PPP- Projeto Político Pedagógico 2017
















Projeto Político-Pedagógico













EE MENODORA FIALHO DE FIGUEIREDO
2017










1 - Identificação
 GOVERNO DO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO

ESCOLA ESTADUAL MENODORA FIALHO DE FIGUEIREDO
 

Reinaldo Azambuja Silva
Governador do Estado de Mato Grosso do Sul

Maria Cecilia Amendola da Mota
Secretária Estadual de Educação

Rute Soares de Castro Silva

Supervisora de Gestão Escolar

Alaor Fonseca Filho
Diretor da Unidade Escolar

Carlos Manoel dos Santos Hortelan
Diretor-Adjunto da Unidade Escolar


            Luciane da Silva Azambuja Nogueira
     Secretária da Unidade Escolar

EQUIPE RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


Coordenação Geral da Equipe de Trabalho:
             
Diretor: Alaor Fonseca Filho
 Diretor-Adjunto: Carlos Manoel dos Santos Hortelan

Responsáveis pela coleta de dados, sistematização, elaboração e acompanhamento:
 Equipe Pedagógica
  Marcia Ronise da Fonseca Silveira
 Marlene Ribeiro dos Santos
Marli Terezinha Endres
Marley Irber de Vasconcelos
Edilce Elena B. de Oliveira
Lisiane dos Santos Borella

Responsável pela reestruturação e digitação:
Professor Gerenciador de Recursos Midiáticos: Marlon Rafael Krein Silva
Coordenadora Pedagógica:  Marcia Ronise da Fonseca Silveira



           
Colaboradores: Corpo docente, discente, administrativos e pais ou responsáveis.
 Escola Estadual Menodora Fialho de Figueiredo

2 - Apresentação do PPP
O Governo do Estado do Mato Grosso do Sul, através da Secretaria de Educação, assumiu a decisão política de investir em uma proposta educacional, que contemplasse os interesses comuns de toda a Comunidade Escolar.
Neste contexto, o Projeto Político Pedagógico é o documento maior da escola e norteia o trabalho pedagógico em toda sua abrangência tendo como suporte, o exercício de participações coletivas. Ele possibilita à escola, meios para que torne possível a realização e a continuidade do processo de ensino e de aprendizagem para uma efetiva prática educacional e social.
Apesar de se constituir enquanto exigência normativa, o Projeto Político Pedagógico é antes de tudo um instrumento ideológico, político que visa, sobretudo, a gestão dos resultados de aprendizagem, através da projeção, da organização, e acompanhamento de todo universo escolar.
De acordo com Betini: “O Projeto Político Pedagógico mostra a visão macro do que a instituição escolar pretende ou idealiza fazer, seus objetivos, metas e estratégias permanentes, tanto no que se refere às suas atividades pedagógicas, como as funções administrativas”. Portanto, o projeto político pedagógico faz parte do planejamento e da gestão escolar.
A questão principal do planejamento é então, expressar a capacidade de se transmitir o planejado para a ação. “Assim sendo, compete ao Projeto Político Pedagógico a operacionalização do planejamento escolar, em um movimento constante de reflexão- ação- reflexão.” (2005, p.38).
A articulação entre o PPP, o acompanhamento das ações, a avaliação e utilização dos resultados, com a participação e envolvimento das pessoas, o coletivo da escola, pode levá-la a ser eficiente e eficaz. Daí a notória ênfase pelos mecanismos legais à escola democrática. Conforme Veiga o PPP “é também um instrumento que identifica a escola como uma instituição social, voltada para a educação, portanto, com objetivos específicos para esse fim.” (2002 p. 13).
Para tanto a escola como aparato social precisa ser crítica e democrática, preocupar-se com as desigualdades sociais e com o destino de seus estudantes, investindo numa educação de qualidade.
Logo, a Escola Estadual Menodora Fialho de Figueiredo, propõe estar aberta e adequar-se às novas exigências de um mundo em permanente movimento e mudança. O que nos impõe desafios a cumprir, exigências necessárias e expectativas que ultrapassam a capacidade de compreensão do homem.
Hoje se abrem novas perspectivas, novas e decisivas possibilidades de se realizar e de se aperfeiçoar, trazendo a necessidade de repensarmos os conteúdos escolares, vinculando-os aos diversos contextos sociais e culturais. Buscamos então, dar significado ao conhecimento escolar e incentivar o raciocínio e a capacidade de aprender, possibilitando que as habilidades e tarefas necessárias para o aprendizado dos alunos tenham significado, opondo-se a aprendizagens arbitrárias, memorialísticas, superficiais ou fragmentárias.
Portanto, entendemos a construção do conhecimento como um processo contínuo, que exige da escola a possibilidade de integrar os alunos ao mundo contemporâneo nas dimensões fundamentais de cidadania e do trabalho.
A qualidade da educação está relacionada à construção de um ambiente educacional voltado para a promoção segura da formação de seus alunos.
Uma vez que o êxito desta proposta está no comprometimento da Direção Colegiada, professores, pais, alunos e administrativos para superação dos problemas que emergem no cotidiano escolar, necessitaram então de uma equipe pedagógica comprometida, onde a troca de informações, experiências, saberes e reflexões quanto ao fazer pedagógico em parceria com outras instituições voluntárias, seja adequada para o bom andamento do processo educativo.
Esperamos com esse trabalho dar mais um passo em direção à efetivação da proposta pedagógica, com a qualidade que queremos para construção da escola pública que almejamos.
A construção do Projeto Político Pedagógico da Escola Menodora foi vivenciada por todos os segmentos da comunidade escolar, tendo como objetivo intensificar o desenvolvimento de ações e cooperar para melhoria do ensino-aprendizagem. Essa participação ocorreu através de atividades desenvolvidas pela escola, sendo impulsionada pela Secretaria Estadual de Educação (SED). Nesta perspectiva, o diálogo, a comunicação e a interação, foram fatores relevantes para o intercâmbio de experiências, vivências e a integração entre os envolvidos.
Todas as atividades discutidas na comunidade estão aqui elencadas, tendo a necessidade de um acompanhamento e coordenação na sua implantação e concretização. Não é nada pronto e acabado, tudo é possível de nova avaliação e redirecionamento, visando aperfeiçoar o trabalho.
Para atingir os objetivos propostos, o estudo das diversas áreas do conhecimento tem como significado último: criar, refletir, construir, aprender, participar, expressar, conversar e, acima de tudo, entender o mundo e seus problemas; a liberdade e seus limites; ser solidário, amar e respeitar o próximo; fazer a relação destes conceitos com os conteúdos que “ganham vida” quando o aluno coloca significado no que aprende, ou seja, faz relação da teoria com o mundo real.
Congregando com estes propósitos, a Escola Estadual Menodora Fialho de Figueiredo, se compromete enquanto instituição de ensino, dentro de uma visão estratégia, cumprir o seu papel. Para tanto tem como princípios básicos: garantir sua missão, aperfeiçoar sua visão e manter seus valores.

3 - Missão
A Escola tem por missão colaborar na educação de nossos alunos oferecendo um ensino de qualidade que possibilite o desenvolvimento através do resgate de valores e construção do conhecimento, respeitando e valorizando o ser humano em suas especificidades e tendo a aprendizagem como processo contínuo de aquisição do saber, garantindo oportunidades iguais a todos num ambiente criativo e inovador, contribuindo para o desenvolvimento do meio em que vive.


4 - Visão
Ser uma escola de referencia pela qualidade de educação e ações transformadoras da realidade, favorecendo o desenvolvimento das potencialidades merecedoras de credibilidade pelos serviços prestados, pela igualdade proporcionada e pelo apoio à criatividade e inovação aos nossos alunos.

5 - Valores
Credibilidade
Prestamos aos alunos um serviço de qualidade.
Formação do cidadão consciente do seu papel na sociedade;

Igualdade 
Proporcionamos oportunidades iguais a todos.
Valorização do ser humano e de suas experiências;
Respeito às diferenças culturais, sociais, religiosas

Criatividade
Apoiamos a criatividade e a inovação.

6 - Diagnóstico
No cenário brasileiro verifica-se que apesar da realidade atual ser preocupante, torna-se um desafio redirecionar o trabalho dos educadores, tendo como ponto de partida os valores éticos, morais, no sentido de promover a formação integral do cidadão. Vivemos hoje a era pós-industrial na qual, nos países centrais, cerca de 70% da força de trabalho foi deslocada para o setor terciário, tecnologicamente cada vez mais sofisticado.
Dentro dessa ordem globalizada a economia de Mato Grosso do Sul está firmada na produção rural, indústria, extração mineral, turismo e prestação de serviços. Além da vocação agropecuária, a infraestrutura econômica existente e a localização geográfica permitem ao estado exercer o papel de centro de redistribuição de produtos oriundos dos grandes centros consumidores para o restante do Brasil.
Dentro desse contexto globalizado, Dourados, a segunda maior economia do MS, é também fortemente ligado ao campo, à produção de grãos e beneficiamento de produtos pela agroindústria. Considerada um pólo geoeconômico e social a qual apresenta um histórico agropecuário de grande reconhecimento nacional; ganhou o titulo de cidade educadora.
 Conforme a declaração de Barcelona 1990 “A cidade educadora é um sistema complexo em constante evolução e pode exprimir-se de diferentes formas”, Nesta perspectiva, compreendendo Dourados, enquanto uma cidade cosmopolita que cresceu pujante no final do séc. XX e inicio do séc. XXI e que mantém uma perspectiva de crescimento.
Esta unidade escolar é reconhecida por sua história e seriedade na formação dos educando que sempre assumiu atitude pela e para responsabilidade social. Dentro de seus princípios filosóficos tem por finalidade formar seres humanos íntegros e conscientes, num desafio à sociedade que se apresenta. O trabalho pedagógico está baseado numa concepção holística de homem, desenvolvendo temas sobre vida, honestidade, respeito, gratidão, trabalho, colaboração, liberdade, igualdade, ideal, leis universais, Deus, etc.
Neste contexto a escola compreende que é viável para o próprio município e consequentemente para o sistema de ensino, oferecer uma educação de qualidade que visa à formação do cidadão como sujeito produtor do conhecimento e participante do mundo do trabalho, na ótica da inserção do educando nas novas perspectivas socioeconômicas da região. A partir da concepção de que vivemos num momento em que as questões sociais são globais e que a escola faz parte dessa realidade o enfoque educacional deve ser pautado na dinâmica do local para o global com ações conjuntas, para as quais todos os participantes do contexto escolar devem concorrer.
É possível observar alguns problemas, tais como: repetência, evasão, desmotivação dos alunos do noturno, alguns problemas na estrutura física do prédio escolar, falta de formação para o pleno exercício da cidadania; os quais, já vêm de longa data, preocupando a comunidade escolar.
Em consequência dos objetivos gerais estabelecidos na Proposta Pedagógica, foi efetuada uma avaliação da instituição escolar, visando detectar aspectos qualitativos e quantitativos que venham subsidiar um entendimento global da escola. Com esta avaliação foi possível observar alguns problemas, tais como: repetência, evasão, desmotivação dos alunos do noturno, problemas na estrutura física do prédio escolar, falta de formação para o pleno exercício da cidadania, rotatividade de professores. Elencados os fatores, e posteriormente analisando os dados com o aprofundamento teórico, é possível deliberar por novos rumos/perspectivas/orientações em busca da melhoria da qualidade do ensino.

6.1 - Situação socioeconômica e educacional da comunidade
A Escola Estadual Menodora Fialho de Figueiredo, localizada a Rua Weimar Gonçalves Torres, n. 3447, Jardim Caramuru, Dourados - MS, CEP: 798031-020, demograficamente constituída de residências e comércio em geral está situada na quadra nº 2, com as seguintes localizações, ao norte a Rua Major Capilé, ao Sul com a Avenida Weimar Gonçalves Torres, ao Leste com a Rua Gaspar Alencastro, e ao Oeste com a Rua Humberto de Campos, bem localizada, pois esta região é praticamente na área central da cidade. Funciona desde 1970, formando cidadãos douradenses. Por ser uma escola da rede pública estadual, tem como mantenedora a Secretaria de Estado de Educação-SED, com recursos próprios e também recursos federais provenientes do MEC (Ministério da Educação), FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), FUNDEB (Fundo Nacional da Educação Básica) e também com os programas como PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola); PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação); PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar); PNLD ( Programa Nacional do Livro Didático); PNBE ( Programa Nacional Biblioteca da Escola); PROEMI(Projeto Ensino Médio Inovador).
Oferece Ensino Fundamental Regular; Ensino Médio Regular; Projeto EJA Conectando Saberes (Fase Intermediária e Fase Final); Curso Técnico em Recursos Humanos; Curso Normal Médio e Sala de Recursos Multifuncional para Deficientes Auditivos, Surdez, Deficiente Intelectual.
As modalidades de ensino oferecidas são para atender uma clientela oriunda de vários bairros, com grande diversidade cultural, social e econômica bem variada. Além disso, também é composta basicamente de adolescentes e pré-adolescentes, estes considerados de comportamento difícil, querendo ser contra tudo e contra todos. Grande parte dos alunos vem de classe média e baixa, onde o consumo de bebidas alcoólicas e cigarros são muito comuns. Muitos fatores contribuem para o uso de drogas no contexto escolar, tais como, desajuste familiar e influência de amigos que são comuns entre a clientela da classe média; na classe baixa os fatores estão relacionados com as dificuldades enfrentadas pelas famílias, que são o desemprego, falta de moradia e a fome.
Um fator preocupante em nossa comunidade é a dificuldade dos pais ou responsáveis em lidar com o adolescente, que se sente fragilizado e busca apoio em grupos externos e fogem para o mundo da violência e das drogas. A violência vem crescendo na sociedade nos últimos tempos, e isto tem sido uma preocupação de todos. É um problema amplo que vem caracterizando a sociedade atual, e a escola pública brasileira não escapa a esta dinâmica. Encontra-se constantemente ameaçada pela insegurança, e vem sendo alvo de frequentes atos de vandalismo.
Nos últimos meses, o noticiário em todo o mundo trouxe manchetes mostrando a violência nas unidades de ensino, provocando perplexidade ao revelar que os autores de crimes contra a vida de educadores e de educandos são estudantes da própria comunidade escolar.
A violência nas escolas tem se constituído num fenômeno que atinge a juventude de todas as classes sociais. Uma realidade que invade os muros das escolas brasileiras, sul-mato-grossenses e também a nossa própria escola, é que a sociedade em crise é cada vez mais excludente, e mais consumista, mostrando ao jovem que pode mais quem tem mais. O período crítico para a essa concepção é a pré-adolescência e a adolescência, clientela esta que forma a população da maioria das escolas e também da nossa.
Dentre as problemáticas do cotidiano escolar, as questões de saúde, também aparecem nas mais diversas situações como a depressão, a síndrome do pânico e também as doenças psicossomáticas.
Além das dificuldades econômicas e sociais, a de maior preocupação para a escola é a da evasão e repetência, levando ao declínio nas médias das avaliações de larga escala. A equipe pedagógica tem somado esforços para reverter essa queda, conseguindo estancar a queda e começar a melhorar os índices na última avaliação.  
Embora, o contexto socioeconômico e cultural da clientela da escola seja bem heterogênea, considerando as dificuldades encontradas em todos os níveis e modalidades de ensino, a administração escolar, assim compreendida (Colegiado Escolar, Direção, Coordenação Pedagógica e Secretaria), em suas funções busca a integração no planejamento e execução de tal forma, que as linhas de atuação político - administrativas sejam possíveis de realização, por meio do exercício de participações coletivas, com o comprometimento dos professores, pais, alunos e administrativos para a solução dos problemas do cotidiano escolar.
Faz parte do processo educativo escolar estabelecer regras de convivência, limites claros e estimular o processo participativo. Processo este que ajude os alunos a construir um ambiente onde a disciplina pessoal e comunitária seja assumida na liberdade, como geradora de equilíbrio pessoal, convivência construtiva e comportamentos compatíveis com a cidadania.
A Escola tem como meta dar significado ao conhecimento escolar, incentivar o raciocínio e a capacidade de aprender, através de um processo contínuo que possibilite a integração do aluno/escola e comunidade ao mundo contemporâneo nas dimensões fundamentais de cidadania e prevenção aos riscos que essa sociedade proporciona.
O modelo pedagógico aplicado na escola consiste fundamentalmente no desenvolvimento do aluno através da reflexão sobre tudo que se relacione consigo e com a vida, instrumentalizando-a cientificamente como sujeito do seu conhecimento.

