acordo com o Histórico da
instituição, esta criação ocorreu mediante o Art.42, item III da Constituição
Estadual que resulta na sua criação:
Art. 1°-Fica criado uma Escola Estadual
de 1° e 2° Graus, com sede no Município de Dourados denominado pelo Decreto n°
1478 de 11 de março de 1971 de Centro Educacional “Menodora Fialho de
Figueiredo”.
Art. 2°-Fica integrada a Escola, a
Escola Normal de Dourados criada pelo Decreto n° 1164, de 27 de maio de 1970.
Parágrafo Único - As Escolas que trata
desse Artigo passarão a denominar-se Escola Estadual de 1° e 2º Graus “Menodora
Fialho de Figueiredo.
O Centro Educacional de Dourados surge
no Município, em uma época de grandes avanços, tanto na questão econômica e
social quanto educacional. Notadamente na década de 1970, Dourados torna-se o
corredor do progresso, muitos sulistas encamparam a abertura das matas aos
arredores do município, implantando lavouras extensas e definindo a monocultura
da soja na região (BIASOTTO, 1991).
Para esclarecer melhor a instalação da
Escola Normal de Dourados no Centro Educacional “Menodora Fialho de
Figueiredo”, é importante compreender que três aspectos foram marcantes nesse
processo, entre eles merecem destaque a questão do transporte; a necessidade do
município de Dourados e região em ter uma escola de formação de professores
primários pública; e a localização privilegiada do Centro Educacional “Menodora
Fialho de Figueiredo”, na área urbana.
Assim, pode-se dizer que essa Escola
foi criada em um período marcado pelos militares à frente do governo brasileiro
e, mais especificamente, por um momento de mudanças no sistema educacional
brasileiro, caracterizado, inclusive pela transição da primeira Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a de nº. 4.024/61 para a nossa segunda
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a de nº. 5.692/71.
Algumas dessas mudanças influenciaram diretamente o movimento dentro da instituição. Favorecendo assim, mudanças específicas na própria nomenclatura da escola, conforme se pode observar no quadro:
Algumas dessas mudanças influenciaram diretamente o movimento dentro da instituição. Favorecendo assim, mudanças específicas na própria nomenclatura da escola, conforme se pode observar no quadro:
1970
|
Escola Normal 2º Ciclo de Dourados;
|
1971
|
Centro Educacional D. Menodora Fialho
de Figueiredo;
|
1974
|
Escola Estadual de 1º e 2º graus
“Menodora Fialho de Figueiredo”;
|
1999
|
Escola Estadual Menodora Fialho De Figueiredo;
|
Fonte: Decretos nº
1164/27/05/70; Decreto nº14/78/11/03/71; Decreto nº 2059 12/06/1974.
Além das mudanças no nome, a escola passou por vários Atos Administrativos, que de certa forma proporcionava reorganização no funcionamento das ações da escola.
1970
|
Funcionamento da Escola Normal 2º
ciclo de Dourados e do Primário ao Ginásio. Decreto nº. 1164 de 27/05/70,
publicado no Diário Oficial de 12/03/70.
|
1971
|
Nova Denominação de Centro
Educacional D. Menodora Fialho de Figueiredo e integração da Escola Normal.
Decreto nº. 14/78 de 11/03/71.
|
1974
|
Criação da Escola Estadual De 1º E 2º
Graus “Menodora Fialho De Figueiredo” e Integração da Escola Normal. Decreto
nº. 16.614 de 20/06/74.
|
1976
|
Autorização de 1º grau de 1ª a 4ª
série e 5ª a 8ª série – Deliberação 164/761982 - 2º Grau – Habilitação para o
Magistério de 1ª a 4ª série do 1º Grau – Decreto nº. 849/76
|
1977
|
Reconhecimento do 2º Grau – Portaria
nº. 5179/77
|
1984
|
Reconhecimento de 1ª a 8ª Série –
Deliberação nº. 907/84
|
1985
|
Curso de 2º Grau lei 7.044/82 –
Deliberação nº. 1138/85
|
1994
|
Habilitação Específica de 2º Grau
para o Magistério da Pré-Escola e do Ensino de 1º Grau – 1ª a 4ª série.
|
2001
|
Encerramento do Curso de Magistério
na instituição, em virtude das mudanças propostas pela Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional (nº. 9.394/96), que estabeleceu: “a formação de
docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior”.
|
2015
|
Autorização de funcionamento do Curso Técnico em
Gestão de Recursos Humanos;
|
2016
|
Autorização de funcionamento do Curso Normal
Médio;
|
2017
|
Autorização de funcionamento do Projeto EJA
Conectando Saberes – fase intermediária (Ensino Fundamental) e Fase Final
(Ensino Médio).
|
Fonte: Pasta de documentação da Escola
estadual Menodora Fialho de Figueiredo
Durante sua trajetória, teve como
diretores: Generosa Cortez, Adir Casaro, Fernando Perez Soler e Odico Oshiro,
Elisa Rosa Ramires, Sueli Vinha de Melo e João Alves de Oliveira, Maria
Terezinha Dalmaso Favero, Pedro Halber, Vilma Leda Costa Silva, Lauro Sergio
Davi, Maria Alexandrina Maia Duarte e Maria do Carmo Campos da Silva Silva,
Humberto Felix de Souza e Estela Maris W. Koslinsk , Estela Maris W. Koslinsk e
Fátima Conceição Ortega, Fátima Conceição Ortega e Neuza Maria Cardoso; Estela
Maris Volochen Kolinski dos Santos e Lineia de Souza Plens; Estela Maris
Volochen Kolinski dos Santos e Maria do Carmo campos da Silva Silva e atual
Alaor Fonseca Filho e Carlos Manoel dos Santos Hortelan.
A escola tem como Patrona Menodora
Fialho de Figueiredo, filha de Alexandre de Arruda Fialho e Rita Alves Corrêa
Fialho. Nasceu na Fazenda São João na cidade de Nioaque, aos dez dias do mês de
setembro de 1901. Dona Menodora fez seus estudos no Colégio Salesiano em
Jabuticabal.
Em 14 de fevereiro de 1920, na cidade
de Campo Grande, casou-se com o Engenheiro Agrônomo Arnaldo Estevão de
Figueiredo, teve cinco filhos: Afrânio, Agenor, Arnaldo Filho, Antônio João e
Lelia Rita. Primeira Dama de Campos Grande aos 19 anos e do Estado de Mato
Grosso aos 45 anos, foi incansável lutadora pela educação e instrução de
inúmeras crianças e jovens sob sua tutela em Campo Grande. Sua vida foi
dedicada à obras sociais e religiosas e à família, sendo sua defensora e
orientadora. Faleceu em Campo Grande em 29 de Dezembro de 1971.
6.3 - Situação física da escola
A estrutura física interna da escola é
constituída por três blocos. O primeiro bloco é destinado ao setor
administrativo, contendo uma secretaria, uma sala adaptada para setor de
recursos humanos, direção, sala dos professores com dimensão inadequada para
atender o número de docentes existentes na escola, dois banheiros (masculino e
feminino) com dois sanitários cada sendo insuficiente para atender o número de
funcionários, sala da coordenação pedagógica, cozinha. A despensa, o
almoxarifado e a Sala de Recursos Multifuncional são ambientes improvisados.
O segundo bloco é composto por onze
salas de aula, todas com a mesma dimensão: cinco por oito (5mx8m) com baixa
circulação de ar em virtude das janelas inapropriadas.
O terceiro e último bloco é composto
por oito salas de aula com as mesmas características do bloco anterior. Uma
sala de recursos midiáticos com climatização insuficiente para a metragem
(11mx5m), apresentando problemas estruturais na cobertura. Uma sala adaptada
como, almoxarifado da secretaria (popularmente chamado de arquivo morto),
quatro banheiros para alunos sendo dois masculinos com três sanitários, dois
mictórios e um sanitário adaptado cada. Já os banheiros femininos contem a
mesma dimensão do masculino, sendo que um deles é utilizado como depósito de
materiais esportivos.
Ainda na parte interna da escola encontra-se um espaço adaptado para refeitório sem acessibilidade, pouca iluminação e baixa ventilação, sem escoamento para uma higienização eficaz, e não possui saída de emergência.
Ainda na parte interna da escola encontra-se um espaço adaptado para refeitório sem acessibilidade, pouca iluminação e baixa ventilação, sem escoamento para uma higienização eficaz, e não possui saída de emergência.
No final do Bloco 3, três salas que
funcionam como Núcleo de Apoio Pedagógico e Produção Braile, atendendo a
escolas de todo o município.
Há também um saguão direcionado à
recreação e confraternização dos estudantes e da comunidade, onde também estão
instalados os bebedouros, lavatórios, lixeiras, sistema de sonorização e
imagem. Apesar de ser um espaço bem equipado, apresenta pontos negativos em
relação à ventilação e cobertura com vários vazamentos.
Um ponto a se destacar quanto ao
ambiente interno da escola está voltado para a cobertura que foi feito a troca
de algumas telhas de canaletão em 2014 apresentando melhorias e controle de
vetores, entre outros.
Na área externa existe um espaço
destinado à pratica esportiva, sendo coberto, porém apresenta irregularidades
de estrutura física, medidas não oficiais, cobertura com vazamento e vestiários
sem condições de uso. Ao lado da quadra, uma construção de um ginásio
poliesportivo no padrão FNDE que. Esta obra, em fase de finalização,
encontra-se abandonada desde o dia 23 de dezembro de 2016 pela empresa que
estava executando desde 23 de dezembro de 2016, causando muitos transtornos a
segurança e a circulação dos alunos, tendo tal fato já sido comunicado às autoridades
competentes. Na lateral da quadra coberta temos um prédio menor cujos ambientes
são destinados para a Oficina de Arte e sala de leitura com empréstimo de
livros. O espaço recebeu adequações em 2016, como teto, forro, bancadas de
mármore com lavatórios, armários, mesas e cadeiras.
De fronte a este prédio, está instalado
um pequeno laboratório de ciências, utilizado também pelas disciplinas de
química, física e biologia, equipado por uma bancada em formato “L” com armário
embutido, pia de inox, armário com vinte e cinco divisórias, ambiente
climatizado, há também acervos biológicos e químicos, porém, sua dimensão não é
adequada para atender o número de alunos.
No ano de 2009 a parte interna da
escola passou por uma reforma geral com pintura do prédio, troca parcial do
telhado, reparos elétricos, reforma dos banheiros, substituição dos pisos e
azulejos da cozinha, do piso do saguão e passarelas, porém, com materiais de má
qualidade. Infelizmente hoje esse ambiente escolar encontra-se em péssimas
condições. A obra realizada obstruiu as drenagens existentes na escola,
ocasionando alagamentos constantes no acesso da escola para a quadra coberta, e
entre os pavilhões dois e três.
A escola necessita urgentemente de adequações
nas salas ambientes, como biblioteca, laboratórios, sala de multimeios. A Sala
de Tecnologia Educacional necessita de mais computadores para atender
adequadamente os alunos.
6.4 - Corpo docente / pedagógico / técnico / administrativo
O quadro docente da escola conta com um
total de 65 professores (as) sendo 34 efetivos, 30 professores convocados e um
professor permutado. Todos os professores efetivos possuem graduação em sua
área. Alguns possuem especialização e outros mestrado.
Perfil dos docentes:
Idade |
21 a 30 anos
|
18%
|
31 a 40 anos
|
34%
|
|
41 a 50 anos
|
21%
|
|
51 a 60 anos
|
25%
|
|
61 a 70 anos
|
2%
|
|
Sexo
|
Masculino
|
25%
|
Feminino
|
75%
|
Situação
Funcional |
Efetivo
|
51%
|
Convocado
|
47%
|
|
Permutado
|
2%
|
Formação |
Ensino Médio
|
2%
|
Graduação
|
66%
|
|
Especialização
|
21%
|
|
Mestrado
|
7%
|
Pesquisa realizada em maio de 2017 com base em dados da secretaria
dessa unidade escolar.
Nome
|
Situação Funcional
|
Formação
|
Albrei
Scaramuzzi Teixeira
|
Efetiva
|
LETRAS/INGLÊS
|
Ana
Caroline Gomes Abreu
|
Convocada
|
CIÊNCIAS/BIOLOGIA
|
Ana
Paula de Sá Dan Carvalho
|
Convocada
|
MATEMÁTICA
|
Ana
Regina Pires Calfa Rodrigues
|
Convocada
|
MATEMÁTICA
|
Bruna
Cardoso Espíndola
|
Efetiva
|
L.E.M. INGLÊS
|
Claudete
Sabino Leite
|
Efetiva
|
GEOGRAFIA
|
Cristiane
Rodrigues de Queiroz Braga
|
Efetivo
|
LÍNGUA PORTUGUESA
|
Dani
Jeferson de Oliveira
|
Efetivo
|
EDUCAÇÃO FÍSICA
|
Danielli
Gaúna Dantas
|
Efetiva
|
L.E.M. INGLÊS
|
Débora
Fabiana Soares de Oliveira Yassuda
|
Convocada
|
PROFª DE APOIO
|
Denise
Adriana C. Aguero
|
Efetiva
|
ED. FÍSICA
|
Ediniuze
Calderão Germano Ribeiro
|
Convocada
|
MATEMÁTICA
|
Edna
Cristina Chanfrin da Silva
|
Efetiva
|
ARTES
|
Eduardo
Falavinha da Silva
|
Convocado
|
ED. FÍSICA
|
Eliandra
Fátima Carolo Raidan
|
Efetiva
|
SRM/LETRAS/LIBRAS
|
Eliane
Aparecida D. S. P. Pinto
|
Convocada
|
SRM/MATEMÁTICA
|
Enio
Ribeiro de Oliveira
|
Efetivo
|
GEOGRAFIA
|
Fabiane
Paim de Matos Silva
|
Convocada
|
SRM/LETRAS
|
Fátima
Aparecida da Silva
|
Convocada
|
HISTÓRIA
|
Francinete
Rodrigues do Nascimento
|
Convocada
|
ARTES
|
Gisele
da Silva Souza
|
Efetiva
|
LÍNGUA PORTUGUESA
|
Geraldo
José de Freitas Santos
|
Convocado
|
LÍNGUA PORTUGUESA
|
Gleice
do Carmo Bonfim
|
Efetiva
|
ED. FÍSICA
|
Ionis
Aparecida Bento Teixeira
|
Efetiva
|
HISTÓRIA
|
Iraci
Menegheti
|
Efetiva
|
LÍNGUA PORTUGUESA
|
Iris
Miria Marotti Pain
|
Convocada
|
INTÉRPRETE
|
Izabella
Betini Santos Souza
|
Convocada
|
INTÉRPRETE
|
Jaine
Gomes da Silva
|
Efetiva
|
LÍNGUA PORTUGUESA
|
Janaina
Aparecida Piovesana
|
Efetiva
|
HISTÓRIA
|
Jessica
Rodrigues Fermino
|
Convocada
|
FÍSICA
|
João da
Silva Vieira
|
Convocado
|
HISTÓRIA
|
Katiuce
Pavão Vieira
|
Convocada
|
LÍNGUA PORTUGUESA
|
Katy Boniza
Cantelli
|
Efetiva
|
CIÊNCIAS/BIOLOGIA
|
Larissa
Esteves M. Rodrigues
|
Convocada
|
INTÉRPRETE
|
Leandro
Arvelino da Silva
|
Convocado
|
SOCIOLOGIA
|
Lilian
Cristina Mieres Amarilha
|
Convocada
|
GEOGRAFIA
|
Linéia
de Souza Plens
|
Efetiva
|
ARTE
|
Lisandro
Costa Guimarães
|
Efetivo
|
MATEMÁTICA
|
Luana
Barbiero Vieira Fujino
|
Efetivo
|
FÍSICA
|
Márcia
da Silva Gomes
|
Efetiva
|
CIÊNCIAS/BIOLOGIA
|
Marcia
Eliane Ciz Ferreira
|
Convocada
|
MATEMÁTICA
|
Marcos
Antonio Filipus
|
Efetivo/Permuta/PR
|
FÍSICA
|
Maricelia
Ferreira da Silva
|
Efetiva
|
GEOGRAFIA
|
Marco
Antonio Rechinelli Leal
|
Efetivo
|
HISTÓRIA
|
Maria
Bruna de Souza
|
Convocada
|
QUÍMICA
|
Maria
José Patrício Tsujigushi
|
Convocada
|
PROFª APOIO
|
Maria
do Socorro Maia do Nascimento
|
Efetiva
|
HISTÓRIA
|
Marilúcia
Rossi Rigoni
|
Efetiva
|
CIÊNCIAS/BIOLOGIA
|
Matheus
Marques Dias
|
Convocado
|
QUÍMICA
|
Patrícia
Hollandini Abdo
|
Convocada
|
GEOGRAFIA
|
Paulo
de Tarso Pereira
|
Efetiva
|
HISTÓRIA
|
Paulo
Antonio Dalla Santa
|
Convocado
|
MATEMÁTICA
|
Paulo
Roberto Licht Kemper
|
Convocado
|
CIÊNCIAS/BIOLOGIA
|
Regina
Rosania Lima de Araujo
|
Efetiva
|
ARTE
|
Renato
Mirlani
|
Efetivo
|
HISTÓRIA
|
Sidinéia
Marques Barbosa
|
Efetiva
|
LÍNGUA PORTUGUESA
|
Sandra
Mara Brandão Moraes
|
Efetiva
|
L.E.M. INGLÊS
|
Taiane
Crotti
|
Convocada
|
QUÍMICA
|
Tania
Mara Franco
|
Convocada
|
SOCIOLOGIA
|
Terezinha
Coelho de Souza
|
Efetiva
|
LÍNGUA PORTUGUESA
|
Valdinei
Belarmino de Lima
|
Efetivo
|
SOCIOLOGIA
|
Vandineia
Cabral de M. Pimentel
|
Convocada
|
PROJETOS/ED. FÍSICA
|
Vanessa
Correa Rorato
|
Efetiva
|
CIÊNCIAS/BIOLOGIA
|
Vinicius
Cardoso Barnabé
|
Efetivo
|
MATEMÁTICA
|
Viviane
Andresa Bonfim Melo
|
Efetiva
|
CIÊNCIAS/BIOLOGICA
|
O corpo técnico-administrativo é composto por funcionários efetivos e contratados que se propõem a realizar um trabalho de cooperação, para que os objetivos educacionais sejam alcançados pela escola. Porém existe uma defasagem no quadro funcional, em virtude das doenças psicossomáticas e físicas, ocasionando readaptações de função.