6.2 - Histórico da escola
De Centro Educacional de Dourados à Escola Estadual Menodora Fialho de Figueiredo.
A Escola Estadual Menodora Fialho de Figueiredo foi criada em Dourados em 1970, inicialmente como Escola Normal 2º Ciclo de Dourados. Em 1971 passa a ser Centro Educacional “Menodora Fialho de Figueiredo”, tendo a Escola Normal de Dourados, como instituição anexa. Sendo esta a primeira instituição pública de ensino a oferecer o Curso de Magistério na rede pública. A instalação desta escola representou uma nova fase para a história da educação no município de Dourados e região, uma vez que com a criação da Escola Normal de Dourados, anexa ao Centro Educacional “Menodora Fialho de Figueiredo”, chegou à cidade o primeiro Curso Normal público.
De acordo com o Histórico da instituição, esta criação ocorreu mediante o Art.42, item III da Constituição Estadual que resulta na sua criação:
Art. 1°-Fica criado uma Escola Estadual de 1° e 2° Graus, com sede no Município de Dourados denominado pelo Decreto n° 1478 de 11 de março de 1971 de Centro Educacional “Menodora Fialho de Figueiredo”.
Art. 2°-Fica integrada a Escola, a Escola Normal de Dourados criada pelo Decreto n° 1164, de 27 de maio de 1970.
Parágrafo Único - As Escolas que trata desse Artigo passarão a denominar-se Escola Estadual de 1° e 2º Graus “Menodora Fialho de Figueiredo.
O Centro Educacional de Dourados surge no Município, em uma época de grandes avanços, tanto na questão econômica e social quanto educacional. Notadamente na década de 1970, Dourados torna-se o corredor do progresso, muitos sulistas encamparam a abertura das matas aos arredores do município, implantando lavouras extensas e definindo a monocultura da soja na região (BIASOTTO, 1991).
Para esclarecer melhor a instalação da Escola Normal de Dourados no Centro Educacional “Menodora Fialho de Figueiredo”, é importante compreender que três aspectos foram marcantes nesse processo, entre eles merecem destaque a questão do transporte; a necessidade do município de Dourados e região em ter uma escola de formação de professores primários pública; e a localização privilegiada do Centro Educacional “Menodora Fialho de Figueiredo”, na área urbana.
Assim, pode-se dizer que essa Escola foi criada em um período marcado pelos militares à frente do governo brasileiro e, mais especificamente, por um momento de mudanças no sistema educacional brasileiro, caracterizado, inclusive pela transição da primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a de nº. 4.024/61 para a nossa segunda Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a de nº. 5.692/71.
Algumas dessas mudanças influenciaram diretamente o movimento dentro da instituição. Favorecendo assim, mudanças específicas na própria nomenclatura da escola, conforme se pode observar no quadro:
1970
Escola Normal 2º Ciclo de Dourados;
1971
Centro Educacional D. Menodora Fialho de Figueiredo;
1974
Escola Estadual de 1º e 2º graus “Menodora Fialho de Figueiredo”;
1999
Escola Estadual Menodora Fialho De Figueiredo;
Fonte: Decretos nº 1164/27/05/70; Decreto nº14/78/11/03/71; Decreto nº 2059 12/06/1974.

Além das mudanças no nome, a escola passou por vários Atos Administrativos, que de certa forma proporcionava reorganização no funcionamento das ações da escola.
 1970
Funcionamento da Escola Normal 2º ciclo de Dourados e do Primário ao Ginásio. Decreto nº. 1164 de 27/05/70, publicado no Diário Oficial de 12/03/70.
1971
Nova Denominação de Centro Educacional D. Menodora Fialho de Figueiredo e integração da Escola Normal. Decreto nº. 14/78 de 11/03/71.
1974
Criação da Escola Estadual De 1º E 2º Graus “Menodora Fialho De Figueiredo” e Integração da Escola Normal. Decreto nº. 16.614 de 20/06/74.
1976
Autorização de 1º grau de 1ª a 4ª série e 5ª a 8ª série – Deliberação 164/761982 - 2º Grau – Habilitação para o Magistério de 1ª a 4ª série do 1º Grau – Decreto nº. 849/76
1977
Reconhecimento do 2º Grau – Portaria nº. 5179/77
1984
Reconhecimento de 1ª a 8ª Série – Deliberação nº. 907/84
1985
Curso de 2º Grau lei 7.044/82 – Deliberação nº. 1138/85
1994
Habilitação Específica de 2º Grau para o Magistério da Pré-Escola e do Ensino de 1º Grau – 1ª a 4ª série.
2001
Encerramento do Curso de Magistério na instituição, em virtude das mudanças propostas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (nº. 9.394/96), que estabeleceu: “a formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior”.
2015
Autorização de funcionamento do Curso Técnico em Gestão de Recursos Humanos;
2016
Autorização de funcionamento do Curso Normal Médio; 
2017
Autorização de funcionamento do Projeto EJA Conectando Saberes – fase intermediária (Ensino Fundamental) e Fase Final (Ensino Médio).

Fonte: Pasta de documentação da Escola estadual Menodora Fialho de Figueiredo

 
Durante sua trajetória, teve como diretores: Generosa Cortez, Adir Casaro, Fernando Perez Soler e Odico Oshiro, Elisa Rosa Ramires, Sueli Vinha de Melo e João Alves de Oliveira, Maria Terezinha Dalmaso Favero, Pedro Halber, Vilma Leda Costa Silva, Lauro Sergio Davi, Maria Alexandrina Maia Duarte e Maria do Carmo Campos da Silva Silva, Humberto Felix de Souza e Estela Maris W. Koslinsk , Estela Maris W. Koslinsk e Fátima Conceição Ortega, Fátima Conceição Ortega e Neuza Maria Cardoso; Estela Maris Volochen Kolinski dos Santos e Lineia de Souza Plens; Estela Maris Volochen Kolinski dos Santos e Maria do Carmo campos da Silva Silva e atual Alaor Fonseca Filho e Carlos Manoel dos Santos Hortelan.
A escola tem como Patrona Menodora Fialho de Figueiredo, filha de Alexandre de Arruda Fialho e Rita Alves Corrêa Fialho. Nasceu na Fazenda São João na cidade de Nioaque, aos dez dias do mês de setembro de 1901. Dona Menodora fez seus estudos no Colégio Salesiano em Jabuticabal.
Em 14 de fevereiro de 1920, na cidade de Campo Grande, casou-se com o Engenheiro Agrônomo Arnaldo Estevão de Figueiredo, teve cinco filhos: Afrânio, Agenor, Arnaldo Filho, Antônio João e Lelia Rita. Primeira Dama de Campos Grande aos 19 anos e do Estado de Mato Grosso aos 45 anos, foi incansável lutadora pela educação e instrução de inúmeras crianças e jovens sob sua tutela em Campo Grande. Sua vida foi dedicada à obras sociais e religiosas e à família, sendo sua defensora e orientadora. Faleceu em Campo Grande em 29 de Dezembro de 1971.

6.3 - Situação física da escola
A estrutura física interna da escola é constituída por três blocos. O primeiro bloco é destinado ao setor administrativo, contendo uma secretaria, uma sala adaptada para setor de recursos humanos, direção, sala dos professores com dimensão inadequada para atender o número de docentes existentes na escola, dois banheiros (masculino e feminino) com dois sanitários cada sendo insuficiente para atender o número de funcionários, sala da coordenação pedagógica, cozinha. A despensa, o almoxarifado e a Sala de Recursos Multifuncional são ambientes improvisados.
O segundo bloco é composto por onze salas de aula, todas com a mesma dimensão: cinco por oito (5mx8m) com baixa circulação de ar em virtude das janelas inapropriadas.
O terceiro e último bloco é composto por oito salas de aula com as mesmas características do bloco anterior. Uma sala de recursos midiáticos com climatização insuficiente para a metragem (11mx5m), apresentando problemas estruturais na cobertura. Uma sala adaptada como, almoxarifado da secretaria (popularmente chamado de arquivo morto), quatro banheiros para alunos sendo dois masculinos com três sanitários, dois mictórios e um sanitário adaptado cada. Já os banheiros femininos contem a mesma dimensão do masculino, sendo que um deles é utilizado como depósito de materiais esportivos.
Ainda na parte interna da escola encontra-se um espaço adaptado para refeitório sem acessibilidade, pouca iluminação e baixa ventilação, sem escoamento para uma higienização eficaz, e não possui saída de emergência.
No final do Bloco 3, três salas que funcionam como Núcleo de Apoio Pedagógico e Produção Braile, atendendo a escolas de todo o município.
Há também um saguão direcionado à recreação e confraternização dos estudantes e da comunidade, onde também estão instalados os bebedouros, lavatórios, lixeiras, sistema de sonorização e imagem. Apesar de ser um espaço bem equipado, apresenta pontos negativos em relação à ventilação e cobertura com vários vazamentos.
Um ponto a se destacar quanto ao ambiente interno da escola está voltado para a cobertura que foi feito a troca de algumas telhas de canaletão em 2014 apresentando melhorias e controle de vetores, entre outros.
Na área externa existe um espaço destinado à pratica esportiva, sendo coberto, porém apresenta irregularidades de estrutura física, medidas não oficiais, cobertura com vazamento e vestiários sem condições de uso. Ao lado da quadra, uma construção de um ginásio poliesportivo no padrão FNDE que. Esta obra, em fase de finalização, encontra-se abandonada desde o dia 23 de dezembro de 2016 pela empresa que estava executando desde 23 de dezembro de 2016, causando muitos transtornos a segurança e a circulação dos alunos, tendo tal fato já sido comunicado às autoridades competentes. Na lateral da quadra coberta temos um prédio menor cujos ambientes são destinados para a Oficina de Arte e sala de leitura com empréstimo de livros. O espaço recebeu adequações em 2016, como teto, forro, bancadas de mármore com lavatórios, armários, mesas e cadeiras.
De fronte a este prédio, está instalado um pequeno laboratório de ciências, utilizado também pelas disciplinas de química, física e biologia, equipado por uma bancada em formato “L” com armário embutido, pia de inox, armário com vinte e cinco divisórias, ambiente climatizado, há também acervos biológicos e químicos, porém, sua dimensão não é adequada para atender o número de alunos.
No ano de 2009 a parte interna da escola passou por uma reforma geral com pintura do prédio, troca parcial do telhado, reparos elétricos, reforma dos banheiros, substituição dos pisos e azulejos da cozinha, do piso do saguão e passarelas, porém, com materiais de má qualidade. Infelizmente hoje esse ambiente escolar encontra-se em péssimas condições. A obra realizada obstruiu as drenagens existentes na escola, ocasionando alagamentos constantes no acesso da escola para a quadra coberta, e entre os pavilhões dois e três.
A escola necessita urgentemente de adequações nas salas ambientes, como biblioteca, laboratórios, sala de multimeios. A Sala de Tecnologia Educacional necessita de mais computadores para atender adequadamente os alunos.

6.4 - Corpo docente / pedagógico / técnico / administrativo
O quadro docente da escola conta com um total de 65 professores (as) sendo 34 efetivos, 30 professores convocados e um professor permutado. Todos os professores efetivos possuem graduação em sua área. Alguns possuem especialização e outros mestrado.

Perfil dos docentes:

Idade
21  a  30 anos
18%
31  a  40 anos
34%
41  a  50 anos
21%
51  a   60 anos
25%
61  a  70 anos
     2%
Sexo
Masculino
25%
Feminino
75%

Situação
Funcional
Efetivo

51%
Convocado
47%
 
Permutado
2%



Formação

Ensino Médio
2%
Graduação
66%
Especialização
21%
Mestrado
7%
 Pesquisa realizada em maio de 2017 com base em dados da secretaria dessa unidade escolar.
 Nome
Situação Funcional
Formação
Albrei Scaramuzzi Teixeira
Efetiva
LETRAS/INGLÊS
Ana Caroline Gomes Abreu
Convocada
CIÊNCIAS/BIOLOGIA
Ana Paula de Sá Dan Carvalho
Convocada
MATEMÁTICA
Ana Regina Pires Calfa Rodrigues
Convocada
MATEMÁTICA
Bruna Cardoso Espíndola
Efetiva
L.E.M. INGLÊS
Claudete Sabino Leite
Efetiva
GEOGRAFIA
Cristiane Rodrigues de Queiroz Braga
Efetivo
LÍNGUA PORTUGUESA
Dani Jeferson de Oliveira 
Efetivo
EDUCAÇÃO FÍSICA
 Danielli Gaúna Dantas
Efetiva
L.E.M. INGLÊS
 Débora Fabiana Soares de Oliveira Yassuda
Convocada
PROFª DE APOIO
Denise Adriana C. Aguero
Efetiva
ED. FÍSICA
Ediniuze Calderão Germano Ribeiro
Convocada
MATEMÁTICA
 Edna Cristina Chanfrin da Silva
Efetiva
ARTES
 Eduardo Falavinha da Silva
Convocado
ED. FÍSICA
Eliandra Fátima Carolo Raidan
Efetiva
SRM/LETRAS/LIBRAS
Eliane Aparecida D. S. P. Pinto
Convocada
SRM/MATEMÁTICA
Enio Ribeiro de Oliveira
Efetivo
GEOGRAFIA
Fabiane Paim de Matos Silva
Convocada
SRM/LETRAS
Fátima Aparecida da Silva
Convocada
HISTÓRIA
Francinete Rodrigues do Nascimento
Convocada
ARTES
Gisele da Silva Souza
Efetiva
LÍNGUA PORTUGUESA
Geraldo José de Freitas Santos
Convocado
LÍNGUA PORTUGUESA
Gleice do Carmo Bonfim
Efetiva
ED. FÍSICA
Ionis Aparecida Bento Teixeira
Efetiva
HISTÓRIA
Iraci Menegheti
Efetiva
LÍNGUA PORTUGUESA
Iris Miria Marotti Pain
Convocada
INTÉRPRETE
Izabella Betini Santos Souza
Convocada
INTÉRPRETE
Jaine Gomes da Silva
Efetiva
LÍNGUA PORTUGUESA
Janaina Aparecida Piovesana
Efetiva
HISTÓRIA
Jessica Rodrigues Fermino
Convocada
FÍSICA
João da Silva Vieira
Convocado
HISTÓRIA
Katiuce Pavão Vieira
Convocada
LÍNGUA PORTUGUESA
Katy Boniza Cantelli
Efetiva
CIÊNCIAS/BIOLOGIA
Larissa Esteves M. Rodrigues
Convocada
INTÉRPRETE
Leandro Arvelino da Silva
Convocado
SOCIOLOGIA
Lilian Cristina Mieres Amarilha
Convocada
GEOGRAFIA
Linéia de Souza Plens
Efetiva
ARTE
Lisandro Costa Guimarães
Efetivo
MATEMÁTICA
Luana Barbiero Vieira Fujino
Efetivo
FÍSICA
Márcia da Silva Gomes
Efetiva
CIÊNCIAS/BIOLOGIA
Marcia Eliane Ciz Ferreira
Convocada
MATEMÁTICA
Marcos Antonio Filipus
Efetivo/Permuta/PR
FÍSICA
Maricelia Ferreira da Silva
Efetiva
GEOGRAFIA
Marco Antonio Rechinelli Leal
Efetivo
HISTÓRIA
Maria Bruna de Souza
Convocada
QUÍMICA
 Maria José Patrício Tsujigushi
Convocada
PROFª APOIO
 Maria do Socorro Maia do Nascimento
Efetiva
HISTÓRIA
 Marilúcia Rossi Rigoni
Efetiva
CIÊNCIAS/BIOLOGIA
 Matheus Marques Dias
Convocado
QUÍMICA
 Patrícia Hollandini Abdo
Convocada
GEOGRAFIA
Paulo de Tarso Pereira
Efetiva
HISTÓRIA
 Paulo Antonio Dalla Santa
Convocado
MATEMÁTICA
Paulo Roberto Licht Kemper
Convocado
CIÊNCIAS/BIOLOGIA
Regina Rosania Lima de Araujo
Efetiva
ARTE
Renato Mirlani
Efetivo
HISTÓRIA
Sidinéia Marques Barbosa
Efetiva
LÍNGUA PORTUGUESA
Sandra Mara Brandão Moraes
Efetiva
L.E.M. INGLÊS
Taiane Crotti
Convocada
QUÍMICA
Tania Mara Franco
Convocada
SOCIOLOGIA
Terezinha Coelho de Souza
Efetiva
LÍNGUA PORTUGUESA
Valdinei Belarmino de Lima
Efetivo
SOCIOLOGIA
Vandineia Cabral de M. Pimentel
Convocada
PROJETOS/ED. FÍSICA
Vanessa Correa Rorato
Efetiva
CIÊNCIAS/BIOLOGIA
Vinicius Cardoso Barnabé
Efetivo
MATEMÁTICA
Viviane Andresa Bonfim Melo
Efetiva
CIÊNCIAS/BIOLOGICA

O corpo técnico-administrativo é composto por funcionários efetivos e contratados que se propõem a realizar um trabalho de cooperação, para que os objetivos educacionais sejam alcançados pela escola. Porém existe uma defasagem no quadro funcional, em virtude das doenças psicossomáticas e físicas, ocasionando readaptações de função.

01 Supervisora de Gestão Escolar – Rute Soares de Castro Silva;
01 Diretor – Alaôr Fonseca Filho;
01 Diretor-Adjunto – Carlos Manoel dos Santos Hortelan;
03 Professores Readaptados em Assessoramento Pedagógico - Edilce Elena B. de Oliveira, Marlene Ribeiro dos S. Fiorucci e Marli Terezinha Endres;
03 Coordenadoras Pedagógicas - Márcia Ronise da Fonseca Silveira, Marley de Vasconcelos Irber e Lisiane dos Santos Borella;
01 Professor Gerenciador de Tecnologia e Recursos Midiáticos -
Marlon Rafael Krein Silva;
01 Secretária (Assistente de Atividades Educacionais) -
Luciane da Silva Azambuja;
02 Agentes de Atividades Educacionais - Ester Pacheco Cara Andrade e Wesley Prieto Jordão;
02 Assistentes de Atividades Educacionais - Maria Salete da Costa Souza, Ivani de Souza Lopes e Selma Aparecida da Silva;
01 Gestora de Atividades Educacionais - Josiane Queiros da Silva;
01 Agentes de Recepção e Portaria - Ana Claudia Rocha Cabral;
07 Agentes de Limpeza - Elisangela Paulino de Castro, Joelma Lessandra da Silva, Maria Aparecida C. Assunção, Maria Aparecida de Deus, Maria das Neves Zanardo, Rosely Marques Ramirez e Vanilda Martins da Silva;
02 Agentes de Limpeza Readaptada - Ildete Rocha da Silva e Luzia de Souza dos Santos;
04 Agentes de Merenda - Antonio Rodrigues, Ana Carolina dos Santos Ribeiro, Márcia Regina do Amaral Espirandelli e Marli Arzamendia do Nascimento;
02 Agentes de merenda Readaptadas - Juliana Pinheiro Vieria e Nelma Mello da Silva Sobreira
02 Auxiliar/Agente de Inspeção de alunos - Naum Vieira Codrignani e Warlei de Souza Pinheiro;
01 Auxiliar de manutenção - Vanderley Dias Ribeiro.

ADMINISTRATIVOS DA ESCOLA MENODORA
SITUAÇÃO FUNCIONAL
FORMAÇÃO
Alaor Fonseca Filho
Efetivo
Mestrado
Ana Claudia Rocha Cabral
Efetiva
Superior
Antonio Rodrigues
Efetivo
Ensino Médio
Ana Carolina dos Santos Ribeiro
Efetiva
Ensino Médio
Carlos Manoel dos Santos Hortelan
Efetivo
Superior
Edilce Elena B. de Oliveira
Efetiva
Superior
Elisangela Paulino de Castro
Efetiva
Superior
 Ester Pacheco Cara Andrade
Efetiva
Ensino Médio
Ildete Rocha da Silva 
Efetiva
Ensino Médio
 Ivani de Souza Lopes
Efetiva
Superior
 Joelma Lessandra da Silva
Efetiva
Ensino Médio
Josiane Queiros da Silva
Efetiva
Superior
Juliana Pinheiro Vieria
Efetiva/Readaptada
Ensino Médio
 Lisiane dos Santos Borella
Efetiva
Superior
Luciane da Silva Azambuja
Efetiva
Superior
Luzia de Souza dos Santos
Efetiva/Readaptada
Ensino Médio
Márcia Regina do Amaral Espirandelli
Efetiva
Ensino Médio
 Márcia Ronise da Fonseca Silveira
Efetiva
Superior
Maria Aparecida C. Assunção
Efetiva
Ensino Médio
Maria Aparecida de Deus
Efetiva
Ensino Médio
Maria das Neves Zanardo
Efetiva
E. F. Incompleto
Maria Salete da Costa Souza
Efetiva
Ensino Médio
Marlene Ribeiro dos S. Fiorucci
Efetiva/Readaptada
Letras/Inglês
 Marley de Vasconcelos Irber
Efetiva
Superior
Marli Arzamendia do Nascimento
Efetiva
Ensino Médio
Marli Terezinha Endres
Efetiva/Readaptada
Superior
Marlon Rafael Krein Silva
Convocado
Superior
Naum Vieira Codrignani
Efetivo
Ensino Médio
Nelma Mello da Silva Sobreira
Efetiva/Readaptada
Ensino Médio
Selma Aparecida da Silva
Efetiva
Administração
Vanilda Martins da Silva
Efetiva
Pedagogia
Warlei de Souza Pinheiro
Efetivo
E. F.  Incompleto
Wesley Prieto Jordão
Efetivo
Ensino Médio
Vanderley Dias Ribeiro
Contratado
Ensino Fundamental
Rosely Marques Ramirez
Contratado
Ensino Fundamental

  Sexo
 Masculino
 23%
Feminino
77%

 Idade

 18  a  30 anos
 10%
31  a  40 anos
16%
41  a  50 anos
42%
Acima de 51 anos
32%

 Situação
Funcional
Efetivo
 91%
Contratado
 Terceirizado
3%
6%

Grau de escolaridade
 Ensino Fundamental e Ensino Médio
61%
Ensino Superior
36%
Especialização/Mestrado
3%
 Pesquisa realizada em maio de 2017 com base em dados da secretaria dessa unidade escolar e questionários aplicados aos funcionários. Esse dado está atualizado, 15/05/2017.

Professor Gerenciador de Recursos Midiáticos
O Professor Gerenciador de Recursos Midiáticos (PROGETEC) trabalha conforme a RESOLUÇÃO/SED n. 2.491, de 8 de dezembro de 2011.  Dentre as atribuições citamos algumas:
Art.14. Caberá ao professor responsável pelo gerenciamento das tecnologias educacionais e recursos midiáticos nas unidades escolares:
I – auxiliar os professores regentes no planejamento e desenvolvimento das atividades pedagógicas no uso das tecnologias educacionais;
II – ministrar formação continuada aos professores regentes, coordenadores pedagógicos e diretores da escola no uso das tecnologias educacionais e recursos midiáticos;
III – responsabilizar-se pelo gerenciamento das tecnologias educacionais e recursos midiáticos, juntamente com a direção e coordenação pedagógica da unidade escolar, em conformidade com o Projeto Político-Pedagógico, Referenciais Curriculares da Rede Estadual de Ensino;
IV – apresentar aos professores regentes sugestões do uso das tecnologias e mídias para a melhoria do processo ensino e aprendizagem;
VII – acompanhar e avaliar as ações desenvolvidas pelos NTEs, na orientação da utilização pedagógica das tecnologias educacionais e recursos midiáticos na Rede Estadual de Ensino;

6.5 - Recursos materiais e tecnológicos disponíveis e sua adequação, móveis, equipamentos e material didático.
Nas salas de aula: 30 carteiras individuais e cadeiras, 02 (dois) ventiladores de teto, 02 (duas) janelas amplas, mesa e cadeira do professor. O estado de conservação do mobiliário é regular, as salas de aula também são iluminadas artificialmente por lâmpadas fluorescentes. Dentre estas salas, sete possuem condicionadores de ar.
Na secretaria, onde são guardados os arquivos de vida escolar dos alunos, vida funcional dos servidores e a documentação da escola, contém:
10 (dez) arquivos de aço com gavetas para pasta suspensa;
02 (dois) armários de aço com duas portas;
03 (quatro) computadores;
01 (uma) impressora;
01 (uma) máquina de tirar cópia e impressora;
05 (cinco) mesas;
10 (dez) cadeiras;
01 (um) mural de recados;

A sala de leitura é equipada com:
05 (cinco) prateleiras de aço pequenas;
02 (duas) prateleiras de aço grande;
03 (três) prateleiras de aço grande (adquiridas recentemente - PROEMI);
03 (três) prateleiras de madeira;
02 (dois) armários de aço com duas portas (adquiridos recentemente - PROEMI);
03 (três) mesas pequenas;
04 (quatro) mesas redondas grandes (PROEMI);
13 (treze) cadeiras de almofadadas;
01 (um) computador;
01 (uma) impressora multifuncional; (nova - PROEMI);
01 (um) ar condicionado (novo - PROEMI);
01 (um) bebedouro;
02 (dois) ventiladores de Teto;
01 (um) balcão de concreto com portas de correr com material de acrílico instalado recentemente (PROEMI);
Acervo de livros catalogados (1860 unidades);

A sala de recursos humanos disponibiliza dos seguintes recursos e materiais: 
02 (dois) computadores;
03 (três) mesas;
02 (dois) armários de aço com duas portas;
02 (dois) armários de MDF (SED);
04 (quatro) cadeiras almofadadas (SED);
01 (uma) máquina de encadernação;
04 (quatro) armário de aço com divisórias, arquivo;

 
A Direção disponibiliza dos seguintes recursos e materiais:
01 (um) armário de madeira com duas portas;
01 (um) armário de aço com três portas;
02 (duas) mesas de escritório;
01 (uma) escrivaninha;
02 (duas) mesas para computador;
02 (dois) computadores;
01 (uma) impressora multifuncional;
02 (duas) cadeiras giratórias;
03 (três) cadeiras almofadadas;
01 (um) porta chave;
01 (um) aparelho de telefone;
01 (um) monitor 24’;
01 (um) ar condicionado;
A cozinha disponibiliza dos seguintes recursos e materiais: 
02 (dois) fogões;
01 (um) freezer;
01 (um) freezer novo (SED);
01 (uma) geladeira nova industrial;
01 (uma) geladeira nova (SED)
01 (um) multiprocessador com seis discos;
01 (uma) batedeira grande;
01 (um) bebedouro;
02 (duas) panelas grandes de alumínio batido;
02 (duas) panelas grandes de alumínio fino;
02 (duas) panelas grandes de pressão (uma nova);
05 (cinco) panelas tipo de pressão (com a tampa estragada);
01 (um) tacho esmaltado ágata;
01 (um) coador de macarrão grande;
 01 (um) coador de macarrão médio;
04 (quatro) bacias de plástico pequenas;
02 (duas) bacia de plástico grande;
01 (uma) bacia grande de alumínio;
05 (cinco) escumadeiras;
06 (seis) conchas;
350 (trezentos e cinquenta) pratos;
300 (cem) colheres (chá) de inox;
03 (três) tabuas para carne (médias);
80 (oitenta) canecas plásticas;
01 (um) liquidificador industrial;
01 (um) liquidificador doméstico;
07 (sete) jarras plásticas;
06 (seis) bandejas plásticas;
05 (cinco) bandejas inox;
06 (seis) facas de cozinha grandes;
06 (seis) facas pequenas;
01 (um) facão para cozinha;
02 (dois) bule de alumínio;
05 (cinco) leiteiras de alumínio;
01 (uma) chaleira de alumínio;
03 (três) garrafas térmicas grandes;
02 (dois) raladores médios;
05 (cinco) colheres grandes;
07 (sete) garrafas térmicas pequenas;
03 (três) recipientes de plástico com tampa;
30 (trinta) xícaras;
07 (sete) copos de vidro;
02 (duas) lixeiras;

Anexada à cozinha há um depósito de produtos alimentícios e equipamentos da cozinha.

A sala de planejamento disponibiliza dos seguintes recursos e materiais:
06 (seis) cadeiras almofadadas;
02 (dois) armários pequenos com duas portas;
01 (um) armário de aço grande com duas portas;
01 (uma) cadeira giratória;
05 (cinco) mesas;
01 (uma) impressora;
04 (quatro) mesas pequenas;
01 (um) ar condicionado (deteriorado);
01 (uma) mesa de madeira;

A sala de coordenação disponibiliza dos seguintes recursos e materiais:
04 (quatro) armários pequenos;
02 (dois) arquivos;
05 (cinco) mesas;
01 (uma) mesa para computador;
01 (um) computador;
01 (uma) impressora;
10 (dez) cadeiras;
01 (um) quadro mural;
01 (um) aparelho de telefone;
01 (um) ar condicionado;
 
01 (uma) sala de tecnologia, contendo 8 (oito) computadores multiterminais com dois monitores cada,  01(um) computador servidor completo (micros do pregão 71/2010), 08 (oito) computadores convencionais (pregão 038/2006), 28 (vinte e oito) cadeiras estofadas, 01(uma) impressora multifuncional jato de tinta(do pregão 71/2010) (sem funcionamento), 02 (um) projetor (data show), 02 (duas) telas para projeção com tripé (PROEMI), 01 (uma) lousa branca, 01 (um) armário de aço, 01 (um) ar condicionado e  13 (treze) mesas para os computadores.
01 (uma) cantina terceirizada;
01 (uma) sala de Multimeios, equipada com 01 (uma) TV LCD de 40 polegadas, 01(uma) TV 29’e DVD acoplados à uma gaiola móvel, 01(uma) caixa de som amplificada, 01 (um) data Show, 01 (uma) tela de projeção, 02(dois) ar condicionado, 110 cadeiras plásticas, 30 cadeiras (azul) 01 (uma) prateleira de madeira com um acervo de aproximadamente.
Depósito de Limpeza:
01 (um) cortador de grama;
02 (dois) rastelos;
01 (um) enxada;
02 (dois) máquinas de pressão;
01 (um) facão;
01 (um) aparelho soprador/sugador de folhas;
02 (duas) máquinas de lavar piso;
01 (uma) máquina de passar veneno
01( um) carriola

Laboratório de Ciências;
01 (um) armário de compensado com 20 portas com chave;
01 (um) armário médio de aço com uma porta;
01 (um) armário pequeno de aço com uma porta;
03 (três) mesas pequenas;
02 (dois) microscópios;
01 (um) ar condicionado (novo);
01 (uma) balança grande;
20 (vinte) bancos de madeira;
01 (um) balcão de concreto com portas de correr com material de acrílico instalado recentemente.
01 (uma) pia de inox.

No depósito destinado aos materiais de uso dos professores de Educação Física encontra-se relacionados
02 (duas) redes de voleibol;
02 (duas) para jogos de futsal;
05 (cinco) bolas de basquetebol;
07 (sete) bolas de voleibol;
09 (nove) bolas de handebol;
07 (sete) bolas de futsal;
02 (dois) infladores;
03 (três) cronômetros;
01 (um) jogo de bets;
02 (duas) cordas grandes;
05 (cinco) bolas de borracha;
02 (dois) jogos de rede de basquetebol;
01 (uma) mesa de tênis de mesa (conjunto completo);

Sala de recursos Multifuncional
05 (cinco) escrivaninhas;
01 (uma) mesa redonda;
01 (uma) prateleira de aço;
01 (um) armário grande de aço com duas portas;
01 (um) ventilador;
01 (uma) impressora;
03 (três) computadores;
03 (três) mesa adaptadas;
02 (duas) cadeiras adaptadas;
04 (quatro) cadeiras almofadadas;
01 (uma) mesa pequena para impressora;
05 (cinco) cadeiras comuns;
01 (uma) carteira comum;
02 (dois) quadros branco;
03 (três) armários de três portas;
01(um) armário de aço - grande FNDE;
02(dois) biombos.

A Sala anexa onde funciona o Núcleo de Apoio Pedagógico e Produção Braile é Equipada para produção própria de materiais, com ampliação de livros didáticos e tradução para o braile.


6.6 - Existência de sala de recursos multifuncional.
A Sala de Recurso Multifuncional é destinada ao atendimento especializado para DV, DI e Surdez em Português, Matemática e Libras. Tem sua organização específica de acordo com a LDB 9394/96 e a Portaria do Ministério de Educação por meio da Secretaria de Educação Especial nº 13 de 24 de Abril de 2007, que determina o programa de implantação da Sala de Recurso Multifuncional (SRM).
O atendimento educacional especializado realizado na sala de recurso segue os seguintes critérios sendo:
Metodologias 
Atividades diferenciadas, com dinâmicas para melhor aquisição dos conceitos repassados, com muitas imagens tendo em vista que o surdo tem sua língua visual espacial, diferente do ouvinte onde sua língua é oral auditiva.
Objetivo
Repassar o conhecimento das áreas de Língua portuguesa, matemática e Libras, facilitando dessa maneira o entendimento das outras áreas estudadas no ensino regular, pois a Língua Portuguesa está ligada a área de humanas, onde o aluno tendo competência nessa disciplina também o terá facilidade em outras dessa mesma área.
O estudo da matemática que está ligada a área de exatas, também facilitará o conhecimento e dará competência nas disciplinas dessa mesma área, por isso tal importância desse atendimento educacional especializado nessas duas áreas.
Ensino de Libras visa a aprendizagem da L1 a língua de sinais (Libras), pois o domínio da sua própria língua facilitará para o aluno surdo  o intermédio para a L2 (Língua Portuguesa). Essa aquisição deve ser feita da mesma maneira que outra língua, com estímulos, estudos das regras gramaticais e estudos dos parâmetros das Libras.