01 Supervisora de Gestão Escolar – Rute Soares de Castro Silva;
01 Diretor – Alaôr Fonseca Filho;
01 Diretor-Adjunto – Carlos Manoel dos Santos Hortelan;
03 Professores Readaptados em Assessoramento Pedagógico - Edilce Elena B. de Oliveira, Marlene Ribeiro dos S. Fiorucci e Marli Terezinha Endres;
03 Coordenadoras Pedagógicas - Márcia Ronise da Fonseca Silveira, Marley de Vasconcelos Irber e Lisiane dos Santos Borella;
01 Professor Gerenciador de Tecnologia e Recursos Midiáticos - Marlon Rafael Krein Silva;
01 Secretária (Assistente de Atividades Educacionais) - Luciane da Silva Azambuja;
02 Agentes de Atividades Educacionais - Ester Pacheco Cara Andrade e Wesley Prieto Jordão;
02 Assistentes de Atividades Educacionais - Maria Salete da Costa Souza, Ivani de Souza Lopes e Selma Aparecida da Silva;
01 Gestora de Atividades Educacionais - Josiane Queiros da Silva;
01 Agentes de Recepção e Portaria - Ana Claudia Rocha Cabral;
07 Agentes de Limpeza - Elisangela Paulino de Castro, Joelma Lessandra da Silva, Maria Aparecida C. Assunção, Maria Aparecida de Deus, Maria das Neves Zanardo, Rosely Marques Ramirez e Vanilda Martins da Silva;
02 Agentes de Limpeza Readaptada - Ildete
Rocha da Silva e Luzia de Souza dos Santos;
04 Agentes de Merenda - Antonio Rodrigues, Ana Carolina dos Santos Ribeiro, Márcia Regina do Amaral Espirandelli e Marli Arzamendia do Nascimento;
04 Agentes de Merenda - Antonio Rodrigues, Ana Carolina dos Santos Ribeiro, Márcia Regina do Amaral Espirandelli e Marli Arzamendia do Nascimento;
02 Agentes de merenda Readaptadas - Juliana
Pinheiro Vieria e Nelma Mello da Silva Sobreira
02 Auxiliar/Agente de Inspeção de alunos - Naum Vieira Codrignani e Warlei de Souza Pinheiro;
02 Auxiliar/Agente de Inspeção de alunos - Naum Vieira Codrignani e Warlei de Souza Pinheiro;
01 Auxiliar de manutenção - Vanderley Dias Ribeiro.
ADMINISTRATIVOS DA ESCOLA MENODORA
|
SITUAÇÃO FUNCIONAL
|
FORMAÇÃO
|
Alaor
Fonseca Filho
|
Efetivo
|
Mestrado
|
Ana
Claudia Rocha Cabral
|
Efetiva
|
Superior
|
Antonio
Rodrigues
|
Efetivo
|
Ensino Médio
|
Ana
Carolina dos Santos Ribeiro
|
Efetiva
|
Ensino Médio
|
Carlos
Manoel dos Santos Hortelan
|
Efetivo
|
Superior
|
Edilce
Elena B. de Oliveira
|
Efetiva
|
Superior
|
Elisangela
Paulino de Castro
|
Efetiva
|
Superior
|
Ester
Pacheco Cara Andrade
|
Efetiva
|
Ensino Médio
|
Ildete
Rocha da Silva
|
Efetiva
|
Ensino Médio
|
Ivani
de Souza Lopes
|
Efetiva
|
Superior
|
Joelma
Lessandra da Silva
|
Efetiva
|
Ensino Médio
|
Josiane
Queiros da Silva
|
Efetiva
|
Superior
|
Juliana
Pinheiro Vieria
|
Efetiva/Readaptada
|
Ensino Médio
|
Lisiane
dos Santos Borella
|
Efetiva
|
Superior
|
Luciane
da Silva Azambuja
|
Efetiva
|
Superior
|
Luzia
de Souza dos Santos
|
Efetiva/Readaptada
|
Ensino Médio
|
Márcia
Regina do Amaral Espirandelli
|
Efetiva
|
Ensino Médio
|
Márcia
Ronise da Fonseca Silveira
|
Efetiva
|
Superior
|
Maria
Aparecida C. Assunção
|
Efetiva
|
Ensino Médio
|
Maria
Aparecida de Deus
|
Efetiva
|
Ensino Médio
|
Maria
das Neves Zanardo
|
Efetiva
|
E. F. Incompleto
|
Maria
Salete da Costa Souza
|
Efetiva
|
Ensino Médio
|
Marlene
Ribeiro dos S. Fiorucci
|
Efetiva/Readaptada
|
Letras/Inglês
|
Marley
de Vasconcelos Irber
|
Efetiva
|
Superior
|
Marli
Arzamendia do Nascimento
|
Efetiva
|
Ensino Médio
|
Marli
Terezinha Endres
|
Efetiva/Readaptada
|
Superior
|
Marlon
Rafael Krein Silva
|
Convocado
|
Superior
|
Naum
Vieira Codrignani
|
Efetivo
|
Ensino Médio
|
Nelma
Mello da Silva Sobreira
|
Efetiva/Readaptada
|
Ensino Médio
|
Selma
Aparecida da Silva
|
Efetiva
|
Administração
|
Vanilda
Martins da Silva
|
Efetiva
|
Pedagogia
|
Warlei
de Souza Pinheiro
|
Efetivo
|
E. F. Incompleto
|
Wesley
Prieto Jordão
|
Efetivo
|
Ensino Médio
|
Vanderley
Dias Ribeiro
|
Contratado
|
Ensino Fundamental
|
Rosely
Marques Ramirez
|
Contratado
|
Ensino Fundamental
|
Sexo
|
Masculino
|
23%
|
Feminino
|
77%
|
Idade
|
18 a 30 anos
|
10%
|
31 a 40 anos
|
16%
|
|
41 a 50 anos
|
42%
|
|
Acima de 51 anos
|
32%
|
Situação
Funcional |
Efetivo
|
91%
|
Contratado
Terceirizado
|
3%
6%
|
Grau de escolaridade
|
Ensino Fundamental e Ensino Médio
|
61%
|
Ensino Superior
|
36%
|
|
Especialização/Mestrado
|
3%
|
Pesquisa realizada em maio de 2017 com base em dados da secretaria
dessa unidade escolar e questionários aplicados aos funcionários. Esse dado
está atualizado, 15/05/2017.
Professor Gerenciador de Recursos
Midiáticos
O Professor Gerenciador de Recursos Midiáticos
(PROGETEC) trabalha conforme a RESOLUÇÃO/SED n. 2.491, de 8 de dezembro de
2011. Dentre as atribuições citamos algumas:
Art.14. Caberá ao professor responsável
pelo gerenciamento das tecnologias educacionais e recursos midiáticos nas
unidades escolares:
I – auxiliar os professores regentes no
planejamento e desenvolvimento das atividades pedagógicas no uso das
tecnologias educacionais;
II – ministrar formação continuada aos
professores regentes, coordenadores pedagógicos e diretores da escola no uso
das tecnologias educacionais e recursos midiáticos;
III – responsabilizar-se pelo
gerenciamento das tecnologias educacionais e recursos midiáticos, juntamente
com a direção e coordenação pedagógica da unidade escolar, em conformidade com
o Projeto Político-Pedagógico, Referenciais Curriculares da Rede Estadual de
Ensino;
IV – apresentar aos professores
regentes sugestões do uso das tecnologias e mídias para a melhoria do processo
ensino e aprendizagem;
VII – acompanhar e avaliar as ações
desenvolvidas pelos NTEs, na orientação da utilização pedagógica das
tecnologias educacionais e recursos midiáticos na Rede Estadual de Ensino;
6.5 - Recursos materiais e
tecnológicos disponíveis e sua adequação, móveis, equipamentos e material
didático.
Nas salas de aula: 30 carteiras
individuais e cadeiras, 02 (dois) ventiladores de teto, 02 (duas) janelas
amplas, mesa e cadeira do professor. O estado de conservação do mobiliário é
regular, as salas de aula também são iluminadas artificialmente por lâmpadas
fluorescentes. Dentre estas salas, sete possuem condicionadores de ar.
Na secretaria, onde são guardados os arquivos de vida escolar dos
alunos, vida funcional dos servidores e a documentação da escola, contém:
10 (dez) arquivos de aço com gavetas para pasta suspensa;
02 (dois) armários de aço com duas portas;
03 (quatro) computadores;
01 (uma) impressora;
01 (uma) máquina de tirar cópia e impressora;
05 (cinco) mesas;
10 (dez) cadeiras;
01 (um) mural de recados;
A sala de leitura é equipada com:
05 (cinco) prateleiras de aço pequenas;
02 (duas) prateleiras de aço grande;
03 (três) prateleiras de aço grande (adquiridas recentemente - PROEMI);
03 (três) prateleiras de madeira;
02 (dois) armários de aço com duas portas (adquiridos recentemente - PROEMI);
03 (três) mesas pequenas;
04 (quatro) mesas redondas grandes (PROEMI);
13 (treze) cadeiras de almofadadas;
01 (um) computador;
01 (uma) impressora multifuncional; (nova - PROEMI);
01 (um) ar condicionado (novo - PROEMI);
01 (um) bebedouro;
02 (dois) ventiladores de Teto;
01 (um) balcão de concreto com portas de correr com material de acrílico instalado recentemente (PROEMI);
Acervo de livros catalogados (1860 unidades);
A sala de recursos humanos disponibiliza dos seguintes recursos e materiais:
02 (dois) computadores;
03 (três) mesas;
02 (dois) armários de aço com duas portas;
02 (dois) armários de MDF (SED);
04 (quatro) cadeiras almofadadas (SED);
01 (uma) máquina de encadernação;
04 (quatro) armário de aço com divisórias, arquivo;
A Direção disponibiliza dos seguintes recursos e materiais:
01 (um) armário de madeira com duas portas;
01 (um) armário de aço com três portas;
02 (duas) mesas de escritório;
01 (uma) escrivaninha;
02 (duas) mesas para computador;
02 (dois) computadores;
01 (uma) impressora multifuncional;
02 (duas) cadeiras giratórias;
03 (três) cadeiras almofadadas;
01 (um) porta chave;
01 (um) aparelho de telefone;
01 (um) monitor 24’;
01 (um) ar condicionado;
10 (dez) arquivos de aço com gavetas para pasta suspensa;
02 (dois) armários de aço com duas portas;
03 (quatro) computadores;
01 (uma) impressora;
01 (uma) máquina de tirar cópia e impressora;
05 (cinco) mesas;
10 (dez) cadeiras;
01 (um) mural de recados;
A sala de leitura é equipada com:
05 (cinco) prateleiras de aço pequenas;
02 (duas) prateleiras de aço grande;
03 (três) prateleiras de aço grande (adquiridas recentemente - PROEMI);
03 (três) prateleiras de madeira;
02 (dois) armários de aço com duas portas (adquiridos recentemente - PROEMI);
03 (três) mesas pequenas;
04 (quatro) mesas redondas grandes (PROEMI);
13 (treze) cadeiras de almofadadas;
01 (um) computador;
01 (uma) impressora multifuncional; (nova - PROEMI);
01 (um) ar condicionado (novo - PROEMI);
01 (um) bebedouro;
02 (dois) ventiladores de Teto;
01 (um) balcão de concreto com portas de correr com material de acrílico instalado recentemente (PROEMI);
Acervo de livros catalogados (1860 unidades);
A sala de recursos humanos disponibiliza dos seguintes recursos e materiais:
02 (dois) computadores;
03 (três) mesas;
02 (dois) armários de aço com duas portas;
02 (dois) armários de MDF (SED);
04 (quatro) cadeiras almofadadas (SED);
01 (uma) máquina de encadernação;
04 (quatro) armário de aço com divisórias, arquivo;
A Direção disponibiliza dos seguintes recursos e materiais:
01 (um) armário de madeira com duas portas;
01 (um) armário de aço com três portas;
02 (duas) mesas de escritório;
01 (uma) escrivaninha;
02 (duas) mesas para computador;
02 (dois) computadores;
01 (uma) impressora multifuncional;
02 (duas) cadeiras giratórias;
03 (três) cadeiras almofadadas;
01 (um) porta chave;
01 (um) aparelho de telefone;
01 (um) monitor 24’;
01 (um) ar condicionado;
A cozinha
disponibiliza dos seguintes recursos e materiais:
02 (dois) fogões;
01 (um) freezer;
02 (dois) fogões;
01 (um) freezer;
01 (um) freezer novo (SED);
01 (uma) geladeira nova industrial;
01 (uma) geladeira nova (SED)
01 (um) multiprocessador com seis discos;
01 (uma) batedeira grande;
01 (um) bebedouro;
02 (duas) panelas grandes de alumínio batido;
02 (duas) panelas grandes de alumínio fino;
02 (duas) panelas grandes de pressão (uma nova);
05 (cinco) panelas tipo de pressão (com a tampa estragada);
01 (um) tacho esmaltado ágata;
01 (um) coador de macarrão grande;
01 (um) coador de macarrão médio;
04 (quatro) bacias de plástico pequenas;
02 (duas) bacia de plástico grande;
01 (uma) bacia grande de alumínio;
05 (cinco) escumadeiras;
06 (seis) conchas;
350 (trezentos e cinquenta) pratos;
01 (um) multiprocessador com seis discos;
01 (uma) batedeira grande;
01 (um) bebedouro;
02 (duas) panelas grandes de alumínio batido;
02 (duas) panelas grandes de alumínio fino;
02 (duas) panelas grandes de pressão (uma nova);
05 (cinco) panelas tipo de pressão (com a tampa estragada);
01 (um) tacho esmaltado ágata;
01 (um) coador de macarrão grande;
01 (um) coador de macarrão médio;
04 (quatro) bacias de plástico pequenas;
02 (duas) bacia de plástico grande;
01 (uma) bacia grande de alumínio;
05 (cinco) escumadeiras;
06 (seis) conchas;
350 (trezentos e cinquenta) pratos;
300 (cem) colheres (chá) de inox;
03 (três) tabuas para carne (médias);
80 (oitenta) canecas plásticas;
01 (um) liquidificador industrial;
01 (um) liquidificador doméstico;
07 (sete) jarras plásticas;
06 (seis) bandejas plásticas;
05 (cinco) bandejas inox;
06 (seis) facas de cozinha grandes;
06 (seis) facas pequenas;
01 (um) facão para cozinha;
02 (dois) bule de alumínio;
05 (cinco) leiteiras de alumínio;
01 (uma) chaleira de alumínio;
03 (três) garrafas térmicas grandes;
02 (dois) raladores médios;
05 (cinco) colheres grandes;
07 (sete) garrafas térmicas pequenas;
03 (três) recipientes de plástico com tampa;
30 (trinta) xícaras;
07 (sete) copos de vidro;
02 (duas) lixeiras;
03 (três) tabuas para carne (médias);
80 (oitenta) canecas plásticas;
01 (um) liquidificador industrial;
01 (um) liquidificador doméstico;
07 (sete) jarras plásticas;
06 (seis) bandejas plásticas;
05 (cinco) bandejas inox;
06 (seis) facas de cozinha grandes;
06 (seis) facas pequenas;
01 (um) facão para cozinha;
02 (dois) bule de alumínio;
05 (cinco) leiteiras de alumínio;
01 (uma) chaleira de alumínio;
03 (três) garrafas térmicas grandes;
02 (dois) raladores médios;
05 (cinco) colheres grandes;
07 (sete) garrafas térmicas pequenas;
03 (três) recipientes de plástico com tampa;
30 (trinta) xícaras;
07 (sete) copos de vidro;
02 (duas) lixeiras;
Anexada à cozinha há um depósito de produtos alimentícios e equipamentos
da cozinha.