Situação de Aprendizagem dos Surdos
O primeiro contato com um texto escrito por um surdo é desconcertante para o ouvinte porque o ouvinte supõe que o surdo tenha como língua materna a Língua Portuguesa. A língua materna do surdo é a LIBRAS embora ele habite em território cuja língua oficial é o português. Ou seja, o surdo é um estrangeiro dentro do próprio país.
Existem inúmeras diferenças estruturais entre a língua portuguesa e a língua de sinais, além disso, é importante levar em conta que como estão aprendendo uma segunda língua, os surdos apresentarão dificuldades semelhantes às dos estudantes de uma língua estrangeira.
Quanto ao aspecto semântico ou de conteúdo do texto é característica própria nos textos dos surdos a limitação ou inadequação lexical em decorrência das experiências restritivas em relação à língua portuguesa e das poucas oportunidades de leitura no ambiente familiar, o que acaba por prejudicar a argumentação e a coerência do texto.
Essa escrita “diferente” na produção discursiva do surdo não está associada à surdez e sim pelo processo de aquisição comum ao ensino/aprendizagem de L2.
Como consequência, teremos produções textuais distantes daquelas tidas como padrão, uma vez que o surdo utiliza a língua de sinais para organizar de forma lógica suas ideias e acaba empregando a estrutura gramatical da L1 em suas atividades escritas, o que é considerado pela grande maioria dos ouvintes uma construção equivocada.
A falta de atividades significativas com a escrita impede que os surdos percebam sua função social e as diferenças entre a língua majoritária e a língua de sinais, ou seja, que cada modalidade de língua possui regras e recursos específicos.
É muito importante conscientizar a pessoa surda de que a L1 (Libras), não poderá substituir a modalidade escrita L2 (L. Portuguesa). Para que esse processo se efetive há que se pensar na singularidade linguística dos surdos.
Em uma produção escrita de estudantes surdos, deve-se observar se a mensagem tem coerência com o tema ou fato proposto, a partir disto a estrutura gramatical e análise linguística devem ser trabalhados de forma gradativa e contextual.
Isso acontece porque as informações chegam até ao aluno em fragmentos, não existe conhecimento internalizado, ou seja, é necessário que estas informações cheguem até o aluno e para tanto é necessário utilizar recursos visuais que facilitará o aprendizado do aluno surdo.
A inclusão de pessoas com surdez na escola comum requer que se busquem meios para beneficiar sua participação e aprendizagem tanto na sala de aula como no Atendimento Educacional Especializado a simples adoção dessa língua não é suficiente para escolarizar o aluno com surdez.
Suprimir objetivos e conteúdos curriculares atrasados que o aluno ainda  não alcançou em razão de sua deficiência, utilizando principalmente material concreto e visual que tenha  significativos.
 Assim, a escola comum precisa programar ações que tenham sentido para os alunos em geral e que esse sentido possa ser compartilhado com os alunos com surdez. Mais do que a utilização de uma língua, os alunos com surdez precisam de ambientes educacionais estimuladores, que desafiem o pensamento, explorem suas capacidades, em todos os sentidos. Se somente o uso de uma língua bastasse para aprender, as pessoas ouvintes não teriam problemas de aproveitamento escolar, já que entram na escola com uma língua oral desenvolvida.
As propostas educacionais começam a estruturar-se a partir do Decreto 5.626/05 que regulamentou a lei de Libras. Esse Decreto prevê a organização de turmas bilíngues, constituídas por alunos surdos e ouvintes onde as duas línguas, Libras e Língua Portuguesa são utilizadas no mesmo espaço educacional. Também define que para os alunos com surdez a primeira língua é a Libras e a segunda é a Língua Portuguesa na modalidade escrita, além de orientar para a formação inicial e continuada de professores e formação de intérpretes para a tradução e interpretação da Libras e da Língua Portuguesa.
O desafio frente à aprendizagem da Língua Portuguesa é uma questão escolar importante. A Língua Portuguesa é difícil de ser assimilada pelo aluno com surdez. Segundo Perlin (1998:56), os 
surdos não conseguem dominar os signos dos ouvintes, por exemplo, a epistemologia de uma palavra, sua leitura e sua escrita. De fato, existem dificuldades reais da pessoa com surdez para adquirir a oralidade e a escrita, porém, dizer que não são capazes de aprendê-la reduz totalmente a pessoa ao seu déficit e não considera a precariedade das práticas de ensino disponíveis para esse aprendizado.
Um período adicional de horas diárias de estudo é indicado para a execução do Atendimento Educacional Especializado. Nele destacam-se três momentos didático-pedagógicos:
• Momento do Atendimento Educacional Especializado em Libras na escola comum, em que todos os conhecimentos dos diferentes conteúdos curriculares, são explicados língua portuguesa por um professor e repassado em sua língua (Libras) por um intérprete.

Na sala de recurso multifuncional na área da surdez
• Momento do Atendimento Educacional Especializado para o ensino da Língua Portuguesa, no qual são trabalhadas as especificidades dessa língua para pessoas com surdez. Este trabalho é realizado à parte das aulas da turma comum, por uma professora de Língua Portuguesa, graduada nesta área, preferencialmente. O atendimento é planejado a partir do diagnóstico do conhecimento que o aluno tem a respeito da Língua Portuguesa. O aluno com surdez precisa aprender a incorporar no seu texto as regras gramaticais da escrita na Língua Portuguesa.
• Momento do atendimento Educacional Especializados para o ensino de matemática na libras, no qual são trabalhada as dificuldades dos alunos surdos e  as defasagens da disciplina, com atividades planejadas para esses alunos e ensinada na língua deles L1, diferente da sala de aula, onde se é pensado atividades para os alunos ouvintes e adaptada para o surdo.

7 - Organização da escola
A E.E.Menodora Fialho de Figueiredo é uma escola da rede pública, mantida pela Secretaria de Estado de Educação (SED) e tem como princípios norteadores as legislações vigentes dos órgãos que lhes competentes SED, MEC, CEE/MS.
·         Constituição Nacional de 1988.
·         Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
·         Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 - Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências.
A partir do ano de 2007 o Ensino Fundamental passa a ter duração de nove anos com fundamentos na LDB nº 9394/1996, deliberação CEE/MS nº 8144 de 09 de outubro de 2006, e pela Resolução/SED n.º 2072 de 22 de dezembro de 2006, que dispõe sobre o Ensino Fundamental de 09 anos nas escolas estaduais.
·         Com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Resolução / CNE/CEB nº.02 de 11 de setembro de 2001, na Deliberação CEE/MS nº. 7828 de 30 de maio de 2005que dispõe sobre a Educação Escolar de alunos com necessidades Educacionais Especiais.
·         Sala de Tecnologia - Resolução/ SED nº 2.127, de 5 de junho de 2007. Dispõe sobre implantação e implementação, monitoramento e avaliação das Salas de Tecnologias Educacionais na Rede Estadual de Ensino, publicada no D.O nº 6.984 de 6 de junho de2007.
·         A eleição do diretor e diretor-adjunto é normatizada pela Resolução/SED n.º 1.789 de 07de setembro de 2004.
·         A atribuição de aulas de Ed. Física e Treinamento: Resolução CEE/MS nº 1773 de 23 de julho de 2004
·         A coordenação pedagógica é normatizada pela Resolução/SED n.º 1.567 de 23 de julho de 2002 e também pelo Decreto nº 12.500 de 24 de janeiro de 2008.
·         O Colegiado Escolar é regido por estatuto próprio.
·         A Associação de Pais e Mestres –  APM é regida por estatuto próprio
·         O Regimento Escolar é um documento normativo desta unidade escolar e é compatível com as políticas específicas da Secretaria de Estado de Educação.
·         A organização curricular e o regime escolar do Ensino Fundamental e Ensino Médio, nesta unidade escolar é normatizada pela Resolução/SED n.º 2873 de 24 de março de 2014.
·                  Dispõe sobre a organização do ano escolar e do ano letivo nas unidades escolares da Rede Estadual de Ensino, para o ano de 2014, e dá outras providências. Resolução/SED n.º 2873 de 24 de março de 2014.
·                  Matriz Curricular- Ensino Fundamental e Ensino Médio, Resolução/SED n.º 2873 de 24de março de 2014.
·         RESOLUÇÃO/SED n. 2.491, de 8 de dezembro de 2011 – Atribuições do Professor Gerenciador de Tecnologias.
·         Resolução/ SED nº 2037 de 07 de novembro de 2006 e o Parecer Orientativo do CEE/MS nº 136 de 24/10/2006 - Código de Trânsito Brasileiro.
·         Parecer nº 235/06 - Igualdade do ponto de vista da cidadania e ao mesmo tempo a diversidade como direito.
·         Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008 altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática: a História e Cultura Afro-Brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de artes,literatura e história brasileiras.
·         Os temas transversais são assuntos que servem de base para outras atividades do Currículo da Escola, Além das áreas de conhecimento tradicionais, os PCNs propõem a discussão de temas como Saúde, Ética, Pluralidade Cultural, Meio Ambiente, Orientação Sexual, Trabalho e Consumo, considerados fundamentais para o exercício da cidadania.

7.a - Proposta de trabalho para medidas de melhoria da organização da escola e do desempenho
A escola é composta pela seguinte subdivisão:
No período matutino, ela atende o Ensino Fundamental do 8º ao 9º ano e os três anos do Ensino Médio com um total de 492 alunos. Sendo 150 do E. Fundamenta e 342 do E. Médio.
No período vespertino, oferece os anos finais do Ensino Fundamental, do 6º ao  9º ano total de 240 alunos.
 No período noturno, a escola oferece os três anos do Ensino Médio com 90 alunos matriculados. Além disso, ofereceu até o mês de maio uma turma do Curso Normal Médio, com 14 alunas e uma turma do Curso Técnico e Recursos Humanos com 32 alunos.
Oferece também o Projeto EJA Conectando Saberes, com 4 turmas da Fase Intermediária, totalizando 120 alunos e 5 turmas da fase final, com 210 alunos, totalizando 1198 estudantes.
 Oferece também atendimento em Sala de Recursos Multifuncional para Deficientes Intelectuais, Auditivos e surdez no turno matutino e vespertino com aproximadamente 16 alunos.
Oferece ainda aulas de Xadrez e treinamento de Voleibol.
                                  ENSINO REGULAR
ENSINO FUNDAMENTAL
ANO
MATUTINO
VESPERTINO
NOTURNO
Turmas
Alunos
Turmas
Alunos
Turmas
Alunos
-
-
03
90
-
-
-
-
03
90
-
-
02
60
01
30
-
-
03
90
01
30
-
-
ENSINO MÉDIO
04
140
-
-
01
30
04
120
-
-
01
90
03
90
-
-
01
90








                                               EJA CONECTANDO SABERES
FASE
MÓDULO
TURMAS
ALUNOS
INTERMEDIÁRIA
1
2
60
INTERMEDIÁRIA
3
2
60
FINAL
1
5
210
CURSOS PROFISSIONALIZANTES
CURSO
TURMAS
ALUNOS
NORMAL MÉDIO
1
14
TÉCNICO EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
1
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 7.1 - Gestão escolar
A estrutura administrativa desta escola é compreendida pela Supervisão escolar, Direção Colegiada, Coordenação Pedagógica e Secretaria, e em suas ações buscam a integração no planejamento e execução de tal forma que as linhas de atuação político-administrativas sejam possíveis de realização.
A direção colegiada é composta pelo diretor, diretor adjunto e colegiado escolar. O colegiado escolar é representado por todos os segmentos da comunidade escolar e possui Regimento Próprio, assim constituído: Diretor e Diretor - Adjunto da Unidade Escolar, na qualidade de membros natos e secretários executivos. 
Profissionais da Educação Básica, com 60% (sessenta  por cento) e segmento de estudantes e pais 40% (quarenta por cento) das vagas que corresponde a: 
02 – dois representantes do segmento dos professores; 
02 – dois representantes do segmento dos coordenadores pedagógicos; 
02 – dois representantes do segmento dos funcionários administrativos; 
02 -  dois representantes do segmento dos alunos; 
02 - dois representantes do segmento dos pais ou responsáveis.
Em parceria com a APM e Colegiado Escolar, essa unidade de ensino gerencia os recursos oriundos dos programas Educação-SED, com recursos próprios e também recursos federais provenientes do MEC (Ministério da Educação), FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), FUNDEB (Fundo Nacional da Educação Básica) e também com os programas como PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola); PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação); PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar); PNLD ( Programa Nacional do Livro Didático); PNBE ( Programa Nacional Biblioteca da Escola); entre outros.

Com a organização estrutural devidamente representada no compromisso de organizar as atividades desta Unidade Escolar, é fundamental o Coordenador Pedagógico à disposição e articulação das atividades pedagógicas da escola “Levando à construção de um currículo integrado, progressivo e consequente” (Silva, Julia O.; 1.990) numa postura coesa de atuação integrada e direcionada aos objetivos deste Projeto.
O desafio que representa o aspecto disciplinar traz consigo a exigência do trabalho em conjunto, pois “a prática democrática faz com que as decisões sejam precedidas de discussão” (Veiga, 1.998) numa consciência coletiva, descentralizada, no respeito à liberdade e às individualidades e na defesa dos interesses do coletivo escolar.

Equipes:            
 Direção
 Secretaria
Coordenação Pedagógica
Assessoramento Escolar
 Corpo Docente
 Apoio Técnico Operacional
 Corpo Discente
                        
Órgãos:             
 Conselho de Classe
 Associação de Pais e Mestres
 Colegiado Escolar
 Grêmio Estudantil
 
7.2 - Organização do tempo e espaço
A escola é composta pela seguinte subdivisão:
No período matutino, ela atende o Ensino Fundamental do 8º ao 9º ano e os três anos do Ensino Médio;
No período vespertino, oferece os anos finais do Ensino Fundamental, do 6º ao  9º ano; No período noturno, a escola oferece os três anos do Ensino Médio, EJA Conectando Saberes, Cursos profissionalizantes Normal Médio e Técnico em Gestão de Recursos Humanos.
Oferece também atendimento em Sala de Recursos Multifuncional para Deficientes Intelectuais, Auditivos e surdez no turno matutino e vespertino com aproximadamente 16 alunos.
Oferece ainda aulas de Judô, Xadrez, e treinamento de Handebol, Voleibol e Futsal.
2% dos alunos são oriundos da Zona Rural;
1% de outros municípios;
13% dos alunos são assistidos pelo Programa Bolsa Família.

 8 - Relações entre a escola e a comunidade
Apesar dos esforços das unidades escolares em organizar eventos para incentivar a participação da família na escola e na vida dos filhos, está longe de se alcançar esta parceria tanto na questão pedagógica como na social.
Um dos fatores mais preocupante em nossa comunidade escolar e também da sociedade é a dificuldade dos pais ou responsáveis em lidar com os adolescentes. Descompromissados com os estudos, fragilizados e vulneráveis diante da realidade turbulenta e violenta dos dias atuais, acabam buscando apoio em grupos externos e fogem para o mundo das drogas. Assim tanto a família quanto a escola tem um papel fundamental e decisivo na prevenção e combate ao consumo de drogas.
Como faz parte do processo educativo escolar estabelecer regras de convivência, limites claros e estimular processo participativo, é importante que a escola trabalhe em conjunto com a família, conselho tutelar promotoria da infância, universidade, entidades religiosa grêmios recreativos e outras, para a promoção de atividades que favoreçam os alunos a construir um ambiente onde a disciplina pessoal e comunitária seja assumida na liberdade, como geradora de equilíbrio pessoal, convivência construtiva e comportamentos compatíveis com a cidadania.
A escola deve articular a participação ativa da família e de toda a comunidade escolar interna e externa, para implantação e execução de um plano integrado para da cultura da paz, utilizando-se de reuniões, atividades integradoras, palestras, passeatas, atividades culturais e esportivas, objetivando o fortalecimento e união contra o uso de drogas e combate a violência.


9 - Concepções teóricas
Os seres humanos vivenciam novas experiências diariamente. O mundo está em constante mudança e o ritmo de progresso generalizado, que se observa, também atinge a área educacional. Neste sentido não é possível separar a vida escolar da vida social.
A sociedade procura meios para acompanhar essa evolução, mas é a educação que foi e sempre será o melhor meio para alcançar este propósito.
Segundo BRANDÃO (1993): “[...] para aprender, para ensinar, para aprender-e-ensinar. Para saber, para fazer, para ser ou para conviver. Todos os dias misturamos a vida com a educação”.
Atualmente a educação tem se diferenciado na questão democrática, ela é aberta a todos e pertencente a todos.
Vemos hoje a Educação como processo de transformação do homem, cujo aprendizado ocorre de forma contínua, gradativa, visando à valorização do cidadão e a produção do conhecimento a ser aplicado em benefício da sociedade onde atua.
 Ainda com BRANDÃO (1993), podemos compreender que a educação é o caminho da emancipação dos homens. Ele diz que:
A educação ajuda a pensar tipos de homens, mais do que isso, ela ajuda a criá-los, através de passar uns para os outros o saber que o constitui e legitima. Produz o conjunto de crenças e ideias, de qualificações e especialidades que envolvem as trocas de símbolos, bens e poderes que, em conjunto constroem tipos de sociedades (p. 11)
A Educação diz respeito a todos, e no decorrer de toda a vida deve estar preocupada com a desigualdade no mundo, a degradação ambiental, o aumento da pobreza e a exclusão social.
Para FRElRE (2001):  “refletir sobre educação é refletir sobre o ser humano; educar é promover a capacidade de interpretar o mundo e agir para transformá-lo”.
 FREIRE afirma ainda que "o homem é um ser relacional, estando nele poder sair dele, projetar-se, discernir, conhecer".
Com Freire e Brandão entendemos que educação é um processo contínuo de aprendizagem e troca de conhecimentos. Que também é oportunidade de crescimento, construção e transformação tanto do homem quanto do meio social em que vivem.
Escola
Hoje não se pode conceituar a escola apenas como espaço físico, onde ocorre o processo de ensino e aprendizagem, ela ultrapassa esse conceito. A escola é um espaço de convivência, de relações, de crescimento, de trocas e acima de tudo é lugar de gente.
 Paulo Freire afirma que: 
”Escola é… o lugar onde se faz amigos não se trata só de prédios, salas, quadros, programas, horários, conceitos… Escola é, sobretudo, gente, gente que trabalha que estuda que se alegra se conhece se estima.
O diretor é gente, O coordenador é gente, o professor é gente, o aluno é gente, cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor na  medida em que cada um se comporte como colega, amigo, irmão.
Nada de ‘ilha cercada de gente por todos os lados’.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir que não tem amizade a ninguém nada de ser como o tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar, é também criar laços de amizade, é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se ‘amarrar nela’!
Ora, é lógico… numa escola assim vai ser fácil estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se,
ser feliz.” (Paulo Freire)
Como a escola é lugar de pessoas, então é uma instituição social. Sendo assim tem por objetivo desenvolver as potencialidades físicas, cognitivas e afetivas dos alunos, por meio da aprendizagem dos conteúdos (conhecimentos, habilidades, procedimentos, atitudes e valores) tornando-os cidadãos participativos na sociedade em que vivem.
 A função da escola é levar o estudante à compreensão da realidade da qual faz parte, tentando fazê-lo se situar, interpretar e contribuir para a sua formação com vistas à transformação da realidade social, econômica e política de seu tempo. Então a escola deve ser um lugar de apropriação do saber que prepara o alunado para o exercício da cidadania.
O grande desafio da escola é deixar de ser apenas um ponto de encontro, deve  ir além, oferecendo situações que favoreçam o aprendizado, e a importância deste no futuro do aluno, onde haja sede e razão em aprender .
Nesse sentido, enquanto instituição dinâmica que promove o conhecimento e a integração do indivíduo à sociedade, a escola busca através d.a assimilação e produção do saber científico e tecnológico, da cultura da valorização e da cidadania, contribuir para vários estágios de organização social, onde haja democracia e valorização humana.
De acordo com Veiga (2004), a escola é concebida como espaço educativo, lugar de aprendizagem, em que todos aprendem a participar dos processos decisórios, mas é também local em que os profissionais desenvolvem sua profissionalidade.
Currículo:
            O Currículo é entendido como um projeto que preside as atividades educativas escolares, definindo suas intenções e proporcionando guias de ações úteis para o professor considerando a realidade na qual será efetivada.
            O mesmo proporciona informações concretas sobre o que, quando e como ensinar. É então uma estrutura ordenadora da vida social, reprodutora da cultura formal de uma sociedade, disciplinadora e formadora de comportamentos pessoais e interpessoais. Diante deste contexto entendemos currículo como as experiências escolares que se desdobram em torno do conhecimento, em meio a relações sociais, e que contribuem para a construção das identidades de nossos estudantes.
Hoje existe uma preocupação por parte dos pesquisadores sobre as relações entre currículo e cultura. A cultura é histórica, pensar em cultura é pensar em conhecimento, significado e formas de interpretar o mundo e nosso cotidiano. Conhecer, aprender, ver as diferenças, como somos e como nos relacionamos é se apropriar de conhecimentos.
As concepções de currículo derivam dos diversos modos de como a educação é concebida historicamente, bem como das influências teóricas que a afetam. Os fatores econômicos também contribuem para a definição de currículo que assim são entendidas:
  • Conteúdos a serem ensinados e aprendidos;
  • As experiências de aprendizagem escolares a serem vividas pelos alunos;
  • Os planos pedagógicos elaborados por professores, escolas e sistemas educacionais;
  • Os objetivos a serem alcançados por meio do processo de ensino;
  • Os processos de avaliação que terminam por influir nos conteúdo e nos procedimentos selecionados nos diferentes graus da escolarização;
Assim Currículo associa-se ao conjunto de esforços pedagógicos, desenvolvidos com intenções educativas às atividades organizadas por instituições escolares.

Concepção de Ensino/Aprendizagem
O Ato de ensinar consiste num processo de preparação, formação, capacitação, construção e desenvolvimento de habilidades.
O Ato de aprender se relaciona com as mudanças de comportamento construídas, nas relações sociais com o semelhante e consigo mesmo, através dos conceitos estudados na forma de conteúdos programáticos. O educando através da aprendizagem adquire base para o desenvolvimento e a construção de uma nova forma de  conceber o universo e passa a estabelecer novas relações, diferentes daquelas que efetuava antes da aprendizagem.
Segundo Gadotti (1993), o aluno aprende quando ele se torna sujeito de sua aprendizagem. [...] Não há educação e aprendizagem sem sujeito da educação e da aprendizagem.
Com Veiga (2004), compreendemos a escola concebida como espaço educativo, lugar de aprendizagem, em que todos aprendem a participar dos processos decisórios [...]. Considerando esta idéia  percebe-se o “aprender”, da “aprendizagem”, e que o mesmo está diretamente vinculada ao trabalho docente, ao planejamento docente, as estratégias de ensino e ao processo ensino-aprendizagem.
Diante destas perspectivas é importante ressaltar que questões relacionadas ao planejamento docente, às formas de organização da aula, constituem-se num momento privilegiado para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem.
Vasconcelos (2007) aponta que trabalho com projetos constitui-se numa das estratégias de ensino que mais favorece o envolvimento do aluno nas situações de aprendizagem, pois permite o desenvolvimento do processo investigativo, a capacidade de problematização, a pesquisa e o estudo sistemático de uma temática.
É necessário esclarecer que o processo ensino-aprendizagem, está vinculado ao trabalho do professor. A tarefa principal do professor é garantir a unidade entre ensino e aprendizagem, através do processo de ensino. Ensino e aprendizagem são duas facetas de um mesmo processo. O professor planeja, dirige e controla o processo de ensino, tendo em vista estimular e suscitar a atividade própria dos alunos para a aprendizagem. [...] A condução do processo de ensino requer uma atividade clara e segura do processo de aprendizagem: em que consiste como as pessoas aprendem, quais as condições externas e internas que o influenciam (LIBÂNEO, 2006, p.81).
Trata-se de refletir sobre o trabalho dos profissionais, sobre as formas de organização e desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem que se efetiva na sala de aula e logicamente é necessário pensar na educação, na perspectiva de que: “[...] tem sido objeto de atenção preferencial na agenda das últimas décadas [...] motivada pelo desejo de melhorar a eficiência do serviço educativo (Feldman, 2001, p.9)”.

10 - Critérios e formas de avaliação de aprendizagem
A avaliação é um processo amplo e abrangente que abarca todas as ações desenvolvidas na ação pedagógica, assim como todos os sujeitos nele envolvidos. Portanto, deve estar claro para aquele que avalia, pois, também é parte integrante do processo avaliativo, uma vez que foi o responsável pela mediação no processo de ensino aprendizagem. Logo, quando se lança o olhar para avaliar alguém ou alguma ação no âmbito da instituição escolar, lança-se também o olhar sobre si próprio. Ao avaliar deve-se ter em mente o processo como um todo, bem como aquele a quem está avaliando.
Segundo Luckesi (2000), “Avaliar tem basicamente três passos: conhecer o nível do desempenho do aluno em forma da constatação da realidade; comparar essa informação com aquilo que é considerado importante no processo educativo, (qualificação); tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados”. Avaliar não pode ser instrumento de controle, mas sim momento de coleta de dados que permita diagnosticar avanços e retrocessos do aluno, possibilitando ao professor analisar sua própria ação, podendo então redimensionar o seu trabalho e rever o seu planejamento, considerando-os como parte do processo. O professor tem a possibilidade de adequar a metodologia e dar novos encaminhamentos para que o aluno possa superar suas dificuldades.
Os critérios de avaliação apontam as experiências educativas a que os alunos devem ter acesso e que são consideradas essenciais para o seu desenvolvimento e socialização. Nesse sentido eles devem refletir de forma equilibrada os diferentes níveis de capacidades e as três dimensões (conceitos, procedimentos e atitudes).
A redefinição de avaliação educacional deve ser o vínculo indivíduo/sociedade, numa dimensão histórica. Devido a esta, uma avaliação de rendimento escolar deve contemplar percepção, pensamento, imaginação, emoção, expectativa, etc., tudo deve estar registrado.
Ao acelerar o progresso de seus alunos na aprendizagem o professor pode obter informações valiosas sobre seu próprio trabalho. Nesse sentido a avaliação tem uma função de não criar limites para ação dos alunos.
Esse processo contínuo de observação, análise e verificação precisam ser registrados e merece, além das considerações, orientações e medidas pedagógicas, uma expressão quantitativa que deve ser feita em pontos (notas) que são atribuídas para cada componente curricular. Em todas as situações de avaliação, deve existir o acompanhamento sistemático do processo ensino-aprendizagem, visando permitir formas alternativas de metodologia através das seguintes modalidades de avaliação da aprendizagem: avaliação diagnóstica, formativa e somativa, realizando de maneira contínua, por meio de várias técnicas e com a utilização de diversos instrumentos como: debates, seminário, trabalhos individuais e coletivos, avaliação das apresentações, portfólio, testes, relatórios, produção textual, dança, música, teatro, desfile, exposição de trabalhos, confecção de cartazes, maquetes, emprego de tecnologia nos trabalhos como: slides, workshop, estatística, gráficos, avaliação objetiva, descritiva, simulado, autoavaliação, etc. Os resultados das verificações de aprendizagem serão discutidos com os alunos e expressos por meio de nota. A nota será o resultado da média obtida pela combinação de dois ou mais dos instrumentos de avaliação indicados.
A avaliação na aula ocorre pela observação do interesse, participação e envolvimento nas atividades, debates, perguntas entre outros. O docente pode analisar juntamente com os alunos a aplicação dos conteúdos propostos em sua realidade
·         utilizar procedimentos e instrumentos variados para avaliar a aprendizagem;
·         intervir, com base nas informações obtidas via avaliação, em favor da superação das dificuldades detectadas;
·         contextualizar e integrar a avaliação ao processo de ensino e aprendizagem;
·         considerar e respeitar as diferenças e as dificuldades manifestadas em sala de aula.
Avaliação diagnóstica não tem a finalidade de atribuir nota, seu objetivo é identificar saberes prévios dos alunos, verificando possíveis problemas de aprendizagem, para propor novas ações que possam levar o aluno a se apropriar do conhecimento através da proposta curricular. A avaliação diagnóstica também orienta o professor quanto à construção do seu planejamento; Avaliação formativa é processual e contínua, tem a intenção de valorizar aspectos qualitativos e não quantitativos, oferecendo ao professor a oportunidade de realizar adequações na proposta de trabalho. Conhecendo os resultados da avaliação formativa é possível definir objetivos de ensino e elaborar diferentes estratégias de ação. O professor pode avaliar seu próprio trabalho a partir dos resultados da avaliação, ela também possibilita mudanças no processo; Avaliação somativa, considerada classificatória, atende aos princípios quantitativos, sendo praticada ao final de um determinado tempo; de um curso; de um bimestre em nosso caso específico, permite ao professor atribuir nota ao aluno. Realizada em momentos pontuais não permite mudança, pois finaliza o processo, os alunos são classificados a partir de critérios pré-estabelecidos, mas pode ser resultado também de um processo formativo, que culmine na nota.
Segundo Perrenoud (1999) relata que a avaliação somativa (...) se relaciona mais ao produto demonstrado pelo aluno em situações previamente estipuladas e definidas pelo professor, e se materializa na nota, objeto de desejo e sofrimento dos alunos, de suas famílias e até do professor. Predomina nessa lógica o viés burocrático que empobrece a aprendizagem, estimulando ações didáticas voltadas para o controle das atividades.
A forma de avaliação adotada na unidade de ensino será diagnóstica no início do ano letivo e processual e formativa no decorrer de cada bimestre. O instrumento a ser utilizado, deve ser aquele que melhor expressar a aprendizagem do aluno e estar dentre os seguintes: Atividades escritas, seminário, trabalhos de pesquisas individuais e coletivos, apresentações orais, portfólios, testes, relatórios, produção textual, dança, música, teatro, desfile, exposição de trabalhos, confecção de cartazes, maquetes, workshop, estatística, gráficos, simulados e autoavaliação. Serão atribuídos aos alunos, notas aritméticas na escala de 0 (Zero)  a 10 (Dez), como resultados da síntese do processo contínuo.Os critérios estabelecidos são os seguintes: Avaliação escrita no valor de 0 (zero) a 6 (seis) e 0 (zero) a 4 (quatro) para as demais atividades avaliativas.
No Sistema Online de Diário o professor deverá lançar a média aritmética na escala de 0 (Zero) a 10 (Dez). O professor deverá ter o registro de todas as atividades avaliativas aplicadas no bimestre.
Considerando a Resolução/SED nº 3.019 de 05 de fevereiro de 2016 D.O nº 9101:
A avaliação da aprendizagem é parte do processo educativo e tem como objetivo contribuir para formação de pessoas autônomas, críticas e conscientes, por meio de:
I – avaliação inicial ou diagnóstica, com a finalidade de identificar os conhecimentos prévios;
II – avaliação processual ou formativa com a finalidade de verificar se os objetivos da aprendizagem esperados estão sendo alcançados, identificando as dificuldades dos(as) estudantes e auxiliando na reformulação do trabalho didático;
III- avaliação de resultados ou somativa: tem a função de classificar o(a) estudante de acordo com os resultados alcançados no decorrer do processo aprendizagem, sendo útil para a sua promoção ou retenção ao término do período letivo.
A avaliação da aprendizagem deve ser realizada de forma contínua, sistemática e integral ao longo de todo o processo de ensino e de aprendizagem.      
Na apreciação dos aspectos qualitativos apresentados pelos(as) estudantes na avaliação da aprendizagem, deverão ser considerados, pelo menos, para efeito de julgamento do(a) docente: a compreensão e o discernimento dos fatos da questão apresentada;
II- a percepção de suas relações com o tema;
III- a aplicabilidade dos conhecimentos, demonstrada na avaliação;
IV- as atitudes e os valores adquiridos;
V- a capacidade de análise e de síntese, além de outras competências comportamentais e intelectivas, e ou outras habilidades do(a) estudante, verificadas pelo(a) docente.
A recuperação paralela da aprendizagem é realizada à medida que forem sendo detectadas deficiências no processo de aprendizagem e no rendimento do estudante.
A recuperação prevista no caput, realizada no horário normal das aulas, consiste na retomada do conteúdo e na apropriação dos conhecimentos ministrados.
A avaliação do rendimento escolar do(a) estudante deverá considerar os procedimentos próprios da recuperação paralela.
§ 1º As escolas deverão oferecer, a título de recuperação paralela de estudos, quando verificado o rendimento insuficiente, novas oportunidades de aprendizagem, sucedidas de avaliação, nos termos do estabelecido nesta Resolução, durante os bimestres, antes do registro das notas.
§2º Para atribuição de nota resultante da avaliação das atividades de recuperação paralela de estudos, prevista no parágrafo anterior, deverá ser utilizado o mesmo peso da que originou a necessidade de recuperação, prevalecendo o resultado maior obtido.
§ 3º As atividades referentes ao cumprimento do §1º e do §2º deste artigo deverão ser planejadas pelos(as) docentes, juntamente com a coordenação pedagógica da escola.
§ 4º O(a) docente deverá fazer o devido registro, além das atividades regulares, as atividades de recuperação de estudos e seus resultados.

A Média Anual será calculada conforme fórmula a seguir:                 
MA: 1º MB + 2º MB + 3º MB + 4º MB   ≥ 6,0
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MA = Média Anual por componente curricular ou disciplina;
MB = Média Bimestral por componente curricular ou disciplina.

Será considerado aprovado no ano letivo o aluno que obtiver frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) no cômputo geral da carga horária total da série; por componente curricular: Média Anual igual ou superior a 6,0 (seis); Média Final igual ou superior a 5,0 (cinco), após o Exame Final.
A carga horária total do ano será obtida após somadas todas as horas-aula de todos os componentes curriculares a que o aluno esteja obrigado a cursar.
Será encaminhado para Exame Final, o aluno com média anual inferior a 6,0 (seis).
O educando que não atingir a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) de carga horária a que o mesmo esteja obrigada a cursar não terá direito a exame final, independente dos resultados obtidos.
O educando pode prestar exame final em todas as áreas de conhecimentos ou disciplina.
A Média Final, após o Exame Final será calculada de acordo com a seguinte fórmula:

 
MF: MA x 03 + EF x 02 =    5,0
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MF= Média Final;
MA = Média Anual por componente curricular ou disciplina;
EF= Nota do Exame Final por componente curricular ou disciplina;

O estudante que não atingir a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária que esteja obrigado a cursar não tem direito de prestar o exame final, independentemente dos resultados obtidos no aproveitamento.
É considerado retido a partir do 2º ano do ensino fundamental até o último ano do ensino médio o estudante com :
              I – frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas para aprovação, independentemente dos resultados obtidos no aproveitamento;
              II – média final inferior a 5,0 (cinco), após exame final.
O Projeto EJA Conectando Saberes tem critérios específicos de avaliação que constam nna Ementa do Curso, bem como os Cursos profissionalizantes.