A sala de planejamento disponibiliza dos seguintes recursos e
materiais:
06 (seis) cadeiras almofadadas;
02 (dois) armários pequenos com duas portas;
01 (um) armário de aço grande com duas portas;
01 (uma) cadeira giratória;
05 (cinco) mesas;
01 (uma) impressora;
04 (quatro) mesas pequenas;
01 (um) ar condicionado (deteriorado);
01 (uma) mesa de madeira;
06 (seis) cadeiras almofadadas;
02 (dois) armários pequenos com duas portas;
01 (um) armário de aço grande com duas portas;
01 (uma) cadeira giratória;
05 (cinco) mesas;
01 (uma) impressora;
04 (quatro) mesas pequenas;
01 (um) ar condicionado (deteriorado);
01 (uma) mesa de madeira;
A sala de coordenação disponibiliza dos
seguintes recursos e materiais:
04 (quatro) armários pequenos;
02 (dois) arquivos;
05 (cinco) mesas;
01 (uma) mesa para computador;
01 (um) computador;
01 (uma) impressora;
10 (dez) cadeiras;
01 (um) quadro mural;
01 (um) aparelho de telefone;
01 (um) ar condicionado;
04 (quatro) armários pequenos;
02 (dois) arquivos;
05 (cinco) mesas;
01 (uma) mesa para computador;
01 (um) computador;
01 (uma) impressora;
10 (dez) cadeiras;
01 (um) quadro mural;
01 (um) aparelho de telefone;
01 (um) ar condicionado;
01 (uma) sala de
tecnologia, contendo 8 (oito) computadores multiterminais com dois monitores cada,
01(um) computador servidor completo (micros do pregão 71/2010), 08 (oito)
computadores convencionais (pregão 038/2006), 28 (vinte e oito) cadeiras
estofadas, 01(uma) impressora multifuncional jato de tinta(do pregão 71/2010)
(sem funcionamento), 02 (um) projetor (data show), 02 (duas) telas
para projeção com tripé (PROEMI), 01 (uma) lousa branca, 01 (um) armário de
aço, 01 (um) ar condicionado e 13 (treze) mesas para os computadores.
01 (uma) cantina terceirizada;
01 (uma) sala de Multimeios, equipada
com 01 (uma) TV LCD de 40 polegadas, 01(uma) TV 29’e DVD acoplados à uma gaiola
móvel, 01(uma) caixa de som amplificada, 01 (um) data Show, 01 (uma) tela de
projeção, 02(dois) ar condicionado, 110 cadeiras plásticas, 30 cadeiras (azul)
01 (uma) prateleira de madeira com um acervo de aproximadamente.
Depósito de Limpeza:
01 (um) cortador de grama;
02 (dois) rastelos;
01 (um) enxada;
02 (dois) máquinas de pressão;
01 (um) facão;
01 (um) aparelho soprador/sugador de folhas;
02 (duas) máquinas de lavar piso;
01 (um) cortador de grama;
02 (dois) rastelos;
01 (um) enxada;
02 (dois) máquinas de pressão;
01 (um) facão;
01 (um) aparelho soprador/sugador de folhas;
02 (duas) máquinas de lavar piso;
01 (uma) máquina de passar veneno
01( um) carriola
Laboratório de Ciências;
01 (um) armário de compensado com 20 portas com chave;
01 (um) armário médio de aço com uma porta;
01 (um) armário pequeno de aço com uma porta;
03 (três) mesas pequenas;
02 (dois) microscópios;
01 (um) ar condicionado (novo);
01 (uma) balança grande;
20 (vinte) bancos de madeira;
01 (um) balcão de concreto com portas de correr com material de acrílico instalado recentemente.
Laboratório de Ciências;
01 (um) armário de compensado com 20 portas com chave;
01 (um) armário médio de aço com uma porta;
01 (um) armário pequeno de aço com uma porta;
03 (três) mesas pequenas;
02 (dois) microscópios;
01 (um) ar condicionado (novo);
01 (uma) balança grande;
20 (vinte) bancos de madeira;
01 (um) balcão de concreto com portas de correr com material de acrílico instalado recentemente.
01 (uma) pia de inox.
No depósito destinado
aos materiais de uso dos professores de Educação Física encontra-se
relacionados
02 (duas) redes de voleibol;
02 (duas) para jogos de futsal;
05 (cinco) bolas de basquetebol;
07 (sete) bolas de voleibol;
09 (nove) bolas de handebol;
07 (sete) bolas de futsal;
02 (dois) infladores;
03 (três) cronômetros;
01 (um) jogo de bets;
02 (duas) cordas grandes;
05 (cinco) bolas de borracha;
02 (dois) jogos de rede de basquetebol;
01 (uma) mesa de tênis de mesa (conjunto completo);
Sala de recursos Multifuncional
05 (cinco) escrivaninhas;
01 (uma) mesa redonda;
01 (uma) prateleira de aço;
01 (um) armário grande de aço com duas portas;
01 (um) ventilador;
02 (duas) redes de voleibol;
02 (duas) para jogos de futsal;
05 (cinco) bolas de basquetebol;
07 (sete) bolas de voleibol;
09 (nove) bolas de handebol;
07 (sete) bolas de futsal;
02 (dois) infladores;
03 (três) cronômetros;
01 (um) jogo de bets;
02 (duas) cordas grandes;
05 (cinco) bolas de borracha;
02 (dois) jogos de rede de basquetebol;
01 (uma) mesa de tênis de mesa (conjunto completo);
Sala de recursos Multifuncional
05 (cinco) escrivaninhas;
01 (uma) mesa redonda;
01 (uma) prateleira de aço;
01 (um) armário grande de aço com duas portas;
01 (um) ventilador;
01 (uma) impressora;
03 (três) computadores;
03 (três) mesa adaptadas;
02 (duas) cadeiras adaptadas;
04 (quatro) cadeiras almofadadas;
01 (uma) mesa pequena para impressora;
05 (cinco) cadeiras comuns;
01 (uma) carteira comum;
02 (dois) quadros branco;
03 (três) computadores;
03 (três) mesa adaptadas;
02 (duas) cadeiras adaptadas;
04 (quatro) cadeiras almofadadas;
01 (uma) mesa pequena para impressora;
05 (cinco) cadeiras comuns;
01 (uma) carteira comum;
02 (dois) quadros branco;
03 (três) armários de três portas;
01(um) armário de aço - grande FNDE;
02(dois) biombos.
A Sala anexa onde funciona o Núcleo de Apoio Pedagógico e Produção
Braile é Equipada para
produção própria de materiais, com ampliação de livros didáticos e tradução
para o braile.
6.6 - Existência de sala de recursos multifuncional.
A Sala de Recurso Multifuncional é
destinada ao atendimento especializado para DV, DI e Surdez em Português,
Matemática e Libras. Tem sua organização específica de acordo com a LDB 9394/96
e a Portaria do Ministério de Educação por meio da Secretaria de Educação
Especial nº 13 de 24 de Abril de 2007, que determina o programa de implantação
da Sala de Recurso Multifuncional (SRM).
O atendimento educacional especializado
realizado na sala de recurso segue os seguintes critérios sendo:
Metodologias
Atividades diferenciadas, com dinâmicas para melhor aquisição dos conceitos repassados, com muitas imagens tendo em vista que o surdo tem sua língua visual espacial, diferente do ouvinte onde sua língua é oral auditiva.
Atividades diferenciadas, com dinâmicas para melhor aquisição dos conceitos repassados, com muitas imagens tendo em vista que o surdo tem sua língua visual espacial, diferente do ouvinte onde sua língua é oral auditiva.
Objetivo
Repassar o conhecimento das áreas de
Língua portuguesa, matemática e Libras, facilitando dessa maneira o
entendimento das outras áreas estudadas no ensino regular, pois a Língua
Portuguesa está ligada a área de humanas, onde o aluno tendo competência nessa
disciplina também o terá facilidade em outras dessa mesma área.
O estudo da matemática que está ligada
a área de exatas, também facilitará o conhecimento e dará competência nas
disciplinas dessa mesma área, por isso tal importância desse atendimento
educacional especializado nessas duas áreas.
Ensino de Libras visa a aprendizagem da
L1 a língua de sinais (Libras), pois o domínio da sua própria língua facilitará
para o aluno surdo o intermédio para a L2 (Língua Portuguesa). Essa
aquisição deve ser feita da mesma maneira que outra língua, com estímulos,
estudos das regras gramaticais e estudos dos parâmetros das Libras.
Situação de Aprendizagem dos Surdos
O primeiro contato com um texto escrito
por um surdo é desconcertante para o ouvinte porque o ouvinte supõe que o surdo
tenha como língua materna a Língua Portuguesa. A língua materna do surdo é a
LIBRAS embora ele habite em território cuja língua oficial é o português. Ou
seja, o surdo é um estrangeiro dentro do próprio país.
Existem inúmeras diferenças estruturais
entre a língua portuguesa e a língua de sinais, além disso, é importante levar
em conta que como estão aprendendo uma segunda língua, os surdos apresentarão
dificuldades semelhantes às dos estudantes de uma língua estrangeira.
Quanto ao aspecto semântico ou de
conteúdo do texto é característica própria nos textos dos surdos a limitação ou
inadequação lexical em decorrência das experiências restritivas em relação à
língua portuguesa e das poucas oportunidades de leitura no ambiente familiar, o
que acaba por prejudicar a argumentação e a coerência do texto.
Essa escrita “diferente” na produção
discursiva do surdo não está associada à surdez e sim pelo processo de
aquisição comum ao ensino/aprendizagem de L2.
Como consequência, teremos produções
textuais distantes daquelas tidas como padrão, uma vez que o surdo utiliza a
língua de sinais para organizar de forma lógica suas ideias e acaba empregando
a estrutura gramatical da L1 em suas atividades escritas, o que é considerado
pela grande maioria dos ouvintes uma construção equivocada.
A falta de atividades significativas
com a escrita impede que os surdos percebam sua função social e as diferenças
entre a língua majoritária e a língua de sinais, ou seja, que cada modalidade
de língua possui regras e recursos específicos.
É muito importante conscientizar a
pessoa surda de que a L1 (Libras), não poderá substituir a modalidade escrita
L2 (L. Portuguesa). Para que esse processo se efetive há que se pensar na
singularidade linguística dos surdos.
Em uma produção escrita de estudantes
surdos, deve-se observar se a mensagem tem coerência com o tema ou fato
proposto, a partir disto a estrutura gramatical e análise linguística devem ser
trabalhados de forma gradativa e contextual.
Isso acontece porque as informações
chegam até ao aluno em fragmentos, não existe conhecimento internalizado, ou
seja, é necessário que estas informações cheguem até o aluno e para tanto é
necessário utilizar recursos visuais que facilitará o aprendizado do aluno
surdo.
A inclusão de pessoas com surdez na
escola comum requer que se busquem meios para beneficiar sua participação e
aprendizagem tanto na sala de aula como no Atendimento Educacional Especializado
a simples adoção dessa língua não é suficiente para escolarizar o aluno com
surdez.
Suprimir objetivos e conteúdos
curriculares atrasados que o aluno ainda não alcançou em razão de sua
deficiência, utilizando principalmente material concreto e visual que
tenha significativos.
Assim, a escola comum precisa
programar ações que tenham sentido para os alunos em geral e que esse sentido
possa ser compartilhado com os alunos com surdez. Mais do que a utilização de
uma língua, os alunos com surdez precisam de ambientes educacionais
estimuladores, que desafiem o pensamento, explorem suas capacidades, em todos
os sentidos. Se somente o uso de uma língua bastasse para aprender, as pessoas
ouvintes não teriam problemas de aproveitamento escolar, já que entram na
escola com uma língua oral desenvolvida.
As propostas educacionais começam a
estruturar-se a partir do Decreto 5.626/05 que regulamentou a lei de Libras.
Esse Decreto prevê a organização de turmas bilíngues, constituídas por alunos
surdos e ouvintes onde as duas línguas, Libras e Língua Portuguesa são utilizadas no mesmo espaço educacional. Também define que
para os alunos com surdez a primeira língua é a Libras e a segunda é a Língua
Portuguesa na modalidade escrita, além de orientar para a formação inicial e
continuada de professores e formação de intérpretes para a tradução e
interpretação da Libras e da Língua Portuguesa.
O desafio frente à aprendizagem da Língua Portuguesa é uma questão escolar importante. A Língua Portuguesa é difícil de ser assimilada pelo aluno com surdez. Segundo Perlin (1998:56), os surdos não conseguem dominar os signos dos ouvintes, por exemplo, a epistemologia de uma palavra, sua leitura e sua escrita. De fato, existem dificuldades reais da pessoa com surdez para adquirir a oralidade e a escrita, porém, dizer que não são capazes de aprendê-la reduz totalmente a pessoa ao seu déficit e não considera a precariedade das práticas de ensino disponíveis para esse aprendizado.
O desafio frente à aprendizagem da Língua Portuguesa é uma questão escolar importante. A Língua Portuguesa é difícil de ser assimilada pelo aluno com surdez. Segundo Perlin (1998:56), os surdos não conseguem dominar os signos dos ouvintes, por exemplo, a epistemologia de uma palavra, sua leitura e sua escrita. De fato, existem dificuldades reais da pessoa com surdez para adquirir a oralidade e a escrita, porém, dizer que não são capazes de aprendê-la reduz totalmente a pessoa ao seu déficit e não considera a precariedade das práticas de ensino disponíveis para esse aprendizado.
Um período adicional de horas diárias
de estudo é indicado para a execução do Atendimento Educacional Especializado.
Nele destacam-se três momentos didático-pedagógicos:
• Momento do Atendimento Educacional
Especializado em Libras na escola comum, em que todos os conhecimentos dos
diferentes conteúdos curriculares, são explicados língua portuguesa por um
professor e repassado em sua língua (Libras) por um intérprete.
Na sala de recurso multifuncional na área da surdez
• Momento do Atendimento Educacional
Especializado para o ensino da Língua Portuguesa, no qual são
trabalhadas as especificidades dessa língua para pessoas com surdez. Este
trabalho é realizado à parte das aulas da turma comum, por uma professora de
Língua Portuguesa, graduada nesta área, preferencialmente. O atendimento é
planejado a partir do diagnóstico do conhecimento que o
aluno tem a respeito da Língua Portuguesa. O aluno com surdez precisa aprender a incorporar no seu
texto as regras gramaticais da escrita na Língua Portuguesa.
• Momento do atendimento Educacional
Especializados para o ensino de matemática na libras, no qual são trabalhada as
dificuldades dos alunos surdos e as defasagens da disciplina, com
atividades planejadas para esses alunos e ensinada na língua deles L1,
diferente da sala de aula, onde se é pensado atividades para os alunos ouvintes
e adaptada para o surdo.
7 - Organização da escola
A E.E.Menodora Fialho de Figueiredo é
uma escola da rede pública, mantida pela Secretaria de Estado de Educação (SED)
e tem como princípios norteadores as legislações vigentes dos órgãos que lhes
competentes SED, MEC, CEE/MS.
·
Constituição Nacional de 1988.
· Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 - Estabelece as
diretrizes e bases da educação nacional.
· Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 - Dispõe sobre o
Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências.
A partir do ano de 2007 o Ensino
Fundamental passa a ter duração de nove anos com fundamentos na LDB nº
9394/1996, deliberação CEE/MS nº 8144 de 09 de outubro de 2006, e pela
Resolução/SED n.º 2072 de 22 de dezembro de 2006, que dispõe sobre o Ensino
Fundamental de 09 anos nas escolas estaduais.
·
Com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Resolução /
CNE/CEB nº.02 de 11 de setembro de 2001, na Deliberação CEE/MS nº. 7828 de 30
de maio de 2005que dispõe sobre a Educação Escolar de alunos com necessidades
Educacionais Especiais.
·
Sala de Tecnologia - Resolução/ SED nº 2.127, de 5 de junho de 2007. Dispõe
sobre implantação e implementação, monitoramento e avaliação das Salas de
Tecnologias Educacionais na Rede Estadual de Ensino, publicada no D.O nº 6.984
de 6 de junho de2007.
·
A eleição do diretor e diretor-adjunto é normatizada pela Resolução/SED
n.º 1.789 de 07de setembro de 2004.
·
A atribuição de aulas de Ed. Física e Treinamento: Resolução CEE/MS
nº 1773 de 23 de julho de 2004
·
A coordenação pedagógica é normatizada pela Resolução/SED n.º 1.567 de 23 de
julho de 2002 e também pelo Decreto nº 12.500 de 24 de janeiro de 2008.
·
O Colegiado Escolar é regido por estatuto próprio.
·
A Associação de Pais e Mestres – APM é regida por estatuto
próprio
·
O Regimento Escolar é um documento normativo desta unidade escolar e é
compatível com as políticas específicas da Secretaria de Estado de Educação.
·
A organização curricular e o regime escolar do Ensino Fundamental e Ensino
Médio, nesta unidade escolar é normatizada pela Resolução/SED n.º 2873
de 24 de março de 2014.
·
Dispõe sobre a organização do ano escolar e do ano letivo nas unidades
escolares da Rede Estadual de Ensino, para o ano de 2014, e dá outras
providências. Resolução/SED n.º 2873 de 24 de março de 2014.
·
Matriz Curricular- Ensino Fundamental e Ensino Médio, Resolução/SED n.º 2873 de
24de março de 2014.
·
RESOLUÇÃO/SED n. 2.491, de 8 de dezembro de 2011 – Atribuições do Professor
Gerenciador de Tecnologias.
·
Resolução/ SED nº 2037 de 07 de novembro de 2006 e o Parecer Orientativo do
CEE/MS nº 136 de 24/10/2006 - Código de Trânsito Brasileiro.