11 - Acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem
Em consonância com os Parâmetros Curriculares Nacionais e o Referencial Curricular da rede Estadual de Mato Grosso do Sul, a Escola se dispõe a efetivar um ensino que respeite as diversidades e considere a necessidade de condicionar aos estudantes, o acesso ao conjunto de conhecimentos socialmente elaborados e reconhecidos como necessários ao exercício da cidadania.
O modelo pedagógico aplicado na escola consiste fundamentalmente em:
Desenvolver em seu aluno a função de pensar em tudo que se relacione consigo e com a vida;
Propiciar a formação de uma consciência clara a respeito de sua responsabilidade frente à vida de seus semelhantes e do mundo.
  • Instrumentalizar o aluno cientificamente. O referencial teórico que determina o modelo pedagógico é centrado no aluno como sujeito do seu conhecimento, através de experiências, pesquisas, dinâmica de apresentações e trabalhos em projetos em que o saber deve estar a serviço da comunidade e da sociedade.
  • Assegurar recursos e serviços educacionais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, com vistas a garantir a educação escolar e o desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais especiais;
  • Propiciar interação entre os pais e a comunidade escolar em prol da educação de seus filhos, atendendo todas as necessidades levantadas;
  • Promover eventos festivos de interesse da comunidade;
  • Envolver a equipe escolar, a comunidade e os pais nas atividades diferenciadas de forma cooperativa e harmoniosa;
11.1 Planejamento Docente
  • Planejar é estar pronto para responder aos desafios da mudança. Ele romper paradigmas, sustentar a liderança, possui uma filosofia comum, caminha rumo ao sucesso e competência.
  • Reflexão sobre alguns problemas vivenciados na escola quando a questão é Planejar:
  • Segundo Celso dos S. Vasconcellos (2004): Há uma ambiguidade na prática dos professores, pois ao mesmo tempo em que não negam a importância do planejamento, percebem sérias limitações em sua realização. Outras vezes, há uma polarização entre os “especialistas” e os professores: Os primeiros defendendo ferreamente o planejamento e os últimos fazendo de tudo para se livrarem dele.
  • Porém, apesar das diferentes opiniões encontradas há um compromisso da equipe em realizar os planejamentos propostos pela SED/MS, que hoje acompanhando a evolução e progresso do novo sistema on-line, traz praticidade, economia de recursos, amenizando questões burocráticas. O sistema de planejamento é analisado pelo coordenador num prazo de no máximo sete dias, antes do início do mesmo. Ao analisar o planejamento o coordenador poderá Aprovar ou colocar como Pendência, onde o professor deverá realizar as devidas correções em prazos pré-estabelecidos.
  • Nesse sentido, o planejamento é um esforço disciplinado para produzir decisões e ações fundamentais para a escola. Trata-se de uma ferramenta gerencial utilizada com o propósito de auxiliar a escola a realizar melhor o seu trabalho. É um processo racional para alcançar objetivos de forma variável rápida e econômica possível.
  • No que tange ao Diário, os professores iniciaram com o sistema de diário on-line onde é lançado no decorrer das aulas o conteúdo ministrado, frequência e notas dos estudantes.
11.2 Metodologias de Ensino
Buscando oferecer uma educação de qualidade, e em consonância com os Parâmetros Curriculares Nacionais a Escola se dispõe a efetivar um ensino que respeite as diversidades e considere a necessidade de condicionar aos estudantes o acesso ao conjunto de conhecimentos socialmente elaborados e reconhecidos como necessários ao exercício da cidadania.

O modelo pedagógico aplicado na escola consiste fundamentalmente em:
•   Desenvolver em seu aluno a função de pensar em tudo que se relacione consigo e com a vida;
•  Propiciar a formação de uma consciência clara a respeito de sua responsabilidade frente a vida de seus semelhantes e do mundo.
•  Instrumentalizar o aluno cientificamente. O referencial teórico que determina o modelo pedagógico é centrado no aluno como sujeito do seu conhecimento, através de experiências, pesquisas, dinâmica de apresentações e trabalhos em projetos em que o saber deve estar a serviço da comunidade e da sociedade.
•  Assegurar recursos e serviços educacionais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, com vistas a garantir a educação escolar e o desenvolvimento das potencialidades dos estudantes que apresentam necessidades educacionais especiais.
• O professor deverá capacita-se e aprimorar seus conhecimentos para que possa ensinar de maneira diferenciada os conteúdos com maior dificuldade. Nessas aulas serão utilizados os recursos tecnológicos e midiáticos visando melhorar o aproveitamento didático.

11.3 Definição das orientações pedagógicas       
Para desenvolver um trabalho de acompanhamento sistemático das Orientações Pedagógicas se faz necessário a elaboração de um plano de trabalho. Cuja consonância deve estar ligada com outros elementos necessários para a construção desse plano: Projeto Político-Pedagógico (PPP) ou Proposta Pedagógica (PP), Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE), e no Regimento Escolar (RE).
Nesta perspectiva buscamos atingir os objetivos propostos e alcançar as metas estabelecidas:

Objetivo Geral
Proporcionar o desenvolvimento contínuo e global (Ciência e Tecnologia) do processo educativo, despertando o senso crítico do educando e preparando-o para ser um cidadão participativo e responsável na sociedade em transformação.
Específicos
- Melhorar o processo de ensino aprendizagem;
- Adquirir condições básicas para a pesquisa;
- Ser receptivo a críticas e avaliações;
- Propiciar meios para especializações, aperfeiçoamento e atualizações dos funcionários dessa unidade escolar;
- Incentivar a pesquisa de temas relevantes;
- Revisar conceitos e conhecimentos básicos ministrados no decorrer do ano;
- Elaborar um programa de ensino condizente com a realidade do meio onde a Escola se encontra e promover aperfeiçoamento pedagógico dos envolvidos no processo ensino/aprendizagem, contribuindo assim, para que seja atingido um nível de satisfação pessoal entre todos os elementos envolvidos no processo educacional, através da perfeita harmonia e entrosamento dos mesmos, fornecendo um clima de participação ativa da comunidade e escola de forma integrada.
 11.4 Projetos e Programas ofertados
PDE;
Sensibilizar para preservar
JIME;
Trânsito;
Bullying;
Dengue;
OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas);
Projetos extracurriculares ofertado pela SED: Xadrez, judô e voleibol.
Projeto de Dança (Artes Cênicas UFGD);
Festa do dia das mães;
Festa Junina;
Projeto Família na Escola;
Mostra Cultural;
Sarau;
Caminhos da Energia;
FECAME (Festival da Canção do Menodora);
Folclore ( Ensino Fundamental);
Solidariedade Sustentável
Bienal de Arte/ UNIARTE
Aprender Brincando;
SOS Arnulpho Fioravante
Cultura afro/afrodescendente brasileira;
Leitura;
PIBID (Matemática, Química, Biologia, Física, Língua Estrangeira Moderna - Inglês)

PDE
O PDE Escola é um programa de apoio à gestão escolar baseado no planejamento participativo e destinado a auxiliar as escolas públicas a melhorar a sua gestão. Para as escolas priorizadas pelo programa, o MEC repassa recursos financeiros visando apoiar a execução de todo ou de parte do seu planejamento.
A ferramenta utilizada pelas escolas para realizar o seu planejamento é o PDE Interativo, um módulo disponível no SIMEC. O PDE Interativo foi desenvolvido com base na metodologia do PDE Escola, mas a partir de 2012 o PDE Interativo vem atender às solicitações encaminhadas por diversas secretarias de educação que desejavam utilizar a metodologia de planejamento do PDE Escola em toda a sua rede, independente do repasse de recursos federais.
Neste sentido, a principal diretriz adotada pelo MEC para implementar esta ideia foi oferecer uma ferramenta de fácil acesso e compreensível por todos aqueles que compõem a comunidade escolar, sem a obrigatoriedade de realizar formações presenciais. O objetivo do Ministério da Educação é fortalecer a gestão escolar democrática e participativa, envolvendo efetivamente todos os segmentos que podem ajudar a construir uma escola pública cada vez melhor.
EDUCAÇÃO E ENSINO PARA O TRÂNSITO
De acordo com a Resolução/ SED nº 2037 de 07 de novembro de 2006 e o Parecer Orientativo do CEE/MS nº 136 de 24/10/2006 o Código de Trânsito Brasileiro estipulou como políticas de Educação e Ensino para o Trânsito de Mato Grosso do Sul a inserção do conteúdo “Trânsito” na Proposta Pedagógica com vistas a transformação de valores, comportamentos e atitudes que conduzam a uma nova cultura orientadas para o respeito as leis, ao meio ambiente à saúde e principalmente a vida. Dentro desse contexto a escola promoverá a educação para o trânsito desde o 1º Ano ao Ensino Médio, por meio de planejamento e ações integradas ao diversos órgãos do Sistema Nacional de Trânsito. A Educação para o Trânsito inclui a percepção da realidade e a adaptação, assimilação e incorporação de novos hábitos e atitudes frente ao trânsito. Pressupõe-se uma metodologia de aprendizagem continuada no Ensino Médio e no Ensino Fundamental com projetos educativos e desenvolvimento de conteúdos pertinentes e sistematizados.
Nas atividades práticas em sala de aula os estudantes realizam produções textuais, confecção de cartazes, faixas, seminários e nas atividades extraclasse os estudantes realizam uma campanha de mobilização com distribuição de panfletos para conscientização da comunidade local.
Além das atividades didáticas desenvolvidas, a escola participa do Projeto Transitando e o Projeto Cidade Educadora.
CULTURA AFRO/AFRO-BRASILEIRA/ SUL MATO-GROSSENSE
A promulgação da Lei 10.639 de 09 de janeiro de 2003, que inclui no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” estabelece que o conteúdo programático a ser desenvolvido pela escola deverá conter o estudo da História da África por africanos, a luta dos negros no Brasil, resgatando a contribuição do  povo negro na área social, econômica e política pertinente à História do Brasil. Dessa forma a escola pretende refletir o pensamento dos negros, através de atividades curriculares durante o decorrer do ano letivo, de forma interdisciplinar valendo-se de diferentes formas de transmissão do conhecimento a fim de assegurar a cidadania.
Nesse sentido, a responsabilidade da Escola Menodora é de providenciar meios para inserir temas relevantes da história de resistência do povo negro. Nessa perspectiva deve ter como base o diálogo, principal instrumento como prática de liberdade. Esse diálogo começa na busca do conteúdo programático em que deverão ser privilegiados temas significativos para a compreensão da História da África e da situação do negro no Brasil. Ao abordar diferentes assuntos os professores estarão contribuindo para eliminação de preconceitos e discriminação propiciando aos alunos negros oportunidades de se fortalecerem no direito de serem mais valorizados e culturalmente respeitados. Só assim, será possível transformar a escola em um espaço democrático onde o aluno possa ter oportunidade de ver sua história e a sua imagem refletida positivamente.
Em consonância com o Parecer nº 235/06 e conforme os Parâmetros Curriculares que norteiam as atividades escolares para garantir a igualdade do ponto de vista da cidadania e ao mesmo tempo a diversidade como direito. A escola privilegia a formação e consolidação de uma cultura de paz, baseada na tolerância, no respeito aos direitos humanos universais e da cidadania compartilhada por todos os brasileiros, neste contexto a cultura sul-mato-grossense é ministrada de forma interdisciplinar nas suas mais diversas manifestações.
Esta unidade escolar desenvolve atividades destacando o papel do homem num determinado tempo que revitaliza a memória das comunidades locais. Enfim, preocupa-se em apresentar a cultura do Estado a partir da cultura primitiva, cultivada pelas tribos indígenas, que atraídas pelos brancos, vêm sofrendo a aculturação; a cultura rústica, semeada pelo homem do campo, que encontra-se progressivamente infiltrada de elementos urbanos; e a cultura urbana moderna, que semelhantemente ao restante do país, encontra-se apegada aos modelos do mundo ocidental.
COMBATE AO BULLYING NA ESCOLA
O objetivo do projeto é mobilizar a comunidade escolar para ações de sensibilização e conscientização pautadas nas mudanças de postura e de atitudes, alcançando, desta forma, o combate ao bullying.
Objetivos
*  Resgatar no aluno os valores presentes de cada cultura existente;
* Promover atividades motivadoras e de descontração;
* Proporcionar aulas diferenciadas e dinâmicas;
* Criar clima de confiança e cumplicidade no qual o aluno Participe efetivamente de seu aprendizado;
* Motivar o aluno para o trabalho coletivo;
* Envolver os alunos nos trabalhos de pesquisa;
* Oportunizar palestras sobre temas relevantes e atuais;
* Ampliar a visão de mundo do aluno;
* Possibilitar a vivência de emoções interagindo com a diversidade.
 
JIME ( Jogos Internos da Escola Menodora)

          Os jogos internos da escola Menodora, tem como foco proporcionar interação entre corpo docente e discente, estimulando a prática esportiva com fins educativos e formativos. Com objetivo de promover intercâmbio entre os participantes, procurando o desenvolvimento técnico e tático das modalidades: voleibol, handebol, basquete, futsal, queimada.
PROJETO DE LEITURA
“Projeto de Leitura” trata-se de um projeto de leitura voltado para os anos finais do ensino fundamental e ensino médio. O propósito foi incentivar o hábito da leitura.
Para os anos finais do Ensino Fundamental e Médio é proposto o trabalho de propaganda com obras literárias. O estudante escolhe determinada obra e após a leitura apresentá-la de acordo com os requisitos solicitados. 
SENSIBILIZAR PARA PRESERVAR 
O projeto tem por objetivo estudar e conhecer os diferentes ambientes naturais, sendo eles conservados ou degradados. A parte teórica do projeto será realizada em ambiente escolar, através vídeos, imagens, textos informativos e reportagens. Para atividades práticas os alunos realizarão pesquisa de campo e visitas técnicas, onde poderão observar e compreender o assunto estudado, melhorando o conhecimento adquirido.
FESTA DAS MÃES
Momento de integração e socialização da escola com a família, a fim de homenagear as mães e/ou responsável.
FESTA JUNINA
Resgatar a tradição/memória das festas juninas, através de: comidas típicas, danças, músicas regionais e a socialização da comunidade escolar.
DEVERES CÍVICOS
Resgatar os valores pátrios enquanto cidadão crítico e participativo.
MOSTRA CULTURAL
O projeto tem por finalidade conhecer as diversas linguagens artísticas, permitindo que os alunos se expressem a partir das modalidades que conheceram e assim possam realizar suas produções individuais e coletivas, interagindo com grupos culturais de várias etnias. Será dedicada uma semana para apreciação das produções realizadas no decorrer do ano letivo, propiciando ao mesmo uma semana diferente em que ele é o artista.
S.O.S PARQUE ARNULPHO FIORAVANTE
Objetivos:
sensibilizar, especialmente, os alunos dos 9º Anos, bem como os demais segmentos da comunidade escolar da Escola Menodora, sobre a necessidade de desenvolver o seu trabalho pedagógico de forma a convencer os seus membros de que devemos refletir sobre as práticas ecologicamente corretas globalmente, porém, ter a clareza que a nossa ação transformadora se dá localmente;
- formular políticas públicas que sensibilize a comunidade escolar a empreender a luta permanente pela preservação, revitalização e a recomposição da fauna e da flora do Parque Arnulpho Fioravante;
CAMINHOS DA ENERGIA
A questão da energia deve ser tratada de forma multidimensional, que, aliás, se reflete na sua presença em todas as atividades do homem. Essa pluralidade de dimensões requer uma abordagem multidisciplinar, com a interação de diferentes áreas do saber científico.
A interdisciplinaridade se dá na relação entre as matérias e não nelas separadamente para explicarem o mesmo assunto.

 OBJETIVO GERAL
·        Sensibilizar a comunidade escolar, em especial, estudantes do 2o Ano do Ensino Médio sobre a importância de construir maneiras eficientes de geração de energia elétrica.
Energias no Brasil
•      Tema 1: Hidrelétrica
•      Tema 2: Energia solar e energia eólica
•      Tema 3: Energia nuclear
•      Tema 4: Termoelétrica e Biocombustíveis
GRUPOS INTERNOS
•      Energia elétrica
•      Os recursos hídricos e a produção de energia elétrica
•      Produção de biocombustíveis no Brasil
•      pró-álcool e outros programas
•      Termologia
•      Termoquímica
•      Fontes alternativas de energia
•      Recursos minerais
•      Energia proveniente do petróleo, carvão e outros minerais
•      Questões políticas e econômicas relacionadas à produção e consumo de energia
•      Problemas ambientais relacionados à produção e ao consumo de energia 

SARAU
Os professores de Literatura, Língua portuguesa e Produção Interativa, com o apoio da Coordenação Pedagógica, desenvolverão atividades de leitura, interpretação de textos literários para apresentações no dia do SARAU. Todos os turnos serão envolvidos.
Além das apresentações de obras literárias, serão apresentadas outras modalidades como música, teatro amador, dança, poesias...
Após as apresentações programadas, os professores reunir-se-ão em grupos para comentar sobre livros lidos (trocar ideias e sugestões de leituras).
As apresentações serão no período noturno. Haverá uma preparação no gramado com tochas de bambu fincadas no chão em que haverá um recipiente com óleo para queimar, instalar-se-á algumas lâmpadas para maior iluminação e serão colocados tapetes no chão para que os alunos, e quem mais quiser,  sentar-se com eles. Também haverá uma mesa com os comes e bebes a parte.
OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas)
A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) é uma realização do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA - e tem como objetivo estimular o estudo da matemática e revelar talentos na área.
Em 2017, as escolas privadas de todo o Brasil estão sendo convidadas a participar da OBMEP.
PROJETO FAMÍLIA NA ESCOLA;
O envolvimento e a participação da família no ambiente escolar é um componente importante para o sucesso do processo de ensino e aprendizagem e para a garantia da qualidade de vida da criança, assegurando a sua saúde, lazer e segurança em casa e na escola. O ambiente escolar tem sem dúvida, uma função importantíssima, enquanto instituição educativa, porém, sem o envolvimento da família na vida do aluno e nas atividades da escola, tal função perde sua força. Por isso se faz necessário que a família procure acompanhar o desenvolvimento da criança em todo o seu processo de aprendizagem, participando das ações promovidas na escola e atuando ativamente na educação da criança, garantindo o mínimo necessário para seu desenvolvimento.
OBJETIVO GERAL
Desenvolver um trabalho coletivo no ambiente escolar envolvendo a família nas atividades da escola e estimulando a sua participação no processo ensino-aprendizagem como parceiros e colaboradores conscientes além de estimular a valorização e respeito nas famílias e seus membros.
FECAME (Festival da Canção do Menodora);
Este projeto visa atrair os estudantes da Escola para a música, resgatando neles o espírito de equipe e revelando talentos. Assim, nossos estudantes serão contemplados com o ingresso na arte da música e terão oportunidade de desenvolver sociabilidade, sensibilidade musical, apresentar, apreciar e identificar diferentes estilos musicais como forma de aprimorar seus padrões culturais e ainda estimular e enriquecer sua linguagem.
OBJETIVO
O principal objetivo deste projeto é incentivar os alunos desta escola a não apenas revelarem-se como cantores, instrumentistas, intérpretes e compositores, como também reaver o incentivo por parte dos demais colegas aos jovens talentos da escola na área musical, sem deixar de lado a motivação pelos estudos e o interesse pelas práticas e eventos escolares.
SOLIDARIEDADE SUSTENTÁVEL
Este projeto tem como proposta de atividade diferenciada visando atrair os estudantes da Escola para o trabalho social por meio da confecção de brinquedos com material reciclável e posterior doação dos mesmos a instituições que atendem crianças carentes na cidade de Dourados – MS.

OBJETIVOS
·        Estimular a criatividade e a coordenação motora fina por meio da confecção e manuseio dos materiais e brinquedos que serão confeccionados;
·        Promover a solidariedade através do ato de doação dos trabalhos feitos, a crianças em situações menos favorecidas.
·        Propiciar vivências para o crescimento pessoal dos alunos que realizarão a entrega dos brinquedos diretamente para as crianças das instituições contempladas.


BIENAL DE ARTE/ UNIARTE
·        Proporcionar momentos de apreciação de obras artísticas feita por acadêmicos do Curso de Artes Visuais.
·        Ampliar o seu conhecimento, já que serão abordadas temáticas que fazem refletir a ciência, a geografia, a matemática, a sociologia, filosofia, enfim, todas as áreas de conhecimento.
·        Permitir ao aluno estar em contato com obras que compõe o cenário da Arte Contemporânea nacional/internacional.
·        A Bienal só acontece a cada dois anos e os alunos estão no 3º ano, eles não terão nova oportunidade de conhecer a Bienal de forma agradável e econômica, como é no caso de uma excursão.
·        Estudaram arte por toda a educação básica sem nunca estar em contato com ela, vendo as obras apenas nos livros, redes sociais, revistas, televisão, entre outros.
APRENDER BRINCANDO
Em uma sala de aula é comum termos alunos que não conseguem acompanhar os demais colegas na aprendizagem da disciplina de Língua Portuguesa. Por isso o seguinte projeto tem o intuito de promover aulas extraclasse para estudantes que possuem dificuldades, devido a fatores que não são ligados a causa biológica.
Nossas aulas terão a metodologia toda voltada para o lúdico contando com o auxilio de ferramentas mediáticas. A proposta é oportunizar o aluno a sair do processo da sala de aula para um ambiente mais prazeroso. A ideia de uma situação educativa cooperativa e interacional leva o alunado a descobrir uma fonte de prazer na hora de aprender.
PROJETOS EXTRACURRICULARES OFERTADO PELA SED: XADREZ, JUDÔ E VOLEIBOL
O projeto é ofertado pela Secretaria de Estado de Educação através da FUNDESPORTE nas escolas públicas com:
Finalidade: A Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul – FUNDESPORTE tem por finalidade fomentar, planejar, executar e difundir programas, projetos, e atividades destinadas ao desenvolvimento do esporte, bem como promover iniciativas para o aumento das oportunidades de lazer esportivo no Estado de Mato Grosso do Sul.
Objetivo: Atuar como entidade responsável pela gestão das políticas públicas de esporte e lazer do Estado de MS, fomentar, promover, orientar e apoiar a pratica e difusão das manifestações esportivas e do lazer, em colaboração com órgãos e entidades públicas ou privadas
Financiamento das Atividades: As atividades são financiadas com recursos oriundos do Fundo de Investimento Esportivo – FIE e recursos transferidos da União da Lei Pelé.
PIBID (Matemática, Química, Biologia, Física, Língua Estrangeira Moderna - Inglês)
Programa Instituição de Bolsas de Iniciação a Docência. Programa que permite o aluno uma experiência no ambiente escolar, no contato com os alunos, antes de se formar.
Os projetos desenvolvidos pelos pibidianos devem promover a inserção dos estudantes no contexto das escolas públicas desde o início da sua formação acadêmica para que desenvolvam atividades didático-pedagógicas sob orientação de um docente da licenciatura e de um professor da escola.
FOLCLORE ( Ensino Fundamental);
O Dia 22 de agosto é marcado por várias comemorações em todo território nacional. Nas escolas são realizadas atividades diversas cujo objetivo principal é passar adiante a riqueza cultural de nosso folclore.
Os alunos fazem pesquisas, trabalhos e apresentações, destacando os contos folclóricos e seus principais personagens. É o momento de contarmos e ouvirmos as histórias do Saci-Pererê, Mula-sem-cabeça, Curupira, Boto, Boitatá, etc.
PROJETO DE DANÇA (ARTES CÊNICAS UFGD);
            O projeto de dança é ofertado aos alunos do matutino no  contraturno todas as sextas-feiras. A parceria é realizada com a Universidade Federal da Grande Dourados através do acadêmico Mateus, na modalidade de dança acrobática e atende a 20 alunos.
11.5 Interdisciplinaridade
Visando superar a fragmentação do saber, dividido em disciplinas, enfatizando a interdisciplinaridade dos conhecimentos e a construção integrada de saberes, competências e valores que perpassam, de forma interdisciplinar, o conjunto do saber-fazer, a escola parte do princípio de que todo conhecimento mantém um diálogo permanente com outros conhecimentos. E as disciplinas devem ser didaticamente solidárias, de forma que disciplinas diferentes estimulem competências comuns.
Contextualizar o conteúdo a ser aprendido significa assumir que o conhecimento envolve uma relação entre sujeito e objeto, envolve áreas ou dimensões presentes a vida pessoal, social e cultural. Além disso, mobiliza competências cognitivas já adquiridas.
Com isso a escola se organiza para trabalhar com os seguintes temas transversais:


11.7 – Sala de Recursos Multifuncional
Sala Multifuncional área da surdez (Português, Matemática e Libras)
Existem inúmeras diferenças estruturais entre a língua portuguesa e a língua de sinais, além disso, é importante levar em conta que como estão aprendendo uma segunda língua, os surdos apresentarão dificuldades semelhantes às dos estudantes de uma língua estrangeira.
É importante garantir no projeto político pedagógico a questão pertinente à educação especial, (Área de Língua brasileira de Sinais – Libras) como modalidade de ensino e que o ensino da libras seja garantida como primeira língua – L1, pois é a língua pela qual o surdo pode se comunicar e se apropriar do conhecimento. Propõe-se ainda que a unidade escolar possa oferecer para a comunidade o curso de libras como segunda língua para que todos tenham como se comunicar com os alunos surdos, valorizando ainda mais o trabalho dessa instituição que é referência no atendimento ao aluno surdo.

11.a - Conselho de Classe
Art. 29. Com a finalidade de orientar o trabalho pedagógico da escola, é realizado, bimestralmente, a cada ano, o Conselho de Classe, com vistas a redimensionar o trabalho docente ao alcance da aprendizagem dos(as) estudantes.
Art. 30. O Conselho de Classe é uma instância colegiada de natureza consultiva e deliberativa integrante da estrutura das escolas estaduais, com função específica de sugerir medidas adequadas à aprendizagem e à avaliação do rendimento escolar, com as seguintes prerrogativas:
I- análise do processo de aprendizagem desenvolvido e com a proposição de ações para a sua melhoria;
II- avaliação da prática docente, no que se refere à metodologia, aos conteúdos programáticos e à totalidade das atividades pedagógicas realizadas;
III- avaliação dos(as) envolvidos(as) no trabalho educativo e a proposição de ações para a superação das dificuldades;
IV- definição de novos critérios para a avaliação e sua revisão, quando necessário;
V- apreciação, em caráter deliberativo, dos resultados das avaliações dos(as) estudantes apresentados individualmente pelos(as) docentes;
VI- decisão pela promoção ou retenção dos(as) estudantes.
Art. 31. O Conselho de Classe será composto por:
I- docentes da turma;
II- direção da escola ou seu representante;
III- coordenação pedagógica;
IV- estudantes, quando for o caso;
V- pais ou responsáveis, quando for o caso.
Art. 32. O Conselho de Classe será realizado, ordinariamente, por turma, bimestralmente, nos períodos que antecedem ao registro definitivo do rendimento dos(as) estudantes no processo de apropriação de conhecimento.
Art. 33. A coordenação dos trabalhos do Conselho de Classe será assumida pela coordenação pedagógica, ou na falta desta por um(a) docente escolhido(a) entre os(as) participantes do colegiado.
Art. 34. O Conselho de Classe tem por competência:
I- analisar os dados resultantes da avaliação da aprendizagem dos(as) estudantes;
II- identificar as causas do processo de aprendizagem do(a) estudante com resultados insuficientes, sugerindo alternativas para saná-las;
III- acompanhar o processo de aprendizagem dos(as) estudantes e analisar seus resultados, a fim de aperfeiçoá-lo;
 IV- analisar o desempenho da turma como um todo, tendo como parâmetro a organização dos conteúdos e o plano de aula do(a) docente;
V- proceder a uma análise criteriosa do rendimento escolar do(a) estudante, por todos os participantes do conselho;
VI- sugerir encaminhamentos metodológicos para o próximo bimestre;
VII- decidir sobre o significado dos símbolos ou conceitos utilizados nas transferências de estudantes oriundos de outras instituições de ensino.
Art. 35. O trabalho a ser desenvolvido pelo conselho de classe deve ser coerente e com observância de aspectos que podem interferir no campo de decisão do colegiado, com vistas à:
I- provisão de meios de aprendizagem àqueles(as) com baixo rendimento escolar;
II- análise conjunta para definição de metodologia e de critérios de avaliação adotados(as) pelos(as) docentes, conduzindo-os a uma autoavaliação de sua prática, a fim de cumprir e garantir a eficácia do Projeto Político-Pedagógico da escola;
III- decisão sobre as situações limítrofes dos(as) estudantes, após exame final, caso possam ficar retidos.
Parágrafo único. Situação limítrofe é o número de pontos necessários para aprovação do estudante, quando não foi atingida a nota mínima exigida para aprovação.
Art. 36 O Conselho de Classe reunir-se-á, ordinariamente, ao final de cada bimestre e, extraordinariamente, quando convocado.
§ 1º Para as ações do Conselho de Classe terem efeito legal será necessária a presença do(a) diretor(a) ou diretor(a)-adjunto(a), do(a) coordenador(a) pedagógico(a) e, no mínimo, de 70% (setenta por cento) do corpo docente.
§ 2º A porcentagem mínima estabelecida no parágrafo anterior será extensiva ao corpo discente quando da participação de todos(as) os(as) estudantes da turma, se houver.
Art. 37. A reunião do Conselho de Classe após o exame final deverá contar com 80% do corpo docente.
 Art. 38. Fica impedido ao Conselho de Classe deliberar sobre a aprovação com o limite de faltas acima do percentual previsto em lei.
Art. 39. Em se tratando de estudante que após a realização dos exames finais persistirem em situações limítrofes, deve ser tomada decisão conjunta e coerente do conselho para a possibilidade de alteração dos resultados do rendimento escolar. Parágrafo único. Para o cumprimento do caput deste artigo deve ser respeitado o índice de 80% de aprovação nos demais componentes curriculares e/ou disciplinas pelo(a) estudante e anuência da direção e coordenação pedagógica.
Art. 40. O(a) docente responsável pelo componente curricular e/ ou disciplina da retenção, após exame final, poderá deixar de participar do Conselho de Classe, tendo em vista que já foi expresso o resultado do rendimento escolar por esse profissional. Parágrafo único. O colegiado do Conselho de Classe é soberano na decisão de situações limítrofes e o(a) docente envolvido(a) nessa situação deverá acatar a decisão desse colegiado.
Art. 41. As atividades do Conselho de Classe devem ser registradas em ata de ocorrência e assinada por todos os participantes.
Art. 42. Quando da reunião do Conselho de Classe, com o objetivo de deliberar sobre a aprovação ou não do(a) estudante, por razão de situação limítrofe, deverão ser adotados os seguintes procedimentos:
I- elaborar um novo canhoto fazendo constar neste somente os(as) estudantes que foram considerados(as) aprovados(as) na reunião do Conselho de Classe;
II- registrar o aproveitamento com o valor mínimo igual ao exigido no exame final, para aprovação;
 III- observar no novo canhoto dados sobre a ata da reunião do Conselho de Classe, constando número, data e assinaturas dos(as) participantes;
 IV- manter inalterado o primeiro canhoto dos resultados do exame final, elaborado pelo(a) professor(a) que motivou a retenção;
V- arquivar os canhotos do exame final e do Conselho de Classe juntamente com os demais da mesma turma e ano.
Art. 43. Os procedimentos previstos no artigo anterior deverão ser adotados antes da inserção dos dados no Sistema de Gestão e Dados Escolares – SGDE.
Art. 44. Quando do cálculo da média final, deverão ser considerados os dois canhotos, sendo:
 I - o inicialmente elaborado pelo(a) docente, no qual não houve alteração por decisão do Conselho de Classe;
II - o novo, elaborado pelo(a) coordenador(a) do Conselho de Classe, conforme decisão tomada.
Art. 45. Quando da expedição de qualquer documento escolar, deve ser transcrito o que consta na ata de resultados finais, sem a necessidade de observação sobre o processo de aprovação pelo Conselho de Classe.

12 - Indicadores de qualidade
Indicadores da qualidade na educação é resultado da parceria de várias organizações governamentais e não governamentais e baseiam-se nos seguintes itens: ambiente educativo, prática pedagógica e de avaliação, ensino e aprendizagem da leitura e da escrita, gestão escolar democrática e formação e condições de trabalho dos profissionais da escola. Onde os resultados são apresentados nos índices de avaliações tanto interna como externa.
As avaliações externas ou de larga escala são: SAEB, SAEMS, PROVA BRASIL.
As avaliações internas ou institucional são as realizadas no rendimento escolar baseados em dados estatísticos e aproveitamento escolar.