·
Parecer nº 235/06 - Igualdade do ponto de vista da cidadania e ao mesmo tempo a
diversidade como direito.
·
Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008 altera a Lei nº 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, modificada pela lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003 que
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no
currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática: a
História e Cultura Afro-Brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão
ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de
artes,literatura e história brasileiras.
·
Os temas transversais são assuntos que servem de base para outras atividades do
Currículo da Escola, Além das áreas de conhecimento tradicionais, os PCNs
propõem a discussão de temas como Saúde, Ética, Pluralidade Cultural, Meio
Ambiente, Orientação Sexual, Trabalho e Consumo, considerados fundamentais para
o exercício da cidadania.
7.a - Proposta de trabalho para medidas
de melhoria da organização da escola e do desempenho
A escola é composta pela seguinte
subdivisão:
No período matutino, ela atende o Ensino
Fundamental do 8º ao 9º ano e os três anos do Ensino Médio com um total de 492
alunos. Sendo 150 do E. Fundamenta e 342 do E. Médio.
No período vespertino, oferece os anos finais do Ensino Fundamental, do 6º ao 9º ano total de 240 alunos.
No período vespertino, oferece os anos finais do Ensino Fundamental, do 6º ao 9º ano total de 240 alunos.
No período noturno, a escola oferece os três anos do
Ensino Médio com 90 alunos matriculados. Além disso, ofereceu até o mês de maio
uma turma do Curso Normal Médio, com 14 alunas e uma turma do Curso Técnico e
Recursos Humanos com 32 alunos.
Oferece também o Projeto EJA Conectando
Saberes, com 4 turmas da Fase Intermediária, totalizando 120 alunos e 5 turmas
da fase final, com 210 alunos, totalizando 1198 estudantes.
Oferece também atendimento em
Sala de Recursos Multifuncional para Deficientes Intelectuais, Auditivos e
surdez no turno matutino e vespertino com aproximadamente 16 alunos.
Oferece ainda aulas de Xadrez e
treinamento de Voleibol.
ENSINO REGULAR
ENSINO FUNDAMENTAL
|
||||||
ANO
|
MATUTINO
|
VESPERTINO
|
NOTURNO
|
|||
Turmas
|
Alunos
|
Turmas
|
Alunos
|
Turmas
|
Alunos
|
|
6º
|
-
|
-
|
03
|
90
|
-
|
-
|
7º
|
-
|
-
|
03
|
90
|
-
|
-
|
8º
|
02
|
60
|
01
|
30
|
-
|
-
|
9º
|
03
|
90
|
01
|
30
|
-
|
-
|
ENSINO MÉDIO
|
||||||
1º
|
04
|
140
|
-
|
-
|
01
|
30
|
2º
|
04
|
120
|
-
|
-
|
01
|
90
|
3º
|
03
|
90
|
-
|
-
|
01
|
90
|
EJA CONECTANDO SABERES
FASE
|
MÓDULO
|
TURMAS
|
ALUNOS
|
INTERMEDIÁRIA
|
1
|
2
|
60
|
INTERMEDIÁRIA
|
3
|
2
|
60
|
FINAL
|
1
|
5
|
210
|
CURSOS
PROFISSIONALIZANTES
CURSO
|
TURMAS
|
ALUNOS
|
NORMAL MÉDIO
|
1
|
14
|
TÉCNICO EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
|
1
|
32
|
7.1 - Gestão escolar
A estrutura administrativa desta escola
é compreendida pela Supervisão escolar, Direção Colegiada, Coordenação
Pedagógica e Secretaria, e em suas ações buscam a integração no planejamento e
execução de tal forma que as linhas de atuação político-administrativas sejam
possíveis de realização.
A direção colegiada é composta pelo
diretor, diretor adjunto e colegiado escolar. O colegiado escolar é
representado por todos os segmentos da comunidade escolar e possui Regimento
Próprio, assim constituído: Diretor e Diretor - Adjunto da Unidade
Escolar, na qualidade de membros natos e secretários executivos.
Profissionais da Educação Básica, com
60% (sessenta por cento) e segmento de estudantes e pais 40%
(quarenta por cento) das vagas que corresponde a:
02 – dois representantes do segmento
dos professores;
02 – dois representantes do segmento
dos coordenadores pedagógicos;
02 – dois representantes do segmento
dos funcionários administrativos;
02 - dois representantes do
segmento dos alunos;
02 - dois representantes do segmento
dos pais ou responsáveis.
Em parceria com a APM e Colegiado
Escolar, essa unidade de ensino gerencia os recursos oriundos dos programas
Educação-SED, com recursos próprios e também recursos federais provenientes do
MEC (Ministério da Educação), FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da
Educação), FUNDEB (Fundo Nacional da Educação Básica) e também com os programas
como PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola); PDE (Plano de Desenvolvimento
da Educação); PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar); PNLD ( Programa
Nacional do Livro Didático); PNBE ( Programa Nacional Biblioteca da Escola);
entre outros.
Com a organização estrutural
devidamente representada no compromisso de organizar as atividades desta
Unidade Escolar, é fundamental o Coordenador Pedagógico à disposição e articulação
das atividades pedagógicas da escola “Levando à construção de um currículo
integrado, progressivo e consequente” (Silva, Julia O.; 1.990) numa postura
coesa de atuação integrada e direcionada aos objetivos deste Projeto.
O desafio que representa o aspecto
disciplinar traz consigo a exigência do trabalho em conjunto, pois “a prática
democrática faz com que as decisões sejam precedidas de discussão” (Veiga,
1.998) numa consciência coletiva, descentralizada, no respeito à liberdade e às
individualidades e na defesa dos interesses do coletivo escolar.
Equipes:
Direção
Secretaria
Coordenação Pedagógica
Assessoramento Escolar
Corpo Docente
Apoio Técnico Operacional
Corpo Discente
Órgãos:
Secretaria
Coordenação Pedagógica
Assessoramento Escolar
Corpo Docente
Apoio Técnico Operacional
Corpo Discente
Órgãos:
Conselho de Classe
Associação de Pais e Mestres
Colegiado Escolar
Grêmio Estudantil
Associação de Pais e Mestres
Colegiado Escolar
Grêmio Estudantil
7.2 - Organização do tempo e espaço
A escola é composta pela seguinte subdivisão:
No período matutino, ela atende o Ensino
Fundamental do 8º ao 9º ano e os três anos do Ensino Médio;
No período vespertino, oferece os anos finais do Ensino Fundamental, do 6º ao 9º ano; No período noturno, a escola oferece os três anos do Ensino Médio, EJA Conectando Saberes, Cursos profissionalizantes Normal Médio e Técnico em Gestão de Recursos Humanos.
No período vespertino, oferece os anos finais do Ensino Fundamental, do 6º ao 9º ano; No período noturno, a escola oferece os três anos do Ensino Médio, EJA Conectando Saberes, Cursos profissionalizantes Normal Médio e Técnico em Gestão de Recursos Humanos.
Oferece também atendimento em Sala de Recursos Multifuncional para
Deficientes Intelectuais, Auditivos e surdez no turno matutino e vespertino com
aproximadamente 16 alunos.
Oferece ainda aulas de Judô, Xadrez, e treinamento de Handebol,
Voleibol e Futsal.
2% dos alunos são oriundos da Zona Rural;
1% de outros municípios;
13% dos alunos são assistidos pelo Programa Bolsa Família.
8 - Relações entre a escola e a comunidade
Apesar dos esforços das unidades
escolares em organizar eventos para incentivar a participação da família na
escola e na vida dos filhos, está longe de se alcançar esta parceria tanto na
questão pedagógica como na social.
Um dos fatores mais preocupante em
nossa comunidade escolar e também da sociedade é a dificuldade dos pais ou
responsáveis em lidar com os adolescentes. Descompromissados com os estudos,
fragilizados e vulneráveis diante da realidade turbulenta e violenta dos dias
atuais, acabam buscando apoio em grupos externos e fogem para o mundo das
drogas. Assim tanto a família quanto a escola tem um papel fundamental e
decisivo na prevenção e combate ao consumo de drogas.
Como faz parte do processo educativo
escolar estabelecer regras de convivência, limites claros e estimular processo
participativo, é importante que a escola trabalhe em conjunto com a família,
conselho tutelar promotoria da infância, universidade, entidades religiosa
grêmios recreativos e outras, para a promoção de atividades que favoreçam os
alunos a construir um ambiente onde a disciplina pessoal e comunitária seja
assumida na liberdade, como geradora de equilíbrio pessoal, convivência
construtiva e comportamentos compatíveis com a cidadania.
A escola deve articular a participação
ativa da família e de toda a comunidade escolar interna e externa, para
implantação e execução de um plano integrado para da cultura da paz,
utilizando-se de reuniões, atividades integradoras, palestras, passeatas,
atividades culturais e esportivas, objetivando o fortalecimento e união contra
o uso de drogas e combate a violência.
9 - Concepções teóricas
Os seres humanos vivenciam novas
experiências diariamente. O mundo está em constante mudança e o ritmo de
progresso generalizado, que se observa, também atinge a área educacional. Neste
sentido não é possível separar a vida escolar da vida social.
A sociedade procura meios para
acompanhar essa evolução, mas é a educação que foi e sempre será o melhor meio
para alcançar este propósito.
Segundo BRANDÃO (1993): “[...] para aprender, para ensinar, para aprender-e-ensinar. Para saber, para
fazer, para ser ou para conviver. Todos os dias misturamos a vida com a
educação”.
Atualmente a educação tem se
diferenciado na questão democrática, ela é aberta a todos e pertencente a
todos.
Vemos hoje a Educação como processo de
transformação do homem, cujo aprendizado ocorre de forma contínua, gradativa,
visando à valorização do cidadão e a produção do conhecimento a ser aplicado em
benefício da sociedade onde atua.
Ainda com BRANDÃO (1993), podemos
compreender que a educação é o caminho da emancipação dos homens. Ele diz que:
A educação ajuda a
pensar tipos de homens, mais do que isso, ela ajuda a criá-los, através de
passar uns para os outros o saber que o constitui e legitima. Produz o conjunto
de crenças e ideias, de qualificações e especialidades que envolvem as trocas
de símbolos, bens e poderes que, em conjunto constroem tipos de sociedades (p.
11)
A Educação diz respeito a todos, e no
decorrer de toda a vida deve estar preocupada com a desigualdade no mundo, a
degradação ambiental, o aumento da pobreza e a exclusão social.
Para FRElRE
(2001): “refletir sobre educação é refletir sobre o ser humano;
educar é promover a capacidade de interpretar o mundo e agir para
transformá-lo”.
FREIRE afirma ainda que "o homem é um ser relacional, estando nele poder sair dele,
projetar-se, discernir, conhecer".
Com Freire e Brandão entendemos que
educação é um processo contínuo de aprendizagem e troca de conhecimentos. Que
também é oportunidade de crescimento, construção e transformação tanto do homem
quanto do meio social em que vivem.
Escola
Hoje não se pode conceituar a escola
apenas como espaço físico, onde ocorre o processo de ensino e aprendizagem, ela
ultrapassa esse conceito. A escola é um espaço de convivência, de relações, de
crescimento, de trocas e acima de tudo é lugar de gente.
Paulo Freire afirma que:
”Escola é… o lugar onde se faz amigos
não se trata só de prédios, salas, quadros, programas, horários, conceitos…
Escola é, sobretudo, gente, gente que trabalha que estuda que se alegra se
conhece se estima.
O diretor é gente, O coordenador é
gente, o professor é gente, o aluno é gente, cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
na medida em que cada um se comporte como colega, amigo, irmão.
Nada de ‘ilha cercada de gente por
todos os lados’.
Nada de conviver com as pessoas e
depois descobrir que não tem amizade a ninguém nada de ser como o tijolo que
forma a parede, indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar,
não é só trabalhar, é também criar laços de amizade, é criar ambiente de
camaradagem, é conviver, é se ‘amarrar nela’!
Ora, é lógico… numa escola assim vai
ser fácil estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se,
ser feliz.” (Paulo Freire)
Como a escola é lugar de pessoas, então
é uma instituição social. Sendo assim tem por objetivo desenvolver as
potencialidades físicas, cognitivas e afetivas dos alunos, por meio da
aprendizagem dos conteúdos (conhecimentos, habilidades, procedimentos, atitudes
e valores) tornando-os cidadãos participativos na sociedade em que vivem.
A função da escola é levar o
estudante à compreensão da realidade da qual faz parte, tentando fazê-lo se
situar, interpretar e contribuir para a sua formação com vistas à transformação
da realidade social, econômica e política de seu tempo. Então a escola deve ser
um lugar de apropriação do saber que prepara o alunado para o exercício da
cidadania.
O grande desafio da escola é deixar de
ser apenas um ponto de encontro, deve ir além, oferecendo situações que
favoreçam o aprendizado, e a importância deste no futuro do aluno, onde haja
sede e razão em aprender .
Nesse sentido, enquanto instituição
dinâmica que promove o conhecimento e a integração do indivíduo à sociedade, a
escola busca através d.a assimilação e produção do saber científico e
tecnológico, da cultura da valorização e da cidadania, contribuir para vários
estágios de organização social, onde haja democracia e valorização humana.
De acordo com Veiga (2004), a escola é
concebida como espaço educativo, lugar de aprendizagem, em que todos aprendem a
participar dos processos decisórios, mas é também local em que os profissionais
desenvolvem sua profissionalidade.
Currículo:
O Currículo é entendido como um projeto que preside as atividades educativas escolares, definindo suas intenções e proporcionando guias de ações úteis para o professor considerando a realidade na qual será efetivada.
O Currículo é entendido como um projeto que preside as atividades educativas escolares, definindo suas intenções e proporcionando guias de ações úteis para o professor considerando a realidade na qual será efetivada.
O mesmo proporciona informações concretas sobre o que, quando e como ensinar. É
então uma estrutura ordenadora da vida social, reprodutora da cultura formal de
uma sociedade, disciplinadora e formadora de comportamentos pessoais e
interpessoais. Diante deste contexto entendemos currículo como as experiências
escolares que se desdobram em torno do conhecimento, em meio a relações
sociais, e que contribuem para a construção das identidades de nossos
estudantes.
Hoje existe uma preocupação por parte
dos pesquisadores sobre as relações entre currículo e cultura. A cultura é
histórica, pensar em cultura é pensar em conhecimento, significado e formas de
interpretar o mundo e nosso cotidiano. Conhecer, aprender, ver as diferenças,
como somos e como nos relacionamos é se apropriar de conhecimentos.
As concepções de currículo derivam dos
diversos modos de como a educação é concebida historicamente, bem como das
influências teóricas que a afetam. Os fatores econômicos também contribuem para
a definição de currículo que assim são entendidas:
- Conteúdos
a serem ensinados e aprendidos;
- As
experiências de aprendizagem escolares a serem vividas pelos alunos;
- Os
planos pedagógicos elaborados por professores, escolas e sistemas
educacionais;
- Os
objetivos a serem alcançados por meio do processo de ensino;
- Os
processos de avaliação que terminam por influir nos conteúdo e nos
procedimentos selecionados nos diferentes graus da escolarização;
Assim Currículo associa-se ao conjunto
de esforços pedagógicos, desenvolvidos com intenções educativas às atividades
organizadas por instituições escolares.
Concepção de
Ensino/Aprendizagem
O Ato de ensinar consiste num processo
de preparação, formação, capacitação, construção e desenvolvimento de
habilidades.
O Ato de aprender se relaciona com
as mudanças de comportamento construídas, nas relações sociais com o semelhante
e consigo mesmo, através dos conceitos estudados na forma de conteúdos
programáticos. O educando através da aprendizagem adquire base para o
desenvolvimento e a construção de uma nova forma de conceber o universo e
passa a estabelecer novas relações, diferentes daquelas que efetuava antes da
aprendizagem.
Segundo Gadotti (1993), o aluno aprende
quando ele se torna sujeito de sua aprendizagem. [...] Não há educação e
aprendizagem sem sujeito da educação e da aprendizagem.
Com Veiga (2004), compreendemos a
escola concebida como espaço educativo, lugar de aprendizagem, em que todos
aprendem a participar dos processos decisórios [...]. Considerando esta idéia
percebe-se o “aprender”, da “aprendizagem”, e que o mesmo está
diretamente vinculada ao trabalho docente, ao planejamento docente, as
estratégias de ensino e ao processo ensino-aprendizagem.
Diante destas perspectivas é importante
ressaltar que questões relacionadas ao planejamento docente, às formas de
organização da aula, constituem-se num momento privilegiado para o
desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem.
Vasconcelos (2007) aponta que trabalho
com projetos constitui-se numa das estratégias de ensino que mais favorece o
envolvimento do aluno nas situações de aprendizagem, pois permite o
desenvolvimento do processo investigativo, a capacidade de problematização, a
pesquisa e o estudo sistemático de uma temática.
É necessário esclarecer que o processo
ensino-aprendizagem, está vinculado ao trabalho do professor. A tarefa
principal do professor é garantir a unidade entre ensino e aprendizagem,
através do processo de ensino. Ensino e aprendizagem são duas facetas de um
mesmo processo. O professor planeja, dirige e controla o processo de ensino,
tendo em vista estimular e suscitar a atividade própria dos alunos para a
aprendizagem. [...] A condução do processo de ensino requer uma atividade clara
e segura do processo de aprendizagem: em que consiste como as pessoas aprendem,
quais as condições externas e internas que o influenciam (LIBÂNEO, 2006, p.81).
Trata-se de refletir sobre o trabalho
dos profissionais, sobre as formas de organização e desenvolvimento do processo
ensino-aprendizagem que se efetiva na sala de aula e logicamente é necessário
pensar na educação, na perspectiva de que: “[...] tem sido objeto de atenção
preferencial na agenda das últimas décadas [...] motivada pelo desejo de
melhorar a eficiência do serviço educativo (Feldman, 2001, p.9)”.
10 - Critérios e formas de avaliação de aprendizagem
A avaliação é um processo amplo e
abrangente que abarca todas as ações desenvolvidas na ação pedagógica, assim
como todos os sujeitos nele envolvidos. Portanto, deve estar claro para aquele
que avalia, pois, também é parte integrante do processo avaliativo, uma vez que
foi o responsável pela mediação no processo de ensino aprendizagem. Logo,
quando se lança o olhar para avaliar alguém ou alguma ação no âmbito da
instituição escolar, lança-se também o olhar sobre si próprio. Ao avaliar
deve-se ter em mente o processo como um todo, bem como aquele a quem está
avaliando.
Segundo Luckesi (2000), “Avaliar tem
basicamente três passos: conhecer o nível do desempenho do aluno em forma da
constatação da realidade; comparar essa informação com aquilo que é considerado
importante no processo educativo, (qualificação); tomar as decisões que
possibilitem atingir os resultados esperados”. Avaliar não pode ser instrumento
de controle, mas sim momento de coleta de dados que permita diagnosticar
avanços e retrocessos do aluno, possibilitando ao professor analisar sua
própria ação, podendo então redimensionar o seu trabalho e rever o seu
planejamento, considerando-os como parte do processo. O professor tem a
possibilidade de adequar a metodologia e dar novos encaminhamentos para que o
aluno possa superar suas dificuldades.
Os critérios de avaliação apontam as
experiências educativas a que os alunos devem ter acesso e que são consideradas
essenciais para o seu desenvolvimento e socialização. Nesse sentido eles devem
refletir de forma equilibrada os diferentes níveis de capacidades e as três
dimensões (conceitos, procedimentos e atitudes).
A redefinição de avaliação educacional
deve ser o vínculo indivíduo/sociedade, numa dimensão histórica. Devido a esta,
uma avaliação de rendimento escolar deve contemplar percepção, pensamento,
imaginação, emoção, expectativa, etc., tudo deve estar registrado.
Ao acelerar o progresso de seus alunos
na aprendizagem o professor pode obter informações valiosas sobre seu próprio
trabalho. Nesse sentido a avaliação tem uma função de não criar limites para
ação dos alunos.
Esse processo contínuo de observação,
análise e verificação precisam ser registrados e merece, além das
considerações, orientações e medidas pedagógicas, uma expressão quantitativa
que deve ser feita em pontos (notas) que são atribuídas para cada componente
curricular. Em todas as situações de avaliação, deve existir o acompanhamento
sistemático do processo ensino-aprendizagem, visando permitir formas
alternativas de metodologia através das seguintes modalidades de avaliação da
aprendizagem: avaliação diagnóstica, formativa e somativa, realizando de
maneira contínua, por meio de várias técnicas e com a utilização de diversos
instrumentos como: debates, seminário, trabalhos individuais e coletivos,
avaliação das apresentações, portfólio, testes, relatórios, produção textual,
dança, música, teatro, desfile, exposição de trabalhos, confecção de cartazes,
maquetes, emprego de tecnologia nos trabalhos como: slides, workshop,
estatística, gráficos, avaliação objetiva, descritiva, simulado, autoavaliação,
etc. Os resultados das verificações de aprendizagem serão discutidos com os
alunos e expressos por meio de nota. A nota será o resultado da média obtida
pela combinação de dois ou mais dos instrumentos de avaliação indicados.
A avaliação na aula ocorre pela observação
do interesse, participação e envolvimento nas atividades, debates, perguntas
entre outros. O docente pode analisar juntamente com os alunos a aplicação dos
conteúdos propostos em sua realidade
·
utilizar procedimentos e instrumentos variados para avaliar a aprendizagem;
·
intervir, com base nas informações obtidas via avaliação, em favor da superação
das dificuldades detectadas;
·
contextualizar e integrar a avaliação ao processo de ensino e aprendizagem;
·
considerar e respeitar as diferenças e as dificuldades manifestadas em sala de
aula.
Avaliação
diagnóstica não tem a finalidade de atribuir nota, seu objetivo é identificar
saberes prévios dos alunos, verificando possíveis problemas de aprendizagem,
para propor novas ações que possam levar o aluno a se apropriar do conhecimento
através da proposta curricular. A avaliação diagnóstica também orienta o
professor quanto à construção do seu planejamento; Avaliação formativa é processual e contínua, tem a intenção de
valorizar aspectos qualitativos e não quantitativos, oferecendo ao professor a
oportunidade de realizar adequações na proposta de trabalho. Conhecendo os
resultados da avaliação formativa é possível definir objetivos de ensino e
elaborar diferentes estratégias de ação. O professor pode avaliar seu próprio
trabalho a partir dos resultados da avaliação, ela também possibilita mudanças
no processo; Avaliação somativa, considerada
classificatória, atende aos princípios quantitativos, sendo praticada ao final
de um determinado tempo; de um curso; de um bimestre em nosso caso específico,
permite ao professor atribuir nota ao aluno. Realizada em momentos pontuais não
permite mudança, pois finaliza o processo, os alunos são classificados a partir
de critérios pré-estabelecidos, mas pode ser resultado também de um processo
formativo, que culmine na nota.
Segundo Perrenoud (1999) relata que a
avaliação somativa (...) se relaciona mais ao produto demonstrado pelo aluno em
situações previamente estipuladas e definidas pelo professor, e se materializa
na nota, objeto de desejo e sofrimento dos alunos, de suas famílias e até do
professor. Predomina nessa lógica o viés burocrático que empobrece a
aprendizagem, estimulando ações didáticas voltadas para o controle das
atividades.
A forma de avaliação adotada na unidade
de ensino será diagnóstica no início do ano letivo e processual e formativa no
decorrer de cada bimestre. O instrumento a ser utilizado, deve ser aquele que
melhor expressar a aprendizagem do aluno e estar dentre os seguintes:
Atividades escritas, seminário, trabalhos de pesquisas individuais e coletivos,
apresentações orais, portfólios, testes, relatórios, produção textual, dança,
música, teatro, desfile, exposição de trabalhos, confecção de cartazes,
maquetes, workshop, estatística, gráficos, simulados e autoavaliação. Serão atribuídos aos alunos, notas aritméticas na escala de 0
(Zero) a 10 (Dez), como resultados da síntese do processo contínuo.Os
critérios estabelecidos são os seguintes: Avaliação escrita no valor de 0
(zero) a 6 (seis) e 0 (zero) a 4 (quatro) para as demais atividades
avaliativas.
No Sistema Online de Diário o professor
deverá lançar a média aritmética na escala de 0 (Zero) a 10 (Dez). O professor
deverá ter o registro de todas as atividades avaliativas aplicadas no bimestre.
Considerando a Resolução/SED nº 3.019
de 05 de fevereiro de 2016 D.O nº 9101:
A avaliação da aprendizagem é parte do processo educativo e tem como objetivo contribuir para formação de pessoas autônomas, críticas e conscientes, por meio de:
A avaliação da aprendizagem é parte do processo educativo e tem como objetivo contribuir para formação de pessoas autônomas, críticas e conscientes, por meio de:
I – avaliação inicial ou diagnóstica,
com a finalidade de identificar os conhecimentos prévios;
II – avaliação processual ou formativa
com a finalidade de verificar se os objetivos da aprendizagem esperados estão
sendo alcançados, identificando as dificuldades dos(as) estudantes e auxiliando
na reformulação do trabalho didático;
III- avaliação de resultados ou
somativa: tem a função de classificar o(a) estudante de acordo com os
resultados alcançados no decorrer do processo aprendizagem, sendo útil para a
sua promoção ou retenção ao término do período letivo.
A avaliação da aprendizagem deve ser
realizada de forma contínua, sistemática e integral ao longo de todo o processo
de ensino e de aprendizagem.
Na apreciação dos aspectos qualitativos
apresentados pelos(as) estudantes na avaliação da aprendizagem, deverão ser
considerados, pelo menos, para efeito de julgamento do(a) docente: a
compreensão e o discernimento dos fatos da questão apresentada;
II- a percepção de
suas relações com o tema;
III- a aplicabilidade
dos conhecimentos, demonstrada na avaliação;
IV- as atitudes e os
valores adquiridos;
V- a capacidade de
análise e de síntese, além de outras competências comportamentais e
intelectivas, e ou outras habilidades do(a) estudante, verificadas pelo(a)
docente.
A recuperação paralela da aprendizagem
é realizada à medida que forem sendo detectadas deficiências no processo de
aprendizagem e no rendimento do estudante.
A recuperação prevista no caput, realizada no horário normal das aulas, consiste na retomada do conteúdo e na apropriação dos conhecimentos ministrados.
A recuperação prevista no caput, realizada no horário normal das aulas, consiste na retomada do conteúdo e na apropriação dos conhecimentos ministrados.
A avaliação do rendimento escolar do(a)
estudante deverá considerar os procedimentos próprios da recuperação paralela.
§ 1º As escolas deverão oferecer, a
título de recuperação paralela de estudos, quando verificado o rendimento
insuficiente, novas oportunidades de aprendizagem, sucedidas de avaliação, nos
termos do estabelecido nesta Resolução, durante os bimestres, antes do registro
das notas.
§2º Para atribuição de nota resultante
da avaliação das atividades de recuperação paralela de estudos, prevista no
parágrafo anterior, deverá ser utilizado o mesmo peso da que originou a
necessidade de recuperação, prevalecendo o resultado maior obtido.
§ 3º As atividades referentes ao cumprimento
do §1º e do §2º deste artigo deverão ser planejadas pelos(as) docentes,
juntamente com a coordenação pedagógica da escola.
§ 4º O(a) docente deverá fazer o devido
registro, além das atividades regulares, as atividades de recuperação de
estudos e seus resultados.
A Média Anual será calculada conforme
fórmula a
seguir:
MA: 1º MB + 2º MB + 3º MB + 4º
MB ≥ 6,0
04
MA = Média Anual por componente
curricular ou disciplina;
MB = Média Bimestral por componente
curricular ou disciplina.
Será considerado aprovado no ano letivo o aluno que obtiver frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) no cômputo geral da carga horária total da série; por componente curricular: Média Anual igual ou superior a 6,0 (seis); Média Final igual ou superior a 5,0 (cinco), após o Exame Final.
A carga horária total do ano será
obtida após somadas todas as horas-aula de todos os componentes curriculares a
que o aluno esteja obrigado a cursar.
Será encaminhado para Exame Final, o aluno
com média anual inferior a 6,0 (seis).
O educando que não atingir a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) de carga horária a que o mesmo esteja obrigada a cursar não terá direito a exame final, independente dos resultados obtidos.
O educando que não atingir a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) de carga horária a que o mesmo esteja obrigada a cursar não terá direito a exame final, independente dos resultados obtidos.
O educando pode prestar exame final em
todas as áreas de conhecimentos ou disciplina.
A Média Final, após o Exame Final será calculada de acordo com a seguinte fórmula:
A Média Final, após o Exame Final será calculada de acordo com a seguinte fórmula:
MF: MA x 03 + EF x 02 = 5,0
05
MF= Média Final;
MA = Média Anual por componente curricular ou disciplina;
EF= Nota do Exame Final por componente curricular ou disciplina;
O estudante que não atingir a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária que esteja obrigado a cursar não tem direito de prestar o exame final, independentemente dos resultados obtidos no aproveitamento.
É considerado retido a partir do 2º ano do ensino fundamental até o último ano do ensino médio o estudante com :
I – frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas para aprovação, independentemente dos resultados obtidos no aproveitamento;
II – média final inferior a 5,0 (cinco), após exame final.
MA = Média Anual por componente curricular ou disciplina;
EF= Nota do Exame Final por componente curricular ou disciplina;
O estudante que não atingir a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária que esteja obrigado a cursar não tem direito de prestar o exame final, independentemente dos resultados obtidos no aproveitamento.
É considerado retido a partir do 2º ano do ensino fundamental até o último ano do ensino médio o estudante com :
I – frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas para aprovação, independentemente dos resultados obtidos no aproveitamento;
II – média final inferior a 5,0 (cinco), após exame final.
O Projeto EJA Conectando Saberes tem critérios específicos de avaliação
que constam nna Ementa do Curso, bem como os Cursos profissionalizantes.
11 - Acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem
Em consonância com os Parâmetros
Curriculares Nacionais e o Referencial Curricular da rede Estadual de Mato
Grosso do Sul, a Escola se dispõe a efetivar um ensino que respeite as
diversidades e considere a necessidade de condicionar aos estudantes, o acesso
ao conjunto de conhecimentos socialmente elaborados e reconhecidos como
necessários ao exercício da cidadania.
O modelo pedagógico aplicado na escola
consiste fundamentalmente em:
Desenvolver em seu aluno a função de
pensar em tudo que se relacione consigo e com a vida;
Propiciar a formação de uma consciência clara a respeito de sua responsabilidade frente à vida de seus semelhantes e do mundo.
Propiciar a formação de uma consciência clara a respeito de sua responsabilidade frente à vida de seus semelhantes e do mundo.
- Instrumentalizar
o aluno cientificamente. O referencial teórico que determina o modelo
pedagógico é centrado no aluno como sujeito do seu conhecimento, através
de experiências, pesquisas, dinâmica de apresentações e trabalhos em
projetos em que o saber deve estar a serviço da comunidade e da sociedade.
- Assegurar
recursos e serviços educacionais, organizados institucionalmente para
apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os
serviços educacionais comuns, com vistas a garantir a educação escolar e o
desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam
necessidades educacionais especiais;
- Propiciar
interação entre os pais e a comunidade escolar em prol da educação de seus
filhos, atendendo todas as necessidades levantadas;
- Promover
eventos festivos de interesse da comunidade;
- Envolver
a equipe escolar, a comunidade e os pais nas atividades diferenciadas de
forma cooperativa e harmoniosa;
11.1 Planejamento
Docente
- Planejar
é estar pronto para responder aos desafios da mudança. Ele romper
paradigmas, sustentar a liderança, possui uma filosofia comum, caminha
rumo ao sucesso e competência.
- Reflexão
sobre alguns problemas vivenciados na escola quando a questão é Planejar:
- Segundo
Celso dos S. Vasconcellos (2004): Há uma ambiguidade na prática dos
professores, pois ao mesmo tempo em que não negam a importância do
planejamento, percebem sérias limitações em sua realização. Outras vezes,
há uma polarização entre os “especialistas” e os professores: Os primeiros
defendendo ferreamente o planejamento e os últimos fazendo de tudo para se
livrarem dele.
- Porém,
apesar das diferentes opiniões encontradas há um compromisso da equipe em
realizar os planejamentos propostos pela SED/MS, que hoje acompanhando a
evolução e progresso do novo sistema on-line, traz praticidade, economia
de recursos, amenizando questões burocráticas. O sistema de planejamento é
analisado pelo coordenador num prazo de no máximo sete dias, antes do
início do mesmo. Ao analisar o planejamento o coordenador poderá Aprovar
ou colocar como Pendência, onde o professor deverá realizar as devidas
correções em prazos pré-estabelecidos.
- Nesse
sentido, o planejamento é um esforço disciplinado para produzir decisões e
ações fundamentais para a escola. Trata-se de uma ferramenta gerencial
utilizada com o propósito de auxiliar a escola a realizar melhor o seu
trabalho. É um processo racional para alcançar objetivos de forma variável
rápida e econômica possível.
- No
que tange ao Diário, os professores iniciaram com o sistema de diário on-line
onde é lançado no decorrer das aulas o conteúdo ministrado, frequência e
notas dos estudantes.
11.2 Metodologias de
Ensino
Buscando oferecer uma educação de
qualidade, e em consonância com os Parâmetros Curriculares Nacionais a Escola
se dispõe a efetivar um ensino que respeite as diversidades e considere a
necessidade de condicionar aos estudantes o acesso ao conjunto de conhecimentos
socialmente elaborados e reconhecidos como necessários ao exercício da
cidadania.
O modelo pedagógico aplicado na escola consiste fundamentalmente em:
• Desenvolver em seu aluno a função de pensar em tudo que se relacione consigo e com a vida;
• Propiciar a formação de uma consciência clara a respeito de sua responsabilidade frente a vida de seus semelhantes e do mundo.
• Instrumentalizar o aluno cientificamente. O referencial teórico que determina o modelo pedagógico é centrado no aluno como sujeito do seu conhecimento, através de experiências, pesquisas, dinâmica de apresentações e trabalhos em projetos em que o saber deve estar a serviço da comunidade e da sociedade.
• Assegurar recursos e serviços educacionais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, com vistas a garantir a educação escolar e o desenvolvimento das potencialidades dos estudantes que apresentam necessidades educacionais especiais.