           IDEB - ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
ANO
2005
2007
2009
2011
2013
2015
RESULT.
3.0
4.1
3.7
3.4
3.9
4.1
                     
                        SAEMS - LÍNGUA PORTUGUESA
 
ANO
2011
2012
2013
1º ANO
263.5
261.1
261.4
2º ANO
-
280.9
255.2
3º ANO
289.2
291.1
288.4


SAEMS - MATEMÁTICA
ANO
2011
2012
2013
1º ANO
271.7
260.9
263.4
2º ANO
-
283.0
274.0
3º ANO
285.1
284.2
291.2

PRODUÇÃO DE TEXTO - SAEMS
NOTA
2012
1º ANO
6.1
2º ANO
6.5
3º ANO
6.5


13 - Formação continuada
O contexto de um sistema nacional de educação, a formação, o desenvolvimento profissional e a valorização dos trabalhadores da educação é prioridade essencial não somente pelas políticas de formação do profissional mas também como um direito de todos, uma vez que não só possibilita a progressão continuada, mas também se estende a discussão da escola como um todo e suas relações com a sociedade. A formação continuada deve estar centrada na escola e não deve limitar-se ao conteúdo curricular mas abordar questões como cidadania, gestão democrática, avaliação, metodologia de pesquisa e ensino e novas tecnologias de ensino.
Veiga & Carvalho afirma que: “O grande desafio da escola, ao construir sua autonomia deixando de lado seu papel de mera “repetidora”  de programas de treinamento, é ousar assumir o papel predominante na formação dos profissionais”.
Nos aspectos administrativos e organizacionais, o relacionamento existente entre os servidores em geral da Unidade Escolar pode ser considerado satisfatório. Bem como  satisfatório é o relacionamento dos servidores com os pais e alunos na maioria das vezes.
Para o segmento do técnico-administrativos, a atividade desenvolvida na escola representa o meio principal de sustento, mas os mesmos gostariam de participar de capacitação e/ou aperfeiçoamento profissional. Por acreditarem na necessidade de uma identificação e maior segurança dentro da escola.
Para melhorar os serviços e o atendimento se faz necessário oportunizar cursos e palestras que venham subsidiar as ações dentro do trabalho melhorando assim, também, o relacionamento entre os mesmos, no intuito de maior produtividade e eficiência. Os funcionários são incentivados a participar de cursos de atualização promovidos pela SED, sendo que partes do grupo foram pioneiros no Projeto Pró-funcionários e atualmente os que não foram capacitados na primeira oportunidade estão sendo capacitados.
No cronograma de Plano de ação estão previstas atividades que atendem à formação/atualização dos professores, nas diversas áreas/setores, o que proporciona condições para o devido aperfeiçoamento considerando a necessidade atual de reflexão sobre suas práticas e multiplicidade de conhecimentos de forma a propiciar aos alunos uma abordagem mais significativa e contextualizada, garantindo, assim, um processo dinâmico de discussão, análise e elaboração contínua para a apropriação de proposta de interdisciplinaridade e transversalidade que deve permear o trabalho do professor na intenção de tornar mais claros as direções teóricas deste estudo.
Os trabalhos desenvolvidos pela própria unidade escolar estão voltados à atualização dos professores e demais funcionários no tocante a organização e funcionamento das atividades escolares, os quais acontecem no período das jornadas pedagógicas. E nas horas atividades de cada Componente Curricular foi organizada capacitação para os professores e atividades que são incentivadas e ou desenvolvidas no decorrer do ano letivo, das quais podemos destacar a Web Conferencia, Formação continuada oferecida pela SED, na garantia de resultados condizentes com os objetivos propostos para a Unidade Escolar. Existem ainda as formações financiadas pelo PDE - Plano de Desenvolvimento da Escola e PROEMI. Através dos recursos recebidos, a escola tem disponibilizado revistas periódicas e jornais para auxiliar na atualização/aperfeiçoamento dos professores, e tem o compromisso de priorizar a aquisição de demais subsídios se constatados seu grau de importância.

14 - Avaliação Interna
Situação Detectada na Escola
 A Escola Menodora incorpora a avaliação institucional ao seu Projeto Político Pedagógico, a fim de obter um entendimento global de instituição para posteriormente, com análise dos dados, deliberar por novos rumos.
As funções avaliativas referem-se ao acompanhamento sistemático das ações desenvolvidas pela Unidade Escolar objetivando a identificação de problemas, propondo alternativas para a melhoria de seu desempenho.
14.1 Aspectos Positivos
 A escola através de avaliação detectou alguns pontos considerados primordiais para o desenvolvimento do ensino aprendizagem e outros que precisam ser revistos e melhor trabalhados para alcançar as metas preestabelecidas. Entre eles destacam-se:
- Corpo docente capacitado e habilitado;
- Bibliotecário
- Grande número de alunos;
- Espaço físico e ótima localização da escola;
- Credibilidade da escola pela comunidade;
- Merenda de qualidade;
- Uso do uniforme;
- Livro Didático, Kit escolar e uniforme oferecido pelo Estado, através da SED;
- Algumas salas com ar condicionado;
- Lousas brancas;
- Lotação de professores na área de conhecimento;
- Atendimento a alunos NEE;
- Realização de eventos socioculturais com participação ativa;
- Ensino Médio Inovador;
- PIBID;
- Monitoria;
- Parcerias;
- Professor Gerenciador de Tecnologias e Recursos Midiáticos – PROGETEC;
- Organização da Sala de Leitura e Laboratório de Ciências;
- Agendamento das tecnologias;
- Equipamentos de Mídias;
- Aprovação de grande número de alunos em vestibular;
- Destaque em participação esportiva;
- As festividades e eventos culturais;
- Avaliação diagnóstica;
-Relacionamento entre os servidores;
-Relacionamento entre docentes, discentes e pais ou responsável;
-Melhoria na limpeza da Unidade Escolar;
-Gestão Escolar;
  14.2 Aspectos Negativos
 - Inadequação nas instalações da escola (Parte elétrica, cobertura)
- Apesar do amplo espaço físico, o mesmo é mal distribuído, dificultando a manutenção e utilização por conta da falta de recursos;
- A escola com pouca segurança, muros baixos facilitando a entrada de estranhos;
- Passarela descoberta: entrada de alunos, para quadra, as Salas de Tecnologia, Leitura, Laboratório de Ciência,  gerando transtorno em dias de chuva;
-Recursos midiáticos insuficiente para atender a demanda da escola;
-A prestação de contas que não são claras nas informações, por exemplo: qual recurso adquiriu determinado bem para a escola;
-Planejamento on-line da SED, que não dá abertura para inserir um novo recurso no decorrer das aulas;
-Lista de estudante por turma que não é disponibilizada no início do ano letivo pela secretaria;
-Formação Continuada que disponibiliza pouco tempo com muitos textos para ler, fazer a reflexão e apresentar resultado, conforme está estruturada mas, não está contribuindo efetivamente com a prática pedagógica;
-Falta lugar e espaço adequado para estudo e planejamento dos docentes;
-Falta Biblioteca, Laboratórios, melhorias nas salas de aula com climatização devido ao calor excessivo;
-Salas de aula que não comportam o número de alunos orientados por turmas, devido as dimensões das mesmas;
-Banheiros adequados e utilizáveis nas dependências externas como quadra de esporte;
-atividades interdisciplinar e multidisciplinar que não se efetivam, existe iniciativas, mas sem êxito;
- falta de um anfiteatro;
-A utilização das tecnologias na educação com metodologias que não são definidas com objetivos da pratica pedagógica;
-O próprio treinamento que foi utilizado com os professores com uma metodologia igual para todos independente da área ou disciplina de atuação do professor, simplesmente voltado para o tecnicismo como um fim em si mesmo;
 -Apesar do empenho da gestão em oferecer recursos que proporcione um espaço limpo e asseado, a limpeza da escola está insatisfatória em alguns espaços;
- Falta de Inspetor de alunos capacitado em alguns turnos;
- Desmotivação de alguns alunos;
- Repetência;
- Evasão;
- Falta de formação para o pleno exercício da cidadania;
- Falta de oportunidade e interesse para o aperfeiçoamento dos professores;
- Baixo grau de envolvimento dos pais no processo de ensino aprendizagem;
- Falta de ética profissional por alguns funcionários;
- Descumprimento de horários por alguns funcionários;
- Comunicação entre segmentos;
- Acessibilidade: as condições de acesso a portadores de necessidades especiais apresenta problemas para pessoas com deficiência física;
 
Concluídas as análises específicas por segmento e por amostragem, optou-se por comparar e avaliar os dados da Escola Menodora Fialho de Figueiredo a partir das questões mais relevantes. Num primeiro momento foi possível compreender que a escola apresenta uma ótima localização e o espaço físico foi considerado bom, inclusive no tocante a conservação e cuidados gerais, sendo que os alunos alertam para a necessidade de sala de tecnologia mais adequada as necessidades da comunidade escolar, bem como espaço para palestras (auditório) não descartando outras prioridades (melhora na pintura, ar condicionado em todas as salas, iluminação, e outros). Salientou-se também uma melhor adequação de materiais permanentes (carteiras, cadeiras e utensílios de cozinha). A presente análise nos faz compreender que apesar da reforma, alguns problemas da rede física ainda persistem.
No tocante a questões pedagógicas compreendemos que a escola goza de ótima credibilidade da comunidade, possui corpo docente capacitado e habilitado e uma equipe de trabalho disposta a conhecer e a efetivar o cumprimento da Proposta Pedagógica a qual preza pelo cumprimento da legislação de ensino. Apresenta um bom número de alunos matriculados e razoável índice de aprovação anual, bem como bons resultados em vestibulares.
Os alunos afirmam estarem razoavelmente satisfeitos com a forma de avaliação e os métodos de ensino aplicados pelos professores, porém, acreditam que pode haver melhoras no desenvolvimento de novas competências para ensinar e aprender, por parte dos professores, frente às demandas das novas tecnologias e que o relacionamento professore/alunos/coordenação precisa ser aprimorado uma vez que afirmam que em algumas disciplinas o rendimento insatisfatório está relacionado a esse critério.
 Acreditam na necessidade de reflexões e estudos com os professores, funcionários alunos para fortalecer as relações humanas e profissionais. Os pais ou responsáveis acreditam que em diversos aspectos a escola não consegue desenvolver sua missão principal (proporcionar a todos a crescente valorização do ser humano) devido à falta de compromisso da família, dos alunos e em alguns casos do professor, especialmente no que tange ao horário e a assiduidade. Destacam a necessidade de a escola investir em formação ética que reflita no convívio entre os alunos, destes com os professores e demais servidores para vencer a indisciplina e consequentemente formar cidadãos capazes de resolver conflitos coletivamente, pautados no respeito mútuo.
O atendimento da secretaria e da equipe técnica da escola (Direção, Direção-adjunta) foi considerado bom pela comunidade escolar, que acredita ser a qualidade do trabalho administrativo o resultado do esforço conjunto dos profissionais e aceitação do grupo em participar de atividades de atualização e capacitação em consonância com as determinações da SED, Assessoria Técnica e Direção. No entanto, cabe salientar a possibilidade de melhoras no cronograma de atividades, bem como nos prazos para entrega de documentos e notas aos alunos. Afirmam que a escola precisa melhorar o serviço de atendimento direto ao aluno no que tange à inspeção e segurança.
Segundo o corpo docente existe um baixo aproveitamento dos alunos nos processos de ensino-aprendizagem e inúmeros fatores tem contribuído para essa realidade; porém evidenciam-se a falta de pré-requisito, a indisciplina, a baixa autoestima dos alunos e a falta de acompanhamento da família nas atividades escolares. No período noturno a situação é agravada pela baixa assiduidade do aluno. Salienta-se ainda, a existência de diversas formas de expressão da violência dentro e fora do ambiente escolar, aspecto um tanto preocupante e de necessidade de intervenção.
A coordenação pedagógica afirma que o trabalho desse setor encontra-se prejudicado, e que ainda não encontrou seu eixo de atuação devido a fatores que envolvem a parte disciplinar dos alunos. Salientam que há uma sobrecarga de trabalho para o corpo docente e compreendem que existe insuficiente envolvimento dos pais no acompanhamento de seus filhos; sendo que tais fatores impossibilita uma otimização dos resultados pedagógicos. Acredita-se que é na ação pedagógica coletiva que se efetiva não apenas o desenvolvimento da inteligência humana, mas, sobretudo, que os alunos desenvolvam uma consciência planetária, objetivando assim uma reorientação conceitual básica a respeito de nossa compreensão sobre o mundo, do ser humano, do conhecimento e da aprendizagem.
A equipe de serviços gerais afirma que existe uma dificuldade de relacionamento entre os funcionários. A sobrecarga de trabalho é decorrente do reduzido número de funcionários atuantes, especialmente no setor de limpeza. A quase totalidade dos funcionários concorda que os parceiros de trabalho precisam atuar de forma mais coesa e eficaz.
Diante dessas situações geradoras, acreditamos que a Equipe Gestora da Escola Estadual Menodora Fialho de Figueiredo precisa investir na construção de “espaços”, que gerem conversações, encontros e oficinas com potencial transformador das situações que geram a realidade acima descrita, o que se torna hoje uma exigência de qualidade e uma prerrogativa da própria Escola. Uma vez que dados dessa categoria deve propiciar condições de planejamento e de ações a serem desenvolvidas junto aos segmentos da comunidade escolar.
Professores evidenciando mudanças na construção participativa do conhecimento e uma posição crítica diante da prática pedagógica existente que vislumbre a necessidade de atitude de revisão crítica e continuada da própria prática pedagógica adotando métodos de construção participativa do conhecimento, superando a atitude de transmissão passiva do saber. Num contexto de implementação de práticas inovadoras entre os professores e alunos, proporcionando mudanças na rotina da escola. Urgência em aumentar os índices de aprovação de alunos, tanto na avaliação interna quanto externa. Participação mais efetiva dos pais na vida escolar dos filhos e maior comprometimento no processo ensino-aprendizagem. Encontramos o desafio de minimizar as formas de expressão da violência dentro e fora do ambiente escolar.
Por fim, compreendemos que cabe a comunidade escolar interna e externa, visualizar a Escola Eficaz numa posição de verdadeira influenciadora da maneira de trabalhar em educação, de aprender e de educar, bem como a maneira de encaminhar o indivíduo para a cidadania, para o trabalho e para a aprendizagem continuada ao longo da vida.
15 - Avaliação do Projeto Político Pedagógico
O processo de avaliação do Projeto Político Pedagógico ocorrerá de forma coletiva com a comunidade escolar anualmente, onde serão realizadas leituras, avaliação e reavaliação e quando necessário ajuste no mesmo. Adequando-o a realidade de nossa unidade escolar as novas instruções enviadas pela SED/MS. O PPP será atualizado anualmente no mês de março.
16 - Comissões de elaboração do Projeto Político Pedagógico
Comissão de mobilização, divulgação e acervo
Marlene Ribeiro Fiorucci
Marlon Rafael Krein SIlva

Comissão de diagnóstico
Luciane Azambuja
Maria Salete da Costa Souza

Comissão de organização da escola
Edniuze Calderão Germano Ribeiro
Marli Terezinha Endres
Vanessa Correia Rorato
Marlon Rafael Krein Silva

 Comissão de concepção teórica
Coordenação e Direção
Enio Ribeiro de Oliveira
Viviane Bomfim
Eliandra Fátima Carollo Raidan

Comissão de correção e revisão
Cristiane Rodrigues de Queiroz Braga
Gisele da Silva Souza
Márcia Ronise da Fonseca Silveira

Comissão de lançamento e tratamento das informações
Marlon Rafael Krein Silva
Márcia Ronise da Fonseca Silveira

Comissão Permanente:
Alaor Fonseca Filho
Marli Terezinha Endres
Vanessa Correia Rorato
Rute Soares de Castro Silva
Márcia Regina Kolinski

Quanto ao levantamento de inventário, teve a participação de:
Antônio Rodrigues (agente de merenda),
Luciane Azambuja, Josiane Queiroz e Maria Salete da Costa Souza (secretaria)
Professora Denise Adriana Castiglione, Dani Jeferson, Eduardo Falavinha da Silva.


17 - Equipe responsável pela aprovação do Projeto Político Pedagógico da escola

Rute Soares de Castro Silva
Supervisora de Gestão Escolar

Alaor Fonseca Filho
Diretor da Unidade Escolar

Carlos Manoel dos Santos Hortelan
Diretor-Adjunto
Marcia Ronise da Fonseca Silveira
Coordenadora Pedagógica

Vanessa Correa Rorato
Presidente do Colegiado
Marlon Rafael Krein Silva
Professor Gerenciador das Tecnologias



18 - Referências
BETINI, Geraldo Antônio. A construção do Projeto Político-Pedagógico da Escola(Revista Pedagógica) Rev.Ped.-Unipinhal-Esp.Sto.do Pinhal – SP,U.01,nº 03, jan./dez.2005

BRANDÃO, Carlos R. 
O que é educação? São Paulo: Brasiliense, 1993.

BRASIL, Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.

BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases. Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996.

BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC, 1997.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, Senado, 1998.

DIAS, G.F. Atividades interdisciplinares de Educação Ambiental. Gaia, 2006

FREIRE, Paulo.
 A importância do ato de ler. ( 34ª edição ). São Paulo: Cortez Editora, 1997.

GADOTTI, Moacir. 
O projeto político-pedagógico da escola na perspectiva de uma educação para a cidadania. In Autonomia da escola: princípios e propostas. Série Guia da Escola Cidadã. São Paulo: Cortez, 1997.

LUCKESI, Carlos Cipriano. Avaliação da Aprendizagem na EscolaS. Paulo. Ed.Cortez, 2000.

LIBÂNIO, J. C. 
Organização e Gestão Escolar: teoria e prática. 4. ed. Goiânia: Editora alternativa, 2001.

PERRENOUD, Ph. (1999). Avaliação. Da Excelência à Regulação das Aprendizagens. Porto Alegre : Artmed Editora (trad. en portugais de L'évaluation des élèves. De la fabrication de l'excellence à la régulation des apprentissages. Bruxelles : De Boeck, 1998).

HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à Universidade. 8. ed., Porto Alegre: Mediação, 1996.

PESENTE, Herculano de Souza. 
Educação Ambiental, Campo Grande, Editora Alvorada 2012. Disponível em <HTTP: //www.meioambientecriancas.pr.gov.br / Acesso em: 04/04/2012

Referencial Curricular da Rede Estadual de Ensino de Estado de Mato grosso Sul.
Ensino Fundamental e Ensino Médio

Regimento Escolar - Documento Normativo da Unidade Escolar.

VASCONCELOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino e aprendizagem e projeto político-pedagógico. São Paulo: Libertad editora, 2004

VEIGA, Ilma Passos Alencastro. 
Inovação e projeto político-pedagógico: uma relação regulatória ou emamcipatória? Cad. Cedes, Campinas, v.n. 61, p. 267-281, dezembro 2003. Disponível em <HTTP: //WWW.cedes.unicamp.br>


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