• O professor deverá capacita-se e
aprimorar seus conhecimentos para que possa ensinar de maneira diferenciada os conteúdos
com maior dificuldade. Nessas aulas serão utilizados os recursos tecnológicos e
midiáticos visando melhorar o aproveitamento didático.
11.3 Definição das
orientações pedagógicas
Para desenvolver um trabalho de
acompanhamento sistemático das Orientações Pedagógicas se faz necessário a
elaboração de um plano de trabalho. Cuja consonância deve estar ligada com
outros elementos necessários para a construção desse plano: Projeto
Político-Pedagógico (PPP) ou Proposta Pedagógica (PP), Plano de Desenvolvimento
da Escola (PDE), e no Regimento Escolar (RE).
Nesta perspectiva buscamos atingir os
objetivos propostos e alcançar as metas estabelecidas:
Objetivo Geral
Objetivo Geral
Proporcionar o desenvolvimento contínuo
e global (Ciência e Tecnologia) do processo educativo, despertando o senso
crítico do educando e preparando-o para ser um cidadão participativo e
responsável na sociedade em transformação.
Específicos
- Melhorar o processo de ensino aprendizagem;
- Adquirir condições básicas para a pesquisa;
- Ser receptivo a críticas e avaliações;
- Propiciar meios para especializações, aperfeiçoamento e atualizações dos funcionários dessa unidade escolar;
- Incentivar a pesquisa de temas relevantes;
- Revisar conceitos e conhecimentos básicos ministrados no decorrer do ano;
- Melhorar o processo de ensino aprendizagem;
- Adquirir condições básicas para a pesquisa;
- Ser receptivo a críticas e avaliações;
- Propiciar meios para especializações, aperfeiçoamento e atualizações dos funcionários dessa unidade escolar;
- Incentivar a pesquisa de temas relevantes;
- Revisar conceitos e conhecimentos básicos ministrados no decorrer do ano;
- Elaborar um programa de ensino
condizente com a realidade do meio onde a Escola se encontra e promover
aperfeiçoamento pedagógico dos envolvidos no processo ensino/aprendizagem,
contribuindo assim, para que seja atingido um nível de satisfação pessoal entre
todos os elementos envolvidos no processo educacional, através da perfeita
harmonia e entrosamento dos mesmos, fornecendo um clima de participação ativa
da comunidade e escola de forma integrada.
11.4
Projetos e Programas ofertados
PDE;
Sensibilizar para preservar
JIME;
Trânsito;
Bullying;
Dengue;
OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das
Escolas Públicas);
Projetos extracurriculares ofertado pela SED:
Xadrez, judô e voleibol.
Projeto de Dança (Artes Cênicas UFGD);
Festa do dia das mães;
Festa Junina;
Projeto Família na Escola;
Mostra Cultural;
Sarau;
Caminhos da Energia;
FECAME (Festival da Canção do Menodora);
Folclore ( Ensino Fundamental);
Solidariedade Sustentável
Bienal de Arte/ UNIARTE
Aprender Brincando;
SOS Arnulpho Fioravante
Cultura afro/afrodescendente brasileira;
Leitura;
PIBID (Matemática, Química, Biologia, Física,
Língua Estrangeira Moderna - Inglês)
PDE
O PDE Escola é um programa de
apoio à gestão escolar baseado no planejamento participativo e destinado a auxiliar
as escolas públicas a melhorar a sua gestão. Para as escolas priorizadas pelo
programa, o MEC repassa recursos financeiros visando apoiar a execução de todo
ou de parte do seu planejamento.
A ferramenta utilizada pelas
escolas para realizar o seu planejamento é o PDE Interativo, um módulo
disponível no SIMEC. O PDE Interativo foi desenvolvido com base na metodologia
do PDE Escola, mas a partir de 2012 o PDE Interativo vem atender às
solicitações encaminhadas por diversas secretarias de educação que desejavam
utilizar a metodologia de planejamento do PDE Escola em toda a sua rede,
independente do repasse de recursos federais.
Neste
sentido, a principal diretriz adotada pelo MEC para implementar esta ideia foi
oferecer uma ferramenta de fácil acesso e compreensível por todos aqueles que
compõem a comunidade escolar, sem a obrigatoriedade de realizar formações
presenciais. O objetivo do Ministério da Educação é fortalecer a gestão escolar
democrática e participativa, envolvendo efetivamente todos os segmentos que
podem ajudar a construir uma escola pública cada vez melhor.
EDUCAÇÃO E ENSINO PARA O TRÂNSITO
De acordo com a Resolução/ SED nº
2037 de 07 de novembro de 2006 e o Parecer Orientativo do CEE/MS nº 136 de
24/10/2006 o Código de Trânsito Brasileiro estipulou como políticas de Educação
e Ensino para o Trânsito de Mato Grosso do Sul a inserção do conteúdo
“Trânsito” na Proposta Pedagógica com vistas a transformação de valores,
comportamentos e atitudes que conduzam a uma nova cultura orientadas para o
respeito as leis, ao meio ambiente à saúde e principalmente a vida. Dentro
desse contexto a escola promoverá a educação para o trânsito desde o 1º Ano ao
Ensino Médio, por meio de planejamento e ações integradas ao diversos órgãos do
Sistema Nacional de Trânsito. A Educação para o Trânsito inclui a percepção da
realidade e a adaptação, assimilação e incorporação de novos hábitos e atitudes
frente ao trânsito. Pressupõe-se uma metodologia de aprendizagem continuada no
Ensino Médio e no Ensino Fundamental com projetos educativos e desenvolvimento
de conteúdos pertinentes e sistematizados.
Nas atividades práticas em sala de aula os
estudantes realizam produções textuais, confecção de cartazes, faixas,
seminários e nas atividades extraclasse os estudantes realizam uma campanha de
mobilização com distribuição de panfletos para conscientização da comunidade
local.
Além das atividades didáticas desenvolvidas, a
escola participa do Projeto Transitando e o Projeto Cidade Educadora.
CULTURA AFRO/AFRO-BRASILEIRA/ SUL
MATO-GROSSENSE
A promulgação da Lei 10.639 de 09
de janeiro de 2003, que inclui no currículo oficial da Rede de Ensino a
obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” estabelece que
o conteúdo programático a ser desenvolvido pela escola deverá conter o estudo
da História da África por africanos, a luta dos negros no Brasil, resgatando a
contribuição do povo negro na área social, econômica e política
pertinente à História do Brasil. Dessa forma a escola pretende refletir o pensamento
dos negros, através de atividades curriculares durante o decorrer do ano
letivo, de forma interdisciplinar valendo-se de diferentes formas de
transmissão do conhecimento a fim de assegurar a cidadania.
Nesse sentido, a responsabilidade
da Escola Menodora é de providenciar meios para inserir temas relevantes da
história de resistência do povo negro. Nessa perspectiva deve ter como base o
diálogo, principal instrumento como prática de liberdade. Esse diálogo começa
na busca do conteúdo programático em que deverão ser privilegiados temas
significativos para a compreensão da História da África e da situação do negro
no Brasil. Ao abordar diferentes assuntos os professores estarão contribuindo
para eliminação de preconceitos e discriminação propiciando aos alunos negros
oportunidades de se fortalecerem no direito de serem mais valorizados e
culturalmente respeitados. Só assim, será possível transformar a escola em um
espaço democrático onde o aluno possa ter oportunidade de ver sua história e a
sua imagem refletida positivamente.
Em consonância com o Parecer nº
235/06 e conforme os Parâmetros Curriculares que norteiam as atividades
escolares para garantir a igualdade do ponto de vista da cidadania e ao mesmo
tempo a diversidade como direito. A escola privilegia a formação e consolidação
de uma cultura de paz, baseada na tolerância, no respeito aos direitos humanos
universais e da cidadania compartilhada por todos os brasileiros, neste
contexto a cultura sul-mato-grossense é ministrada de forma interdisciplinar nas
suas mais diversas manifestações.
Esta unidade escolar desenvolve
atividades destacando o papel do homem num determinado tempo que revitaliza a
memória das comunidades locais. Enfim, preocupa-se em apresentar a cultura do
Estado a partir da cultura primitiva, cultivada pelas tribos indígenas, que
atraídas pelos brancos, vêm sofrendo a aculturação; a cultura rústica, semeada
pelo homem do campo, que encontra-se progressivamente infiltrada de elementos
urbanos; e a cultura urbana moderna, que semelhantemente ao restante do país,
encontra-se apegada aos modelos do mundo ocidental.
COMBATE AO BULLYING NA ESCOLA
O objetivo do projeto é mobilizar
a comunidade escolar para ações de sensibilização e conscientização pautadas
nas mudanças de postura e de atitudes, alcançando, desta forma, o combate ao
bullying.
Objetivos
* Resgatar no aluno os valores presentes de cada cultura existente;
* Promover atividades motivadoras e de descontração;
* Proporcionar aulas diferenciadas e dinâmicas;
* Criar clima de confiança e cumplicidade no qual o aluno Participe efetivamente de seu aprendizado;
* Motivar o aluno para o trabalho coletivo;
* Envolver os alunos nos trabalhos de pesquisa;
* Oportunizar palestras sobre temas relevantes e atuais;
* Ampliar a visão de mundo do aluno;
* Possibilitar a vivência de emoções interagindo com a diversidade.
* Resgatar no aluno os valores presentes de cada cultura existente;
* Promover atividades motivadoras e de descontração;
* Proporcionar aulas diferenciadas e dinâmicas;
* Criar clima de confiança e cumplicidade no qual o aluno Participe efetivamente de seu aprendizado;
* Motivar o aluno para o trabalho coletivo;
* Envolver os alunos nos trabalhos de pesquisa;
* Oportunizar palestras sobre temas relevantes e atuais;
* Ampliar a visão de mundo do aluno;
* Possibilitar a vivência de emoções interagindo com a diversidade.
JIME ( Jogos Internos da Escola Menodora)
Os jogos internos da escola Menodora, tem como foco proporcionar interação entre corpo docente e discente, estimulando a prática esportiva com fins educativos e formativos. Com objetivo de promover intercâmbio entre os participantes, procurando o desenvolvimento técnico e tático das modalidades: voleibol, handebol, basquete, futsal, queimada.
Os jogos internos da escola Menodora, tem como foco proporcionar interação entre corpo docente e discente, estimulando a prática esportiva com fins educativos e formativos. Com objetivo de promover intercâmbio entre os participantes, procurando o desenvolvimento técnico e tático das modalidades: voleibol, handebol, basquete, futsal, queimada.
PROJETO DE LEITURA
“Projeto de Leitura” trata-se de
um projeto de leitura voltado para os anos finais do ensino fundamental e
ensino médio. O propósito foi incentivar o hábito da leitura.
Para os anos finais do Ensino
Fundamental e Médio é proposto o trabalho de propaganda com obras literárias. O
estudante escolhe determinada obra e após a leitura apresentá-la de acordo com
os requisitos solicitados.
SENSIBILIZAR PARA PRESERVAR
O projeto tem por objetivo
estudar e conhecer os diferentes ambientes naturais, sendo eles conservados ou
degradados. A parte teórica do projeto será realizada em ambiente escolar,
através vídeos, imagens, textos informativos e reportagens. Para atividades
práticas os alunos realizarão pesquisa de campo e visitas técnicas, onde
poderão observar e compreender o assunto estudado, melhorando o conhecimento
adquirido.
FESTA DAS MÃES
Momento de integração e
socialização da escola com a família, a fim de homenagear as mães e/ou
responsável.
FESTA JUNINA
Resgatar a tradição/memória das festas juninas,
através de: comidas típicas, danças, músicas regionais e a socialização da
comunidade escolar.
DEVERES CÍVICOS
Resgatar os valores pátrios enquanto cidadão
crítico e participativo.
MOSTRA CULTURAL
O projeto tem por finalidade
conhecer as diversas linguagens artísticas, permitindo que os alunos se
expressem a partir das modalidades que conheceram e assim possam realizar suas
produções individuais e coletivas, interagindo com grupos culturais de várias
etnias. Será dedicada uma semana para apreciação das produções realizadas
no decorrer do ano letivo, propiciando ao mesmo uma semana diferente em que ele
é o artista.
S.O.S PARQUE ARNULPHO FIORAVANTE
Objetivos:
- sensibilizar, especialmente, os
alunos dos 9º Anos, bem como os demais segmentos da comunidade escolar da
Escola Menodora, sobre a necessidade de desenvolver o seu trabalho pedagógico
de forma a convencer os seus membros de que devemos refletir sobre as práticas
ecologicamente corretas globalmente, porém, ter a clareza que a nossa ação
transformadora se dá localmente;
- formular políticas públicas que
sensibilize a comunidade escolar a empreender a luta permanente pela
preservação, revitalização e a recomposição da fauna e da flora do Parque
Arnulpho Fioravante;
CAMINHOS DA ENERGIA
A questão da energia deve ser tratada de forma multidimensional, que,
aliás, se reflete na sua presença em todas as atividades do homem. Essa pluralidade de dimensões requer
uma abordagem multidisciplinar, com a interação de diferentes áreas do saber
científico.
A interdisciplinaridade se dá na relação entre as matérias e não
nelas separadamente para explicarem o mesmo assunto.
OBJETIVO GERAL
·
Sensibilizar a comunidade escolar, em
especial, estudantes do 2o Ano do Ensino Médio sobre a importância
de construir maneiras eficientes de geração de energia elétrica.
Energias no Brasil
•
Tema 1: Hidrelétrica
•
Tema 2: Energia solar e energia eólica
•
Tema 3: Energia nuclear
•
Tema 4: Termoelétrica e Biocombustíveis
GRUPOS
INTERNOS
•
Energia elétrica
•
Os recursos hídricos e a produção de energia elétrica
•
Produção de biocombustíveis no Brasil
•
pró-álcool e outros programas
•
Termologia
•
Termoquímica
•
Fontes alternativas de energia
•
Recursos minerais
•
Energia proveniente do petróleo, carvão e outros minerais
•
Questões políticas e econômicas relacionadas à produção e consumo de energia
•
Problemas ambientais relacionados à produção e ao consumo de energia
SARAU
Os professores de Literatura,
Língua portuguesa e Produção Interativa, com o apoio da Coordenação Pedagógica,
desenvolverão atividades de leitura, interpretação de textos literários para
apresentações no dia do SARAU. Todos os turnos serão envolvidos.
Além das apresentações de obras
literárias, serão apresentadas outras modalidades como música, teatro amador,
dança, poesias...
Após as apresentações
programadas, os professores reunir-se-ão em grupos para comentar sobre livros
lidos (trocar ideias e sugestões de leituras).
As apresentações serão no período
noturno. Haverá uma preparação no gramado com tochas de bambu fincadas no chão
em que haverá um recipiente com óleo para queimar, instalar-se-á algumas
lâmpadas para maior iluminação e serão colocados tapetes no chão para que os
alunos, e quem mais quiser, sentar-se com eles. Também haverá uma mesa
com os comes e bebes a parte.
OBMEP
(Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas)
A Olimpíada Brasileira de Matemática das
Escolas Públicas (OBMEP) é
uma realização do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA - e
tem como objetivo estimular o estudo da matemática e revelar talentos na área.
Em 2017, as escolas privadas de todo o Brasil estão sendo
convidadas a participar da OBMEP.
PROJETO
FAMÍLIA NA ESCOLA;
O envolvimento e
a participação da família no ambiente escolar é um componente importante para o
sucesso do processo de ensino e aprendizagem e para a garantia da qualidade de
vida da criança, assegurando a sua saúde, lazer e segurança em casa e na escola.
O ambiente escolar tem sem dúvida, uma função importantíssima, enquanto
instituição educativa, porém, sem o envolvimento da família na vida do aluno e
nas atividades da escola, tal função perde sua força. Por isso se faz
necessário que a família procure acompanhar o desenvolvimento da criança em
todo o seu processo de aprendizagem, participando das ações promovidas na
escola e atuando ativamente na educação da criança, garantindo o mínimo
necessário para seu desenvolvimento.
OBJETIVO
GERAL
Desenvolver um
trabalho coletivo no ambiente escolar envolvendo a família nas atividades da
escola e estimulando a sua participação no processo ensino-aprendizagem como
parceiros e colaboradores conscientes além de estimular a valorização e
respeito nas famílias e seus membros.
FECAME
(Festival da Canção do Menodora);
Este
projeto visa atrair os estudantes da Escola para a música, resgatando neles o
espírito de equipe e revelando talentos. Assim, nossos estudantes serão
contemplados com o ingresso na arte da música e terão oportunidade de
desenvolver sociabilidade, sensibilidade musical, apresentar, apreciar e
identificar diferentes estilos musicais como forma de aprimorar seus padrões
culturais e ainda estimular e enriquecer sua linguagem.
OBJETIVO
O
principal objetivo deste projeto é incentivar os alunos desta escola a não
apenas revelarem-se como cantores, instrumentistas, intérpretes e compositores,
como também reaver o incentivo por parte dos demais colegas aos jovens talentos
da escola na área musical, sem deixar de lado a motivação pelos estudos e o
interesse pelas práticas e eventos escolares.
SOLIDARIEDADE
SUSTENTÁVEL
Este projeto tem como proposta de
atividade diferenciada visando atrair os estudantes da Escola para o trabalho
social por meio da confecção de brinquedos com material reciclável e posterior
doação dos mesmos a instituições que atendem crianças carentes na cidade de
Dourados – MS.
OBJETIVOS
·
Estimular a criatividade e a coordenação
motora fina por meio da confecção e manuseio dos materiais e brinquedos que
serão confeccionados;
·
Promover a solidariedade através do ato
de doação dos trabalhos feitos, a crianças em situações menos favorecidas.
·
Propiciar vivências para o crescimento
pessoal dos alunos que realizarão a entrega dos brinquedos diretamente para as
crianças das instituições contempladas.
BIENAL DE
ARTE/ UNIARTE
·
Proporcionar momentos de apreciação de obras
artísticas feita por acadêmicos do Curso de Artes Visuais.
·
Ampliar o seu conhecimento, já que serão abordadas
temáticas que fazem refletir a ciência, a geografia, a matemática, a
sociologia, filosofia, enfim, todas as áreas de conhecimento.
·
Permitir ao aluno estar em contato com obras que
compõe o cenário da Arte Contemporânea nacional/internacional.
·
A Bienal só acontece a cada dois anos e os alunos
estão no 3º ano, eles não terão nova oportunidade de conhecer a Bienal de forma
agradável e econômica, como é no caso de uma excursão.
·
Estudaram arte por toda a educação básica sem nunca
estar em contato com ela, vendo as obras apenas nos livros, redes sociais,
revistas, televisão, entre outros.
APRENDER
BRINCANDO
Em
uma sala de aula é comum termos alunos que não conseguem acompanhar os demais
colegas na aprendizagem da disciplina de Língua Portuguesa. Por isso o seguinte
projeto tem o intuito de promover aulas extraclasse para estudantes que possuem
dificuldades, devido a fatores que não são ligados a causa biológica.
Nossas
aulas terão a metodologia toda voltada para o lúdico contando com o auxilio de
ferramentas mediáticas. A proposta é oportunizar o aluno a sair do processo da
sala de aula para um ambiente mais prazeroso. A ideia de uma situação educativa
cooperativa e interacional leva o alunado a descobrir uma fonte de prazer na
hora de aprender.
PROJETOS
EXTRACURRICULARES OFERTADO PELA SED: XADREZ, JUDÔ E VOLEIBOL
O projeto é ofertado pela Secretaria de
Estado de Educação através da FUNDESPORTE nas escolas públicas com:
Finalidade: A Fundação de Desporto e Lazer de
Mato Grosso do Sul – FUNDESPORTE tem por finalidade fomentar, planejar,
executar e difundir programas, projetos, e atividades destinadas ao
desenvolvimento do esporte, bem como promover iniciativas para o aumento das
oportunidades de lazer esportivo no Estado de Mato Grosso do Sul.
Objetivo: Atuar como entidade responsável pela
gestão das políticas públicas de esporte e lazer do Estado de MS, fomentar,
promover, orientar e apoiar a pratica e difusão das manifestações esportivas e
do lazer, em colaboração com órgãos e entidades públicas ou privadas
Financiamento das Atividades: As atividades são financiadas com
recursos oriundos do Fundo de Investimento Esportivo – FIE e recursos
transferidos da União da Lei Pelé.
PIBID
(Matemática, Química, Biologia, Física, Língua Estrangeira Moderna - Inglês)
Programa
Instituição de Bolsas de Iniciação a Docência. Programa que permite o aluno uma
experiência no ambiente escolar, no contato com os alunos, antes de se formar.
Os projetos
desenvolvidos pelos pibidianos devem promover a inserção dos estudantes no
contexto das escolas públicas desde o início da sua formação acadêmica para que
desenvolvam atividades didático-pedagógicas sob orientação de um docente da
licenciatura e de um professor da escola.
FOLCLORE
( Ensino Fundamental);
O Dia 22
de agosto é marcado por várias comemorações em todo território nacional. Nas
escolas são realizadas atividades diversas cujo objetivo principal é
passar adiante a riqueza cultural de nosso folclore.
Os
alunos fazem pesquisas, trabalhos e apresentações, destacando os contos
folclóricos e seus principais personagens. É o momento de contarmos e ouvirmos
as histórias do Saci-Pererê, Mula-sem-cabeça, Curupira, Boto, Boitatá, etc.
PROJETO
DE DANÇA (ARTES CÊNICAS UFGD);
O projeto de dança é ofertado aos
alunos do matutino no contraturno todas
as sextas-feiras. A parceria é realizada com a Universidade Federal da Grande
Dourados através do acadêmico Mateus, na modalidade de dança acrobática e
atende a 20 alunos.
11.5
Interdisciplinaridade
Visando superar a fragmentação do
saber, dividido em disciplinas, enfatizando a interdisciplinaridade dos
conhecimentos e a construção integrada de saberes, competências e valores que
perpassam, de forma interdisciplinar, o conjunto do saber-fazer, a escola parte
do princípio de que todo conhecimento mantém um diálogo permanente com outros
conhecimentos. E as disciplinas devem ser didaticamente solidárias, de forma
que disciplinas diferentes estimulem competências comuns.
Contextualizar o conteúdo a ser
aprendido significa assumir que o conhecimento envolve uma relação entre
sujeito e objeto, envolve áreas ou dimensões presentes a vida pessoal, social e
cultural. Além disso, mobiliza competências cognitivas já adquiridas.
Com isso a escola se organiza para
trabalhar com os seguintes temas transversais:
11.7 – Sala de
Recursos Multifuncional
Sala Multifuncional
área da surdez (Português, Matemática e Libras)
Existem inúmeras diferenças estruturais
entre a língua portuguesa e a língua de sinais, além disso, é importante levar
em conta que como estão aprendendo uma segunda língua, os surdos apresentarão
dificuldades semelhantes às dos estudantes de uma língua estrangeira.
É importante garantir no projeto político
pedagógico a questão pertinente à educação especial, (Área de Língua brasileira
de Sinais – Libras) como modalidade de ensino e que o ensino da libras seja
garantida como primeira língua – L1, pois é a língua pela qual o surdo pode se
comunicar e se apropriar do conhecimento. Propõe-se ainda que a unidade escolar
possa oferecer para a comunidade o curso de libras como segunda língua para que
todos tenham como se comunicar com os alunos surdos, valorizando ainda mais o
trabalho dessa instituição que é referência no atendimento ao aluno surdo.
11.a - Conselho de Classe
Art. 29. Com a finalidade de orientar o
trabalho pedagógico da escola, é realizado, bimestralmente, a cada ano, o
Conselho de Classe, com vistas a redimensionar o trabalho docente ao alcance da
aprendizagem dos(as) estudantes.
Art. 30. O Conselho de Classe é uma
instância colegiada de natureza consultiva e deliberativa integrante da
estrutura das escolas estaduais, com função específica de sugerir medidas
adequadas à aprendizagem e à avaliação do rendimento escolar, com as seguintes
prerrogativas:
I- análise do
processo de aprendizagem desenvolvido e com a proposição de ações para a sua
melhoria;
II- avaliação da
prática docente, no que se refere à metodologia, aos conteúdos programáticos e
à totalidade das atividades pedagógicas realizadas;
III- avaliação
dos(as) envolvidos(as) no trabalho educativo e a proposição de ações para a
superação das dificuldades;
IV- definição de
novos critérios para a avaliação e sua revisão, quando necessário;
V- apreciação, em
caráter deliberativo, dos resultados das avaliações dos(as) estudantes
apresentados individualmente pelos(as) docentes;
VI- decisão pela
promoção ou retenção dos(as) estudantes.
Art. 31. O Conselho
de Classe será composto por:
I- docentes da turma;
II- direção da escola
ou seu representante;
III- coordenação
pedagógica;
IV- estudantes,
quando for o caso;
V- pais ou
responsáveis, quando for o caso.
Art. 32. O Conselho
de Classe será realizado, ordinariamente, por turma, bimestralmente, nos
períodos que antecedem ao registro definitivo do rendimento dos(as) estudantes
no processo de apropriação de conhecimento.
Art. 33. A
coordenação dos trabalhos do Conselho de Classe será assumida pela coordenação
pedagógica, ou na falta desta por um(a) docente escolhido(a) entre os(as)
participantes do colegiado.
Art. 34. O Conselho
de Classe tem por competência:
I- analisar os dados
resultantes da avaliação da aprendizagem dos(as) estudantes;
II- identificar as
causas do processo de aprendizagem do(a) estudante com resultados
insuficientes, sugerindo alternativas para saná-las;
III- acompanhar o
processo de aprendizagem dos(as) estudantes e analisar seus resultados, a fim
de aperfeiçoá-lo;
IV- analisar o
desempenho da turma como um todo, tendo como parâmetro a organização dos
conteúdos e o plano de aula do(a) docente;
V- proceder a uma
análise criteriosa do rendimento escolar do(a) estudante, por todos os
participantes do conselho;
VI- sugerir
encaminhamentos metodológicos para o próximo bimestre;
VII- decidir sobre o
significado dos símbolos ou conceitos utilizados nas transferências de
estudantes oriundos de outras instituições de ensino.
Art. 35. O trabalho a
ser desenvolvido pelo conselho de classe deve ser coerente e com observância de
aspectos que podem interferir no campo de decisão do colegiado, com vistas à:
I- provisão de meios
de aprendizagem àqueles(as) com baixo rendimento escolar;
II- análise conjunta
para definição de metodologia e de critérios de avaliação adotados(as)
pelos(as) docentes, conduzindo-os a uma autoavaliação de sua prática, a fim de
cumprir e garantir a eficácia do Projeto Político-Pedagógico da escola;
III- decisão sobre as
situações limítrofes dos(as) estudantes, após exame final, caso possam ficar
retidos.
Parágrafo único.
Situação limítrofe é o número de pontos necessários para aprovação do
estudante, quando não foi atingida a nota mínima exigida para aprovação.
Art. 36 O Conselho de
Classe reunir-se-á, ordinariamente, ao final de cada bimestre e,
extraordinariamente, quando convocado.
§ 1º Para as ações do
Conselho de Classe terem efeito legal será necessária a presença do(a)
diretor(a) ou diretor(a)-adjunto(a), do(a) coordenador(a) pedagógico(a) e, no
mínimo, de 70% (setenta por cento) do corpo docente.
§ 2º A porcentagem
mínima estabelecida no parágrafo anterior será extensiva ao corpo discente
quando da participação de todos(as) os(as) estudantes da turma, se houver.
Art. 37. A reunião do
Conselho de Classe após o exame final deverá contar com 80% do corpo docente.
Art. 38. Fica
impedido ao Conselho de Classe deliberar sobre a aprovação com o limite de
faltas acima do percentual previsto em lei.
Art. 39. Em se
tratando de estudante que após a realização dos exames finais persistirem em
situações limítrofes, deve ser tomada decisão conjunta e coerente do conselho
para a possibilidade de alteração dos resultados do rendimento escolar.
Parágrafo único. Para o cumprimento do caput deste artigo deve ser respeitado o
índice de 80% de aprovação nos demais componentes curriculares e/ou disciplinas
pelo(a) estudante e anuência da direção e coordenação pedagógica.
Art. 40. O(a) docente
responsável pelo componente curricular e/ ou disciplina da retenção, após exame
final, poderá deixar de participar do Conselho de Classe, tendo em vista que já
foi expresso o resultado do rendimento escolar por esse profissional. Parágrafo
único. O colegiado do Conselho de Classe é soberano na decisão de situações limítrofes
e o(a) docente envolvido(a) nessa situação deverá acatar a decisão desse
colegiado.
Art. 41. As
atividades do Conselho de Classe devem ser registradas em ata de ocorrência e
assinada por todos os participantes.
Art. 42. Quando da
reunião do Conselho de Classe, com o objetivo de deliberar sobre a aprovação ou
não do(a) estudante, por razão de situação limítrofe, deverão ser adotados os
seguintes procedimentos:
I- elaborar um novo
canhoto fazendo constar neste somente os(as) estudantes que foram
considerados(as) aprovados(as) na reunião do Conselho de Classe;
II- registrar o
aproveitamento com o valor mínimo igual ao exigido no exame final, para
aprovação;
III- observar
no novo canhoto dados sobre a ata da reunião do Conselho de Classe, constando
número, data e assinaturas dos(as) participantes;
IV- manter
inalterado o primeiro canhoto dos resultados do exame final, elaborado pelo(a)
professor(a) que motivou a retenção;
V- arquivar os
canhotos do exame final e do Conselho de Classe juntamente com os demais da
mesma turma e ano.
Art. 43. Os
procedimentos previstos no artigo anterior deverão ser adotados antes da
inserção dos dados no Sistema de Gestão e Dados Escolares – SGDE.
Art. 44. Quando do
cálculo da média final, deverão ser considerados os dois canhotos, sendo:
I - o
inicialmente elaborado pelo(a) docente, no qual não houve alteração por decisão
do Conselho de Classe;
II - o novo,
elaborado pelo(a) coordenador(a) do Conselho de Classe, conforme decisão
tomada.
Art. 45. Quando da
expedição de qualquer documento escolar, deve ser transcrito o que consta na
ata de resultados finais, sem a necessidade de observação sobre o processo de
aprovação pelo Conselho de Classe.
12 - Indicadores de qualidade
Indicadores da qualidade na educação é resultado da parceria de várias
organizações governamentais e não governamentais e baseiam-se nos seguintes
itens: ambiente educativo, prática pedagógica e de avaliação, ensino e
aprendizagem da leitura e da escrita, gestão escolar democrática e formação e
condições de trabalho dos profissionais da escola. Onde os resultados são
apresentados nos índices de avaliações tanto interna como externa.
As avaliações externas ou de larga escala são: SAEB, SAEMS, PROVA
BRASIL.
As avaliações internas ou institucional são as realizadas no rendimento
escolar baseados em dados estatísticos e aproveitamento escolar.
IDEB - ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
ANO
|
2005
|
2007
|
2009
|
2011
|
2013
|
2015
|
RESULT.
|
3.0
|
4.1
|
3.7
|
3.4
|
3.9
|
4.1
|
SAEMS - LÍNGUA PORTUGUESA
ANO
|
2011
|
2012
|
2013
|
1º ANO
|
263.5
|
261.1
|
261.4
|
2º ANO
|
-
|
280.9
|
255.2
|
3º ANO
|
289.2
|
291.1
|
288.4
|
SAEMS - MATEMÁTICA
ANO
|
2011
|
2012
|
2013
|
1º ANO
|
271.7
|
260.9
|
263.4
|
2º ANO
|
-
|
283.0
|
274.0
|
3º ANO
|
285.1
|
284.2
|
291.2
|
PRODUÇÃO DE TEXTO - SAEMS
NOTA
|
2012
|
1º ANO
|
6.1
|
2º ANO
|
6.5
|
3º ANO
|
6.5
|
13 - Formação continuada
O contexto de um sistema nacional de
educação, a formação, o desenvolvimento profissional e a valorização dos
trabalhadores da educação é prioridade essencial não somente pelas políticas de
formação do profissional mas também como um direito de todos, uma vez que não
só possibilita a progressão continuada, mas também se estende a discussão da
escola como um todo e suas relações com a sociedade. A formação continuada deve
estar centrada na escola e não deve limitar-se ao conteúdo curricular mas
abordar questões como cidadania, gestão democrática, avaliação, metodologia de
pesquisa e ensino e novas tecnologias de ensino.
Veiga & Carvalho afirma que: “O
grande desafio da escola, ao construir sua autonomia deixando de lado seu papel
de mera “repetidora” de programas
de treinamento, é ousar assumir o
papel predominante na formação dos profissionais”.
Nos aspectos administrativos e organizacionais,
o relacionamento existente entre os servidores em geral da Unidade Escolar pode
ser considerado satisfatório. Bem como satisfatório é o relacionamento
dos servidores com os pais e alunos na maioria das vezes.
Para o segmento do técnico-administrativos,
a atividade desenvolvida na escola representa o meio principal de sustento, mas
os mesmos gostariam de participar de capacitação e/ou aperfeiçoamento
profissional. Por acreditarem na necessidade de uma identificação e maior
segurança dentro da escola.
Para melhorar os serviços e o
atendimento se faz necessário oportunizar cursos e palestras que venham
subsidiar as ações dentro do trabalho melhorando assim, também, o
relacionamento entre os mesmos, no intuito de maior produtividade e eficiência.
Os funcionários são incentivados a participar de cursos de atualização
promovidos pela SED, sendo que partes do grupo foram pioneiros no Projeto
Pró-funcionários e atualmente os que não foram capacitados na primeira
oportunidade estão sendo capacitados.
No cronograma de Plano de ação estão
previstas atividades que atendem à formação/atualização dos professores, nas
diversas áreas/setores, o que proporciona condições para o devido
aperfeiçoamento considerando a necessidade atual de reflexão sobre suas práticas
e multiplicidade de conhecimentos de forma a propiciar aos alunos uma abordagem
mais significativa e contextualizada, garantindo, assim, um processo dinâmico
de discussão, análise e elaboração contínua para a apropriação de proposta de
interdisciplinaridade e transversalidade que deve permear o trabalho do
professor na intenção de tornar mais claros as direções teóricas deste estudo.
Os trabalhos desenvolvidos pela própria
unidade escolar estão voltados à atualização dos professores e demais funcionários
no tocante a organização e funcionamento das atividades escolares, os quais
acontecem no período das jornadas pedagógicas. E nas horas atividades de cada
Componente Curricular foi organizada capacitação para os professores e
atividades que são incentivadas e ou desenvolvidas no decorrer do ano letivo,
das quais podemos destacar a Web Conferencia, Formação continuada oferecida
pela SED, na garantia de resultados condizentes com os objetivos propostos para
a Unidade Escolar. Existem ainda as formações financiadas pelo PDE - Plano de
Desenvolvimento da Escola e PROEMI. Através dos recursos recebidos, a escola
tem disponibilizado revistas periódicas e jornais para auxiliar na
atualização/aperfeiçoamento dos professores, e tem o compromisso de priorizar a
aquisição de demais subsídios se constatados seu grau de importância.
14 - Avaliação Interna
Situação Detectada na
Escola
A Escola Menodora incorpora a
avaliação institucional ao seu Projeto Político Pedagógico, a fim de obter um
entendimento global de instituição para posteriormente, com análise dos dados,
deliberar por novos rumos.
As funções avaliativas referem-se ao
acompanhamento sistemático das ações desenvolvidas pela Unidade Escolar
objetivando a identificação de problemas, propondo alternativas para a melhoria
de seu desempenho.
14.1 Aspectos
Positivos
A escola através de avaliação detectou alguns pontos considerados
primordiais para o desenvolvimento do ensino aprendizagem e outros que precisam
ser revistos e melhor trabalhados para alcançar as metas preestabelecidas.
Entre eles destacam-se:
- Corpo docente capacitado e habilitado;
- Bibliotecário
- Grande número de alunos;
- Espaço físico e ótima localização da escola;
- Credibilidade da escola pela comunidade;
- Merenda de qualidade;
- Uso do uniforme;
- Livro Didático, Kit escolar e uniforme oferecido pelo Estado, através da SED;
- Algumas salas com ar condicionado;
- Lousas brancas;
- Lotação de professores na área de conhecimento;
- Atendimento a alunos NEE;
- Realização de eventos socioculturais com participação ativa;
- Ensino Médio Inovador;
- PIBID;
- Monitoria;
- Parcerias;
- Professor Gerenciador de Tecnologias e Recursos Midiáticos – PROGETEC;
- Organização da Sala de Leitura e Laboratório de Ciências;
- Agendamento das tecnologias;
- Equipamentos de Mídias;
- Aprovação de grande número de alunos em vestibular;
- Destaque em participação esportiva;
- As festividades e eventos culturais;
- Corpo docente capacitado e habilitado;
- Bibliotecário
- Grande número de alunos;
- Espaço físico e ótima localização da escola;
- Credibilidade da escola pela comunidade;
- Merenda de qualidade;
- Uso do uniforme;
- Livro Didático, Kit escolar e uniforme oferecido pelo Estado, através da SED;
- Algumas salas com ar condicionado;
- Lousas brancas;
- Lotação de professores na área de conhecimento;
- Atendimento a alunos NEE;
- Realização de eventos socioculturais com participação ativa;
- Ensino Médio Inovador;
- PIBID;
- Monitoria;
- Parcerias;
- Professor Gerenciador de Tecnologias e Recursos Midiáticos – PROGETEC;
- Organização da Sala de Leitura e Laboratório de Ciências;
- Agendamento das tecnologias;
- Equipamentos de Mídias;
- Aprovação de grande número de alunos em vestibular;
- Destaque em participação esportiva;
- As festividades e eventos culturais;
- Avaliação diagnóstica;
-Relacionamento entre os servidores;
-Relacionamento entre docentes, discentes e pais ou responsável;
-Melhoria na limpeza da Unidade Escolar;
-Gestão Escolar;
14.2 Aspectos Negativos
- Inadequação nas instalações da
escola (Parte elétrica, cobertura)
- Apesar do amplo espaço físico, o mesmo é mal distribuído, dificultando
a manutenção e utilização por conta da falta de recursos;
- A escola com pouca segurança, muros baixos facilitando a entrada de estranhos;
- Passarela descoberta: entrada de alunos, para quadra, as Salas de Tecnologia, Leitura, Laboratório de Ciência, gerando transtorno em dias de chuva;
- A escola com pouca segurança, muros baixos facilitando a entrada de estranhos;
- Passarela descoberta: entrada de alunos, para quadra, as Salas de Tecnologia, Leitura, Laboratório de Ciência, gerando transtorno em dias de chuva;
-Recursos midiáticos insuficiente para
atender a demanda da escola;
-A prestação de contas que não são
claras nas informações, por exemplo: qual recurso adquiriu determinado bem para
a escola;
-Planejamento on-line da SED, que não
dá abertura para inserir um novo recurso no decorrer das aulas;
-Lista de estudante por turma que não é
disponibilizada no início do ano letivo pela secretaria;
-Formação Continuada que disponibiliza
pouco tempo com muitos textos para ler, fazer a reflexão e apresentar
resultado, conforme está estruturada mas, não está contribuindo efetivamente
com a prática pedagógica;
-Falta lugar e espaço adequado para
estudo e planejamento dos docentes;
-Falta Biblioteca, Laboratórios,
melhorias nas salas de aula com climatização devido ao calor excessivo;
-Salas de aula que não comportam o
número de alunos orientados por turmas, devido as dimensões das mesmas;
-Banheiros adequados e utilizáveis nas
dependências externas como quadra de esporte;
-atividades interdisciplinar e
multidisciplinar que não se efetivam, existe iniciativas, mas sem êxito;
- falta de um anfiteatro;
-A utilização das tecnologias na
educação com metodologias que não são definidas com objetivos da pratica
pedagógica;
-O próprio treinamento que foi
utilizado com os professores com uma metodologia igual para todos independente
da área ou disciplina de atuação do professor, simplesmente voltado para o
tecnicismo como um fim em si mesmo;
-Apesar do empenho da gestão em oferecer recursos que proporcione
um espaço limpo e asseado, a limpeza da escola está insatisfatória em alguns
espaços;
- Falta de Inspetor de alunos capacitado em alguns turnos;
- Desmotivação de alguns alunos;
- Repetência;
- Evasão;
- Falta de formação para o pleno exercício da cidadania;
- Falta de oportunidade e interesse para o aperfeiçoamento dos professores;
- Baixo grau de envolvimento dos pais no processo de ensino aprendizagem;
- Falta de ética profissional por alguns funcionários;
- Descumprimento de horários por alguns funcionários;
- Comunicação entre segmentos;
- Acessibilidade: as condições de acesso a portadores de necessidades especiais apresenta problemas para pessoas com deficiência física;
- Falta de Inspetor de alunos capacitado em alguns turnos;
- Desmotivação de alguns alunos;
- Repetência;
- Evasão;
- Falta de formação para o pleno exercício da cidadania;
- Falta de oportunidade e interesse para o aperfeiçoamento dos professores;
- Baixo grau de envolvimento dos pais no processo de ensino aprendizagem;
- Falta de ética profissional por alguns funcionários;
- Descumprimento de horários por alguns funcionários;
- Comunicação entre segmentos;
- Acessibilidade: as condições de acesso a portadores de necessidades especiais apresenta problemas para pessoas com deficiência física;
Concluídas as análises específicas por
segmento e por amostragem, optou-se por comparar e avaliar os dados da Escola
Menodora Fialho de Figueiredo a partir das questões mais relevantes. Num
primeiro momento foi possível compreender que a escola apresenta uma ótima
localização e o espaço físico foi considerado bom, inclusive no tocante a
conservação e cuidados gerais, sendo que os alunos alertam para a necessidade
de sala de tecnologia mais adequada as necessidades da comunidade escolar, bem
como espaço para palestras (auditório) não descartando outras prioridades
(melhora na pintura, ar condicionado em todas as salas, iluminação, e outros).
Salientou-se também uma melhor adequação de materiais permanentes (carteiras,
cadeiras e utensílios de cozinha). A presente análise nos faz compreender que
apesar da reforma, alguns problemas da rede física ainda persistem.
No tocante a questões pedagógicas
compreendemos que a escola goza de ótima credibilidade da comunidade, possui
corpo docente capacitado e habilitado e uma equipe de trabalho disposta a
conhecer e a efetivar o cumprimento da Proposta Pedagógica a qual preza pelo
cumprimento da legislação de ensino. Apresenta um bom número de alunos
matriculados e razoável índice de aprovação anual, bem como bons resultados em
vestibulares.
Os alunos afirmam estarem razoavelmente
satisfeitos com a forma de avaliação e os métodos de ensino aplicados pelos
professores, porém, acreditam que pode haver melhoras no desenvolvimento de
novas competências para ensinar e aprender, por parte dos professores, frente
às demandas das novas tecnologias e que o relacionamento professore/alunos/coordenação
precisa ser aprimorado uma vez que afirmam que em algumas disciplinas o
rendimento insatisfatório está relacionado a esse critério.
Acreditam na necessidade de
reflexões e estudos com os professores, funcionários alunos para fortalecer as
relações humanas e profissionais. Os pais ou responsáveis acreditam que em
diversos aspectos a escola não consegue desenvolver sua missão principal
(proporcionar a todos a crescente valorização do ser humano) devido à falta de
compromisso da família, dos alunos e em alguns casos do professor,
especialmente no que tange ao horário e a assiduidade. Destacam a necessidade
de a escola investir em formação ética que reflita no convívio entre os alunos,
destes com os professores e demais servidores para vencer a indisciplina e
consequentemente formar cidadãos capazes de resolver conflitos coletivamente,
pautados no respeito mútuo.
O atendimento da secretaria e da equipe
técnica da escola (Direção, Direção-adjunta) foi considerado bom pela
comunidade escolar, que acredita ser a qualidade do trabalho administrativo o
resultado do esforço conjunto dos profissionais e aceitação do grupo em
participar de atividades de atualização e capacitação em consonância com as
determinações da SED, Assessoria Técnica e Direção. No entanto, cabe salientar
a possibilidade de melhoras no cronograma de atividades, bem como nos prazos
para entrega de documentos e notas aos alunos. Afirmam que a escola precisa
melhorar o serviço de atendimento direto ao aluno no que tange à inspeção e
segurança.
Segundo o corpo docente existe um baixo
aproveitamento dos alunos nos processos de ensino-aprendizagem e inúmeros
fatores tem contribuído para essa realidade; porém evidenciam-se a falta de pré-requisito,
a indisciplina, a baixa autoestima dos alunos e a falta de acompanhamento da
família nas atividades escolares. No período noturno a situação é agravada pela
baixa assiduidade do aluno. Salienta-se ainda, a existência de diversas formas
de expressão da violência dentro e fora do ambiente escolar, aspecto um tanto
preocupante e de necessidade de intervenção.
A coordenação pedagógica afirma que o
trabalho desse setor encontra-se prejudicado, e que ainda não encontrou seu
eixo de atuação devido a fatores que envolvem a parte disciplinar dos alunos.
Salientam que há uma sobrecarga de trabalho para o corpo docente e compreendem
que existe insuficiente envolvimento dos pais no acompanhamento de seus filhos;
sendo que tais fatores impossibilita uma otimização dos resultados pedagógicos.
Acredita-se que é na ação pedagógica coletiva que se efetiva não apenas o
desenvolvimento da inteligência humana, mas, sobretudo, que os alunos
desenvolvam uma consciência planetária, objetivando assim uma reorientação conceitual
básica a respeito de nossa compreensão sobre o mundo, do ser humano, do
conhecimento e da aprendizagem.
A equipe de serviços gerais afirma que
existe uma dificuldade de relacionamento entre os funcionários. A sobrecarga de
trabalho é decorrente do reduzido número de funcionários atuantes,
especialmente no setor de limpeza. A quase totalidade dos funcionários concorda
que os parceiros de trabalho precisam atuar de forma mais coesa e eficaz.
Diante dessas situações geradoras,
acreditamos que a Equipe Gestora da Escola Estadual Menodora Fialho de
Figueiredo precisa investir na construção de “espaços”, que gerem conversações,
encontros e oficinas com potencial transformador das situações que geram a
realidade acima descrita, o que se torna hoje uma exigência de qualidade e uma
prerrogativa da própria Escola. Uma vez que dados dessa categoria deve
propiciar condições de planejamento e de ações a serem desenvolvidas junto aos
segmentos da comunidade escolar.
Professores evidenciando mudanças na
construção participativa do conhecimento e uma posição crítica diante da
prática pedagógica existente que vislumbre a necessidade de atitude de revisão
crítica e continuada da própria prática pedagógica adotando métodos de
construção participativa do conhecimento, superando a atitude de transmissão
passiva do saber. Num contexto de implementação de práticas inovadoras entre os
professores e alunos, proporcionando mudanças na rotina da escola. Urgência em
aumentar os índices de aprovação de alunos, tanto na avaliação interna quanto
externa. Participação mais efetiva dos pais na vida escolar dos filhos e maior
comprometimento no processo ensino-aprendizagem. Encontramos o desafio de
minimizar as formas de expressão da violência dentro e fora do ambiente
escolar.
Por fim, compreendemos que cabe a
comunidade escolar interna e externa, visualizar a Escola Eficaz numa posição
de verdadeira influenciadora da maneira de trabalhar em educação, de aprender e
de educar, bem como a maneira de encaminhar o indivíduo para a cidadania, para
o trabalho e para a aprendizagem continuada ao longo da vida.
15 - Avaliação do Projeto Político Pedagógico
O processo de avaliação do Projeto
Político Pedagógico ocorrerá de forma coletiva com a comunidade escolar
anualmente, onde serão realizadas leituras, avaliação e reavaliação e quando
necessário ajuste no mesmo. Adequando-o a realidade de nossa unidade escolar as
novas instruções enviadas pela SED/MS. O PPP será atualizado anualmente no mês
de março.
16 - Comissões de elaboração do Projeto Político Pedagógico
Comissão de mobilização, divulgação e
acervo
Marlene Ribeiro Fiorucci
Marlon Rafael Krein SIlva
Comissão de diagnóstico
Luciane Azambuja
Maria Salete da Costa Souza
Comissão de organização da escola
Edniuze Calderão Germano Ribeiro
Marli Terezinha Endres
Vanessa Correia Rorato
Marlon Rafael Krein Silva
Comissão de concepção teórica
Coordenação e Direção
Enio Ribeiro de Oliveira
Viviane Bomfim
Eliandra Fátima Carollo Raidan
Comissão de correção e revisão
Cristiane Rodrigues de Queiroz Braga
Gisele da Silva Souza
Márcia Ronise da Fonseca Silveira
Comissão de lançamento e tratamento das
informações
Marlon Rafael Krein Silva
Márcia Ronise da Fonseca Silveira
Comissão Permanente:
Alaor Fonseca Filho
Marli Terezinha Endres
Vanessa Correia Rorato
Rute Soares de Castro Silva
Márcia Regina
Kolinski
Quanto ao levantamento de inventário, teve a participação de:
Antônio Rodrigues (agente de merenda),
Luciane Azambuja, Josiane Queiroz e Maria Salete da Costa Souza
(secretaria)
Professora Denise Adriana Castiglione, Dani Jeferson, Eduardo Falavinha
da Silva.
17 - Equipe responsável pela aprovação do Projeto Político Pedagógico da escola
Rute Soares de Castro Silva
Supervisora de Gestão Escolar
Alaor Fonseca Filho
Diretor da Unidade Escolar
Alaor Fonseca Filho
Diretor da Unidade Escolar
Carlos Manoel dos Santos Hortelan
Diretor-Adjunto
Marcia Ronise da Fonseca Silveira
Coordenadora Pedagógica
Vanessa Correa Rorato
Presidente do Colegiado
Coordenadora Pedagógica
Vanessa Correa Rorato
Presidente do Colegiado
Marlon Rafael Krein Silva
Professor Gerenciador das Tecnologias
18 - Referências
BETINI, Geraldo Antônio. A construção do
Projeto Político-Pedagógico da Escola. (Revista Pedagógica)
Rev.Ped.-Unipinhal-Esp.Sto.do Pinhal – SP,U.01,nº 03, jan./dez.2005
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de julho de 1990.
BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases. Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996.
BRASIL, Parâmetros Curriculares
Nacionais. Brasília: MEC, 1997.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da
República Federativa do Brasil. Brasília, DF, Senado, 1998.
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Educação Ambiental. Gaia, 2006
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. ( 34ª edição ). São Paulo: Cortez Editora, 1997.
GADOTTI, Moacir. O projeto político-pedagógico da escola na perspectiva de uma educação para a cidadania. In Autonomia da escola: princípios e propostas. Série Guia da Escola Cidadã. São Paulo: Cortez, 1997.
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PERRENOUD, Ph.
(1999). Avaliação. Da Excelência à
Regulação das Aprendizagens. Porto Alegre : Artmed Editora
(trad. en portugais de L'évaluation des élèves. De la fabrication de l'excellence
à la régulation des apprentissages. Bruxelles :
De Boeck, 1998).
HOFFMANN,
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pré-escola à Universidade. 8. ed., Porto Alegre: Mediação, 1996.
PESENTE, Herculano de Souza. Educação Ambiental, Campo Grande, Editora Alvorada 2012. Disponível em <HTTP: //www.meioambientecriancas.pr.gov.br / Acesso em: 04/04/2012
Referencial Curricular da Rede Estadual de Ensino de Estado de
Mato grosso Sul.
Ensino Fundamental e Ensino Médio
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Regimento Escolar - Documento Normativo da Unidade Escolar.
VASCONCELOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino e aprendizagem e projeto
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